Aliens entre nós? Desta vez foi minha experiência pessoal

Tempo de leitura: 5 min.
Aliens entre nós? Desta vez foi minha experiência pessoal

Por PREDADOR

Ao longo das minhas pesquisas vários casos ao redor do mundo me fizeram acreditar que eles (alienígenas) estão entre nós, não apenas nos visitando em suas naves, mas também por vezes caminhando por aqui, sem falar nos que estão infiltrados disfarçados de humanos (nesse particular, lembro de um pesquisador francês que afirma, com base em suas investigações incluindo relatos do alto escalão da polícia francesa, que os governos sabem desses alienígenas, que estão disfarçados de várias formas – engenheiros, médicos, militares, etc. destacando que há muitos deles principalmente na área de Tecnologia da Informação).

Mas enfim essa é uma história para outra matéria. Hoje me volto para um caso interessante envolvendo um político londrino (parece que os políticos londrinos, ou mais precisamente, ex-políticos, não têm medo de mostrar a cara e fazer revelações surpreendentes sobre suas experiências com alienígenas. Nesse particular um ex-vereador de Londres já se apresentou num canal de televisão britânico contando suas experiências com os aliens denominados Mantis ou Louva-a-Deus (insetoides), um tipo tão estranho quanto misterioso, mas que nas últimas décadas tem sido visto em todo o mundo; inclusive aqui no OH temos a Veronica, a Jacqueline e o filho do Radical Livre que já os viram em seus quartos).

Bem outro ex-político resolveu ‘abrir a boca’ para contar sua própria e inusitada experiência. Não foi uma abdução, mas é igualmente estranho e interessante.

Vamos ao relato do caso, como é apresentado no site Misterious Universe (https://mysteriousuniverse.org/2020/10/ufos-a-councilor-and-the-alien-woman-in-a-tutu/):

Em 2004, um ortopedista e futuro Conselheiro local de Winchester, em Hampshire, Inglaterra, o Sr. Adrian Hicks, acabara de almoçar em um bar local no centro da cidade, depois do qual foi a uma livraria para comprar alguns livros. 

Era apenas uma tarde normal de sábado no movimentado distrito de High Street da cidade, e enquanto Hicks caminhava, ele notou uma mulher que chamou sua atenção por motivos que ele não conseguiu entender a princípio. 

A senhora era uma jovem loira certamente muito bonita, mas ele insistia que não foi isso que atraiu seus olhos para ela. Ele alegaria que ela estava vestida de forma bastante incomum com um traje que parecia uma roupa de balé, branca, incluindo sapatilhas.

Sua forma de andar também era estranha, parecia com o andar de um pinguim. Seu rosto era quase humano, porém o que chamava a atenção eram seus olhos, maiores do que os nossos, e ovais. 

Tão logo a viu, Hicks pensou que ela talvez não fosse humana. Ele diria:

“Eu estava perto da livraria The Works quando vi uma mulher estranha, se locomovendo com um andar de pinguim.

“Ela tinha olhos muito grandes e proeminentes e girava as mãos em movimentos circulares.

“Ela parecia amigável e totalmente à vontade no meio da multidão. Ela não estava com medo, ela estava sorrindo e parecia estar se divertindo entre nós.

“Ela caminhou muito devagar pela High Street. Lembro que ela estava muito interessada no relógio do Lloyds Bank. Ela olhava com interesse, e apesar de alguns traços diferentes ainda parecia humana o suficiente para passar despercebida, pelo menos para a maioria distraída e preocupada com seus afazeres e pensamentos ao circularem pela área apressadamente.

“Foi impressionante – geralmente não fico sem palavras, mas estava naquele dia.

“Eu sei como são os membros humanos – consertei ossos quebrados. Claramente ela não era humana – você poderia dizer pela maneira como seus membros se moviam.

“Seus olhos, que eram ligeiramente rosados, tinham o dobro do tamanho dos olhos humanos. Eu sei que tudo soa tão bizarro – especialmente seu vestido tipo bailarina.

“Quando a vi, pensei que suas roupas eram um pouco chamativas, mas talvez fosse algum tipo de vestido típico de onde ela vinha (talvez fosse de outra nacionalidade, pensei a princípio).

“Mas tudo era muito estranho, e eu fiquei muito confuso e chocado. Eu ia dizer ‘com licença, você não é daqui?’, mas achei melhor deixá-la em paz.

“Acho que outras pessoas com certeza devem tê-la notado. Eu gostaria que elas se apresentassem e confirmassem o que eu vi naquele dia.

“Para mim, este foi definitivamente um encontro com alguém que não parecia ser deste planeta”

Hicks guardaria a sua estranha experiência só para si nos próximos anos, pois não queria arruinar as suas chances de ser eleito, mas finalmente expôs sua história publicamente em 2009.

Além disso, ele afirmaria que acreditava que a misteriosa mulher era apenas parte de uma maior presença alienígena na área, tudo de alguma forma poderia estar ligado à existência de uma base militar em Chilcomb, nas proximidades.

Na verdade, ele diria que viu vários OVNIs ao redor e acima do campo de tiro militar de Chilcomb, e estava tão obcecado com seu encontro com a “mulher alienígena” que até gastou 400 Libras de seu próprio bolso para que um artista fizesse uma impressão dessa suposta humanoide (abaixo):

Aliens entre nós? Desta vez foi minha experiência pessoal

Ele também passou a se tornar um defensor ferrenho da divulgação governamental sobre OVNIs, e chegou mesmo a dizer que é por esta razão que ele decidiu entrar na política em primeiro lugar.

Surpreendentemente, houve outros que apresentaram suas próprias experiências estranhas de OVNIs na área desde que Hicks contou sua história bizarra.

Bernadette Ludlow escreveu uma carta para o Hampshire Chronicle, afirmando que isso vem acontecendo em Winchester há décadas, afirmando:

“SIR – Eu li com grande interesse seus artigos recentes sobre Adrian Hicks e sua revelação sobre o encontro com uma extraterrestre que estava caminhando pela High Street em 2004.

“Seu artigo sobre este incidente é muito revelador, e o que o Sr. Hicks disse à imprensa deveria certamente ser ouvido. Por que, você pode perguntar?

“A resposta é simples. Esta não é a primeira vez que isso acontece aqui em Winchester. Aconteceu em 1976 e 1977, começando com uma noite em novembro de 1976. Joyce Bowles e Ted Pratt tiveram um encontro incrível com alienígenas depois que o carro em que viajavam estremeceu e parou na Chilcombe Road, perto de Winchester. Isso foi relatado pelo Daily Mail na época,

“Também ocorreram outros oito avistamentos de OVNIs em forma de charuto luminosos na área de Winchester naquele fim de semana.

“Tanto Joyce Bowles quanto Ted Pratt tiveram outras experiências semelhantes em 7 de março de 1977 e novamente em junho de 1977.

“Todas foram relatadas na imprensa local e nacional e todas estavam na área de Chilcombe, perto de Winchester. Acho que o Sr. Hicks é uma pessoa muito corajosa por revelar seu incrível encontro com um de nossos visitantes. É claro que algo está acontecendo na área, talvez os alienígenas estejam interessados em monitorar a base militar de Chilcombe, que é de especial importância para nós.”

Com relação ao caso de Mr. Hicks, é interessante que outras pessoas também afirmaram ao longo dos anos terem visto a mesma mulher alienígena que o ortopiedista afirma ter visto. Uma dessas pessoas ligou para um episódio de Coast to Coast (program de rádio nos EUA) em 2009, afirmando ter encontrado a mesma mulher misteriosa e que ela lhe perguntou como dirigir um carro com transmissão automática. A mulher foi descrita como vestindo a mesma roupa de bailarina e tendo olhos ovais muito grandes.

Fonte: https://mysteriousuniverse.org/2020/10/ufos-a-councilor-and-the-alien-woman-in-a-tutu/

Bem esse é o estranho caso de um suposto encontro de uma pessoa proeminente na sociedade de Winchester, com reputação a zelar, mas que teve coragem para revelar sua experiência.

Uma coisa me chamou a atenção no relato desse senhor, pois confere com o que eu próprio vivenciei certa noite, como já relatei aqui.

Vamos então ao relato da minha própria experiência:

Eu estava esperando o ônibus, e no local tinha muitos estudantes. Nada anormal, até que chegou uma loura, bonita, jovem, altura mediana (1,65).

Mas algo logo me chamou a atenção, achei super estranha a roupa dela. Não era um vestido de bailarina, mas um tipo de uniforme, um macacão de uma só peça, de cor cinza. Na verdade, a roupa destoava de todas as meninas ao redor. Bem, podia ser uma estudante “nerd”, mas outras coisas também me chamaram a atenção, com relação ao seu comportamento. Ao contrário da “bailarina” do caso inglês, essa jovem parecia meio que perdida no meio das outras pessoas.

Ela ficou na minha frente por alguns instantes, depois caminhou para lá e para cá, e, em certo momento, começou a fazer estranhos movimentos com as mãos e com os dedos da mão. (Voltemos ao relato de Mr. Hicks: “Ela […]  girava as mãos em movimentos circulares”

No meu caso, também achei a forma como a “moça” movimentava as mãos e os dedos muito estranha, o suficiente para ficar de olho nela. Mas ai o ônibus chegou e uma multidão entrou no veículo. Tentei vê-la dentro do ônibus, mas não a vi mais.

Até hoje me pergunto: será que tive um encontro pessoal com uma alienígena disfarçada de humana? E me arrependo de não ter tentado o óbvio e recomendável numa situação dessas: tentar me comunicar telepaticamente com ela. Se fosse uma alien eu provavelmente iria ter alguma resposta na hora.

Lembrando que Manaus é uma cidade peculiar no que se refere a casos de aliens caminhando pela cidade. Conheço alguns casos, incluindo um ser vestindo uma roupa com escafandro que teria atacado um pedestre a noite num terreno baldio no centro da cidade, e um outro caso envolvendo um ser baixinho visto numa praça por um casal de namorados.

Bem fica aqui o relato da minha experiência. Se alguém tem algo semelhante para relatar e quiser manter sigilo ou privacidade, pode me escrever: 

guyana.luis@hotmal.com

Ou

hobes777@gmail.com

– PREDADOR

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