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Marinheiros russos “evitaram a catástrofe planetária” durante incidente com submarino nuclear, afirma oficial militar em funeral

Tempo de leitura: 2 minutos

Kremlin se recusa a revelar a missão do submarino, citando segredos de Estado.

Marinheiros russos "evitaram a catástrofe planetária" durante incidente com submarino nuclear
Enlutados na cerimônia do funeral em São Petersburgo por 14 marinheiros russos (AFP)

As famílias dos 14 soldados russos que morreram depois de um incêndio em um submarino nuclear teriam sido informados de que seus parentes evitavam uma ‘catástrofe planetária’ antes de morrerem.

Um oficial militar de alta patente teria feito o comentário em um funeral para a tripulação em São Petersburgo dias depois do acidente no Mar de Barents no início desta semana.

O incidente permanece envolto em mistério depois que o governo russo se recusou a revelar o nome do submarino e sua missão, alegando-os como segredos de Estado. No entanto, o Kremlin disse que o incidente foi desencadeado por um incêndio no compartimento da bateria do submarino.

O ministro da Defesa, Sergei Shoigu, disse no início da semana que o reator nuclear a bordo estava “operacional” depois que a tripulação tomou “medidas necessárias” para protegê-lo.

Seu vice Andrei Kartapolov também afirmou que os marinheiros “heróis” selaram uma escotilha para conter o incêndio. O Kremlin não revelou o que exatamente ocorreu ou se um incidente grave foi evitado pelas ações dos militares.

Em homenagem à tripulação no memorial, a autoridade militar não identificada disse que os submarinistas evitaram uma tragédia muito maior, informou a mídia russa Open Media.

Ele teria dito:

Hoje estamos vendo a tripulação de um aparato de pesquisa em águas profundas, que morreu durante uma missão de combate nas águas frias do Mar de Barents.

Quatorze mortos, 14 vidas.

Com o custo de suas vidas, eles salvaram as vidas de seus companheiros, salvaram o submarino, não permitiram uma catástrofe planetária.

O Independent não pôde verificar os comentários, que não explicaram a causa do acidente ou como o desastre foi evitado.

Várias testemunhas identificaram o submarino como sendo o A-31, ou o submersível Losharik; um navio desarmado de propulsão nuclear capaz de missões em alto-mar.

Seu projeto exato é envolto em sigilo, mas acredita-se que seja uma embarcação experimental de 70m de comprimento, operando em conjunto com um submarino-mãe maior.Desenvolvido ao longo de 15 anos, a partir de 1988, ele é descrito como o submarino de águas profundas mais avançado das forças armadas russas.

Algumas descrições sugerem que ele está associado às missões de forças especiais marítimas, incluindo espionagem em cabos oceânicos. Acredita-se que seja capaz de mergulhar a profundidades de até 6.000m.

A agência de notícias local Severpost informou que o submarino menor provavelmente estava preso ao submarino atômico Podmoskovye, quando emergiu do mar de Barents, na foz da baía de Kola.

Citando um pescador anônimo, a publicação afirmava que o submarino foi visto viajando rapidamente de volta à base, mas sem sinais óbvios de dificuldades.

O que não está claro é quantos dos militares sobreviveram ao incidente inicial, e quantos morreram a caminho do hospital. Relatos de que cinco membros da tripulação estavam recebendo tratamento em um hospital militar em Severomorsk foram confirmados pelo Sr. Shoigu.

O ministério da defesa mais tarde revelou o nome dos 14 mortos. Chamando-os de ‘Heróis da Rússia’, ele disse seus nomes: Denis Dolonsky e Nikolai Filin; os capitães de primeira linha Vladimir Abankin, Denis Oparin, Andrei Voskresensky, Konstantin Somov e Konstantin Ivanov; os capitães de segunda linha Alexander Avdonin, Alexander Vasilyev, Sergei Danilchenko e Dmitry Solovyev; os capitães do terceiro escalão, Viktor Kuzmin e Vladimir Sukhinichev; e o capitão tenente Mikhail Dubkov.

Eles foram enterrados no cemitério de Serafimov, perto de um monumento aos 118 russos mortos quando o submarino nuclear de Kursk afundou em 2000, ano em que Vladimir Putin se tornou presidente.

(Fonte)

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Quero acreditar que a “catástrofe planetária” da qual a autoridade russa se referiu seria o vazamento de radiação no mar e não algo mais tenebroso.

Mas, de qualquer forma, o que é que eles estavam fazendo que era tão secreto assim?

Imaginem então o que ocorre pelo mundo afora que nem sequer sabemos, com as forças militares de todos os países espalhadas pelos oceanos.

n3m3

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