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OVNIS de luz azul estariam envolvidos no sinistro incidente do Passo Dyatlov? Indícios e conexões com outros casos no mundo

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Por PREDADOR
Em várias matérias publicadas aqui no OVNI Hoje, com base no estudo da casuística ufológica em todo o mundo, eu fiz menção à interessante conexão entre “ataques” a pessoas e OVNIS de luzes azuis.

OVNIS de luz azul estariam envolvidos no sinistro incidente do Passo Dyatlov?
Crédito da imagem ilustrativa: n3m3/stablediffusionweb.com

Preliminarmente, convém relembrar o que publiquei em matéria já apresentada neste site, relativa ao Rancho Skinwalker.

Começando pelo relato de Steven, membro da família Sherman, que foi proprietária do Rancho Skinwalker:

“Estávamos fora de casa e vimos uma esfera… e essa esfera ERA AZUL… lembro de ouvir os cachorros chorando…. e depois de corrermos até lá lembro de encontrarmos os cachorros esmagados. Havia uma área queimada em volta de cada um desses animais. Eles estavam ESMAGADOS, comprimidos contra o solo.”

Fonte: History Channel. O Mistério do Rancho Skinwalker. Episodio: O Rancho Ataca Novamente –

Em um dos episódios do documentário “O mistério do Rancho Skinwalker” do History, a equipe de pesquisadores, da qual faz parte o renomado cientista e ex-funcionário do Departamento de Defesa dos EUA  e da NASA Travis Taylor, observa o vídeo capturado por uma câmera externa de um orbe de luz azul.

Em uma das várias matérias que já publiquei aqui no OH falando dos ovnis de luzes azuis, eu comento a história extraordinária (e sinistra) vivida por um antigo visitante deste site, que se apresentava como Menis, o qual teve uma experiência dolorosa e extremamente traumatizante (o fato o marcou para o resto da vida, além de ter ficado com graves sequelas físicas que o impediram de andar normalmente por muitos anos, tendo que usar cadeira de rodas). O fato ocorreu quando era menino (12 anos), no interior do Estado do Rio de Janeiro. Eis o seu relato:

“01 de junho de 1984 –  Meu irmão e eu tínhamos o hábito de buscar água fresca em uma nascente a uns 2 quilômetros de onde morávamos, um ele ia outro as vezes íamos juntos ou acompanhados por outras pessoas, a bica d’agua ficava em um local ermo isolado no meio do mato, cheguei mais cedo da escola pensei ah, vou buscar água’ peguei a bicicleta e fui.

Chegando próximo a bica comecei a sentir um medo que me paralisava; esse sentimento chegou assim do nada, e ficou tão forte que virou desespero o sentimento e que eu estava sendo caçado, ou eu corria ou morria, pedalei o mais rápido que pude, e quando dei por mim eu já tinha passado pela bica d’água, ela já tinha ficado pra traz, desci da bicicleta, respirei fundo e resolvi voltar, me sentei no chão tentando recuperar o meu folego.

Foi então que eu percebi que a floresta estava tão silenciosa que parecia que todos os insetos, bichos, aves tinham de algum desaparecido, não se escutava nada nenhum pio nenhum barulho de inseto.

O vento não ventava, não se notava qualquer movimento nas árvores, foi quando olhei pro lado vi uma enorme BOLA OVALADA DE LUZ AZUL descendo lentamente do céu a te ficar um meio metro do solo, então peguei a bicicleta, queria sair o mais rápido possível daquele lugar, sabia se ela me pegasse eu estaria morto… esse era meu sentimento o de morte eminente…

Foi quando eu cai, senti um forte impacto mas costas, como se tivesse tomado um pedrada mas de uma pedra bem grande, cai, fiquei com a cara no chão não querendo ver que a luz tomava conta do meu corpo, ouvia um som uma espécie de vum vum vum vum.

Então senti meu corpo sendo levantado do solo, e a LUZ AZUL tomou conta de tudo, era só o que eu via, era só o que enxergava. Eu senti que tinham jogado um paralelepípedo nas minhas costas foi uma pedrada de luz azul, doeu demais parecia que meu coração e pulmões tinham sido arrancados pelo peito, a luz azul parecia líquida, queimava meu nariz boca, comecei a não conseguir respirar o desespero era tão grande que eu queria morrer…

Senti que a luz entrava por todos os orifícios do meu corpo orelha, nariz, boca, no ânus e até no buraco da minha uretra, me sentia sendo queimado por óleo quente de dentro pra fora, gritava mas não saia, esperneava mas não me mexia. A luz movia meu corpo com muita rapidez por fim me jogou ao solo, eu estava completamente paralisado com todo corpo queimado com queimaduras de 3º grau nas parte íntimas, cabelo, nas costas.”

Também aqui, no relato do Menis, temos os mesmos fenômenos – bola (orbe) de luz azul, sentimento de estar sendo esmagado contra o solo, queimaduras corporais sérias.

Fiz várias outras matérias comentando casos em que OVNIS de luzes azuis estiveram envolvidos em contatos com humanos com consequencias nada boas para estes, não somente casos de danos físicos mas também desaparecimentos. Neste particular, o caso mais importante e até hoje um dos maiores mistérios não resolvidos relativos a desaparecimentos de pessoas ocorrido no Brasil em 1985, o desaparecimento do escoteiro Marco Aurélio. Dois detalhes interessantes aqui:

  1. O fato ocorreu em 1985 na excursão de escoteiros ao Pico dos Marins, que fica na Serra da Mantiqueira;
  2. A região da Mantiqueira foi a mesma onde o Menis foi atacado há apenas um ano antes (1984).

Mas o detalhe crucial entre os dois casos está nas luzes azuis: no caso do Menis, o ovni emitia raios de luz azul que o atingiram; no caso do escoteiro Marco Aurélio, foi relatado pelos escoteiros que o procuraram no dia seguinte ao desaparecimento, o avistamento de luzes azuis estranhas na área (fato esse que consta no depoimento feito à polícia na época):

“Na noite do desaparecimento, o grupo (de escoteiros que havia descido para procurar Marco Aurelio), ouviu um grito e um barulho de apito vindo da mata. Todos os escoteiros andavam com um apito no caso de se perderem, então poderia ser do menino. Ao saírem fora de casa, se depararam com uma forte luz azul, tão forte que chegou a cegá-los.” 

(Fonte https://www.podcastcdd.com.br/post/10-marco-aur%C3%A9lio-desaparecidos)

Recentemente encontrei um outro caso envolvendo raios de luz azul vindos do alto, com desfecho trágico igualmente:

Dª Margarida (que já havia visto uma nave em caso anterior próxima ao prédio onde morava) contou que recebeu em sua casa a visita de Dª Maria, sogra de sua filha Cristina. A filha havia dado à luz a um menino no dia 24/06/1994.

Dª Maria foi ao quarto ficar um pouco com a criança e lá ficaram a sós. Demorou um pouco e ela saiu do quarto aos prantos. Chorava muito e ninguém sabia o motivo. Naquele momento, Dª Maria se dirigiu até uma barraca de doces que Dona Margarida possuía em frente a sua casa, onde se encontravam mais pessoas e ainda em prantos, ficou próxima a uma cerca de arame.

Em seguida, uma luz azul tomou conta do corpo dela. Naquele instante, Dª Margarida chegou a tocá-la com a mão para ver o que estava acontecendo, mas nada acontecia.

A luz que a iluminou, veio do alto e estava escuro no momento. Dª Maria começou a passar mal e buscaram socorro imediato. Quando chegaram ao hospital, nenhum médico informava o diagnóstico. Um, dizia que era dengue, outro dizia que deveria fazer exames para investigar. Fato é que, nenhum laudo concreto foi expedido e Dª Maria ficou bastante fraca, também paraplégica, pois não andou mais a partir daquele momento. Frequentou diversos médicos e não conseguiu se curar. Ficou de cama, não saiu mais e após três anos do fato ocorrido, veio a óbito.

(Fonte: UFOVIA)

O desfecho trágico da Dona Maria é o mesmo do mais famoso e conhecido Caso do Luis Barroso, proximo a Quixadá, Ceará; pelo que consta o homem e seu burro foram atingidos por um raio de luz azul (não consegui uma confirmação disso na Internet, se era mesmo azul) e ficaram paralisados. Barroso inicialmente sentiu-se mal, com dor de cabeça, enjoo e vômitos. Com o tempo, seu estado ficou crítico, regredindo mentalmente até a idade de uma criança, nunca mais andou e morreu sem sair da cama. Até o resto da vida, só falava três palavras: mamãe, dá e medo. O médico que o acompanhou até a morte destaca que o que mais impressionava era que a pele do seu rosto parecia de uma criança, lisa, sem nenhuma ruga.

O incidente do Passo Dyatlov

Passemos agora a outro caso emblemático, embora não se tenha um consenso se houve envolvimento de ovnis ou não. Na verdade, o caso do Passo Dyatlov é emblemático de um evento sinistro mas sem uma explicação definitiva, ainda que de vez em quanto uma teoria surge afirmando que tem a chave de resolução do mistério.

Sinteticamente, o incidente diz respeito à morte violenta de 9 esquiadores experientes nos Montes Urais, sendo que dois estavam sem os olhos e um dos corpos sem os olhos também estava sem a língua (esses detalhes remetem rapidamente às mutilações de gado e de pessoas atribuídas a OVNIs) (a teoria da avalanche aqui pode ser posta em dúvida, uma vez que não há como uma avalanche provocar a perda da língua ou dos olhos dessa forma; tampouco que animais teriam retirado esses órgãos, uma vez que os corpos estavam cobertos pela neve e todo o resto dos corpos estava preservado; o legista anotou que a forma como a língua foi retirada exigia uma força descomunal, inexplicável, equiparada a uma batida de um automóvel em alta velocidade….).

Interessante é que a montanha para a qual os esquiadores se dirigiam era reputada há séculos como maldita pela tribo local dos Mansi, que a denominavam, na língua local, de “Ortoten – não vá lá.” O local também era conhecido como Jólat Siajl (a montanha da morte). Esse histórico sugere que outros eventos sinistros ocorreram no passado distante marcando a memória do povo da região.

Além dos que defendem uma ação alienígena sinistra, outras teorias tem tentado explicar essas mortes violentas: explosão de um míssil secreto soviético, ataque de animal selvagem, hipotermia e consequente alucinação coletiva, são explicações aventadas, mas alguns detalhes acabam refutando cada uma dessas explicações como uma certeza definitiva.

Sem adentrar nessas teorias, convém destacar que há sim um provável elemento conexo com os ovnis nessa história. Segundo consta, um dos principais investigadores do caso, Lev Ivanov, foi quem primeiro percebeu que os corpos e equipamentos encontrados eram todos radioativos e disse que um contador Geiger que ele trouxera enlouqueceu por todo o acampamento. Ele também disse que as autoridades soviéticas lhe disseram na época para encerrar o caso, apesar dos relatos de que “esferas voadoras brilhantes” haviam sido relatadas na área em fevereiro e março de 1959.

Na época, suspeitei e tenho quase certeza agora de que essas esferas voadoras brilhantes tinham uma conexão direta com a morte do grupo“, disse Ivanov ao jornal cazaque Leninsky Put, em entrevista descoberta pelo Times .

Outro grupo de estudantes acampados a cerca de 30 milhas do outro grupo relatou avistamentos semelhantes naquele momento. Em depoimento escrito, um deles disse ter visto “um corpo circular brilhante voar sobre a aldeia de sudoeste para nordeste. O disco brilhante era praticamente do tamanho de uma lua cheia, uma luz branco-azulada rodeada por um halo de luz azul. O halo brilhou intensamente como os flashes de um relâmpago distante“.  (Fonte: Russia’s Dyatlov Pass Incident, the Strangest Unsolved Mystery of the Last Century – Derek Mead. https://www.vice.com/en/article/wjj9yb/russias-dyatlov-pass-incident-the-strangest-unsolved-mystery-of-the-last-century)

Por fim, um caso interessante onde a emissão de luzes azuis pode ser associada a um tipo específico de ocupante de OVNIs, ou melhor, tipos robóticos que podem estar sendo dirigidos à distância por uma inteligência extraterrestre biológica. De qualquer forma, o caso também sugere que raios de luz azul emitidos por entidades não humanas são usados para atingir fisicamente (e danosamente) seres vivos do planeta:

O Caso Antonio La Rubia (Fonte: ufos-wilson.blogspot)

Testemunha: Antônio Bogado La Rúbia, de 33 anos de idade, casado, e há 3 anos motorista de ônibus, tendo instrução primária. [Dados da época da pesquisa do caso].

Residência da Testemunha [à época do caso]: Rua Caraguatatuba, Quadra 64, Lote 4, Bairro 7 de abril, Paciência, Distrito de Campo Grande, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Local de Trabalho da Testemunha: Empresa de Ônibus “Transporte Oriental”, na Avenida Santa Cruz, nº 1220, em Santíssimo, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Local do sequestro e da libertação: A testemunha foi sequestrada a aproximadamente 500 metros de sua residência e libertada a cerca de 3 mil metros adiante, na estrada.

A Captura de Antônio

O disco estava a uns 20 metros de distância de Antônio (que se encontrava ainda postado no meio da rua). Entretanto, se acercaram rapidamente dele os três vultos que ele avistara no momento em que a luz surgiu.

Aquele que se encontrava mais longe de Antônio estava a uns 10 metros de distância, à sua frente, portanto, além do meio-fio, embora na parte externa do campo de futebol. Os outros dois estavam a uns 2 ou 3 metros de Antônio, um, mais à esquerda e, outro, mais à direita.

A parte “elipsoidal”, que aparentemente representava a cabeça das figuras, chegava até a altura do ombro de Antônio. Entretanto, o tronco dessas figuras descansava em um pé único. Esse pé era cilíndrico e de aspecto artificial como se fosse torneado. Mesmo assim, os três seres locomoviam-se com toda a facilidade e rapidez, vencendo inclusive o meio-fio, embora Antônio não soubesse como conseguiram.

OVNIS de luz azul estariam envolvidos no sinistro incidente do Passo Dyatlov?
Os seres robóticos do caso La Rubia

Dentro da nave, os seres apresentaram a Antonio projeções de imagens quadradas, com aproximadamente 2×2, na parede oposta àquela onde estava. Foram 14 projeções.

Particularmente interessante aqui é a 6ª projeção:

Esta foi a projeção que maiores temores instilou em Antônio. Conforme a interpretação desta cena, talvez ela enseje também ao pesquisador tirar algumas conclusões sobre o real poder tecnológico daqueles estranhos seres encontrados por Antônio.

Nesta projeção, Antônio observou um grande e vistoso cachorro preto, postado diante de um ufonauta do tipo dos que tratamos aqui. O animal procurava avançar para o extraterrestre. Entretanto, parecia contido, talvez por um obstáculo invisível, semelhante ao que prendia Antônio.

O cão arreganhava os dentes e babava. Viu-se nele por quatro ou cinco vezes, um movimento de cabeça e da boca, o que devia corresponder a latidos. Contudo, esta projeção, bem como todas as outras, também era silenciosa.

Depois dos gestos de latidos feitos pelo cachorro, começou a se desenrolar na tela uma cena chocante. O ufonauta projetado na parede começou a desmanchar-se. Esse processo de decomposição principiou pela cabeça do extraterrestre e foi se alastrando pelo seu corpo abaixo, até restar dele somente uma pequena massa cinzenta, no chão…

Enquanto Antônio assistia, atônito, a esta cena horripilante, a luz do teto da nave espacial tornou-se intensíssima. Ao mesmo tempo, uma das personagens de um dos grupos no interior do disco, adiantou-se velozmente em direção à tela; em seu “braço-tromba”, estendido para a frente, encontrava-se uma seringa atarraxada na extremidade.

Da ponta desta seringa, partiu um raio de luz azul que atingiu o cachorro projetado na tela. Incontinenti, o cão passou a sofrer o mesmo processo de decomposição do ufonauta observado instantes antes, na tela. O animal começou a se desmanchar, de cima para baixo, até restar dele apenas um montezinho de massa cinzenta, no chão (observem aqui a semelhança com o relato da orbe de luz azul e seu efeito sobre o cachorro dos Sherman relatado por um dos proprietários do Rancho Skinwalker: “Estávamos fora de casa e vimos uma esfera… e essa esfera ERA AZUL… lembro de ouvir os cachorros chorando…. e depois de corrermos até lá lembro de encontrarmos os cachorros esmagados. Eles estavam ESMAGADOS, comprimidos contra o solo.”

Conclusões

Em todo os casos relatados, há um elemento em comum: óvnis ou objetos (orbes) emitindo raios de luz azul (embora no caso do escoteiro Marco Aurélio, não tenham sido vistos óvnis pelos que o procuravam, eles destacaram o fato do avistamento das luzes azuis saindo da mata como algo inexplicável e fora de qualquer padrão compreensível, então um orbe ou óvni poderia estar por ali naquele momento. Já no caso das Máscaras de Chumbo, os moradores próximos ao Morro do Vintém, onde os dois técnicos em eletrônica foram encontrados mortos, relataram ter visto um óvni emitindo raios de luz azul exatamente na área.

Infelizmente, o que todos esses casos deixam evidente, é que estamos sendo visitados por seres e civilizações que, mesmo avançadas tecnologicamente, não dão a mínima importância para a preservação da integridade física dos seres que aqui vivem – sejam humanos ou animais. Esse é o lado sinistro da presença alienígena (extraterrestre ou dimensional) que, talvez por isso mesmo, seja um fato escamoteado pelos governos e também um tema incômodo a que muitos ufólogos preferem deixar de lado.

PREDADOR

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