Revisitando o Caso Colares: Conexões com o Rancho Skinwalker e o caso Menis

Tempo de leitura: 4 min.

Por PREDADOR

Em várias matérias publicadas aqui no OVNI Hoje, com base no estudo da casuística ufológica em todo o mundo, eu fiz menção à interessante conexão entre “ataques” a pessoas e OVNIS de luzes azuis, alguns casos envolvendo mortes, sequelas físicas e por vezes desaparecimentos.

Revisitando o Caso Colares: Conexões com o Rancho Skinwalker e o caso Menis


Para mim é evidente, a partir da casuística, que existe uma ligação e um padrão em casos envolvendo sequelas ou danos a pessoas ou animais após o encontro com esse tipo de OVNIS.

Isso ficou ainda mais óbvio quando analisei três eventos envolvendo OVNIs de luzes azuis e o fenômeno da compressão ou esmagamento que parece estar vinculado a algum efeito da luz que é lançada diretamente sobre o corpo das “vítimas”.

Começando pelo relato de de Steven, membro da família Sherman, que foi proprietária do Rancho Skinwalker:

“Estávamos fora de casa e vimos uma esfera… e essa esfera ERA AZUL… lembro de ouvir os cachorros chorando…. e depois de corrermos até lá lembro de encontrarmos os cachorros esmagados. Havia uma área queimada em volta de cada um desses animais. Eles estavam ESMAGADOS, comprimidos contra o solo.”

Fonte: History Channel. O Mistério do Rancho Skinwalker. Episodio: O Rancho Ataca Novamente – Youtube



O segundo evento diz respeito aos famosos “ataques” que ocorreram em Colares em 1977, na região costeira do Pará, tendo como uma das principais testemunhas, a Dra. Wellaide Cecim, então médica sanitarista na unidade de saúde da ilha, a qual atendeu 35 pacientes atingidos pelas luzes e fez um registro detalhado do que viu e examinou (registros esses que ela conta destruiu depois por medo de ser desacreditada na classe médica).

Vamos então a alguns trechos de uma entrevista gravada com a Dra. Wellaide, disponível na internet:

“E quando a gente dizia pra eles: mas porque que o senhor deixou ficar queimado desse jeito? Porque o senhor não gritou, porque o senhor não correu? Não se levantou?

Não pode, fica totalmente ESMAGADO…

Esse esmagamento é que eles chamavam de paralisia., ou seja, eles não podem se mover. É como se houvesse uma COMPRESSÃO.

Todas apresentavam queimaduras. As luzes eram sempre AZULADAS. Nunca amarela semelhante à luz elétrica… AZULADA.

Ele viu que entrava um foco luminoso de LUZ AZULADA que incidia em cima do peito dele…”

Fonte: Detalhes Dos Ataques Revelados Pela Médica | Operação Prato. Canal Enigmas e Mistérios – Youtube.

Agora passamos ao relato do Menis, um visitante do OVNI Hoje que teve uma experiência dolorosa e traumatizante quando menino (12 anos), no interior do Estado do Rio de Janeiro:

01 de junho de 1984:

“Meu irmão e eu tínhamos o hábito de buscar água fresca em uma nascente a uns 2 quilômetros de onde morávamos, um ele ia outro as vezes íamos juntos ou acompanhados por outras pessoas, a bica d’agua ficava em um local ermo isolado no meio do mato, cheguei mais cedo da escola pensei “ah, vou buscar água” peguei a bicicleta e fui.

Chegando próximo a bica comecei a sentir um medo que me paralisava; esse sentimento chegou assim do nada, e ficou tão forte que virou desespero o sentimento e que eu estava sendo caçado, ou eu corria ou morria, pedalei o mais rápido que pude, e quando dei por mim eu já tinha passado pela bica d’água, ela já tinha ficado pra traz, desci da bicicleta, respirei fundo e resolvi voltar, me sentei no chão tentando recuperar o meu folego.

Foi então que eu percebi que a floresta estava tão silenciosa que parecia que todos os insetos, bichos, aves tinham de algum desaparecido, não se escutava nada nenhum pio nenhum barulho de inseto.

O vento não ventava, não se notava qualquer movimento nas árvores, foi quando olhei pro lado vi uma enorme BOLA OVALADA DE LUZ AZUL descendo lentamente do céu a te ficar um meio metro do solo, então peguei a bicicleta, queria sair o mais rápido possível daquele lugar, sabia se ela me pegasse eu estaria morto… esse era meu sentimento o de morte eminente…

Foi quando eu cai, senti um forte impacto mas costas, como se tivesse tomado um pedrada mas de uma pedra bem grande, cai, fiquei com a cara no chão não querendo ver que a luz tomava conta do meu corpo, ouvia um som uma espécie de vum vum vum vum.

Então senti meu corpo sendo levantado do solo, e a LUZ AZUL tomou conta de tudo, era só o que eu via, era só o que enxergava. Eu senti que tinham jogado um paralelepípedo nas minhas costas foi uma pedrada de luz azul, doeu demais parecia que meu coração e pulmões tinham sido arrancados pelo peito, a luz azul parecia líquida, queimava meu nariz boca, comecei a não conseguir respirar o desespero era tão grande que eu queria morrer…

Senti que a luz entrava por todos os orifícios do meu corpo orelha, nariz, boca, no ânus e até no buraco da minha uretra, me sentia sendo queimado por óleo quente de dentro pra fora, gritava mas não saia, esperneava mas não me mexia. A luz movia meu corpo com muita rapidez por fim me jogou ao solo, eu estava completamente paralisado com todo corpo queimado com queimaduras de 3º grau nas parte íntimas, cabelo, nas costas.”


Também aqui, no relato do Menis, temos os mesmos fenômenos – bola de luz azul, sentimento de estar sendo esmagado contra o solo, queimaduras corporais sérias.

Qual seria a razão para esses ataques, qual a motivação ou propósito, não sabemos. Quais seriam os seres envolvidos nesses eventos com desfechos bem pouco favoráveis e até trágicos às pessoas e animais também é um mistério.

Mas para mim fica ainda mais claro que OVNIs emitindo luzes azuis não são de natureza amistosa, para não dizer abertamente hostil e fora do padrão da ufologia que tem propagado a ideia de que nossos visitantes são todos angelicais e preocupados com nossa integridade física e psicológica. Essa, infelizmente, é uma faceta da ufologia que precisa ser pensada mais seriamente, de um ponto de vista mais racional e menos idealístico.

Lembrando ainda em relação ao Caso Colares, que, como a Dra. Wellaide comenta na entrevista, os ataques cessaram na ilha de Colares em novembro de 1977, mas continuaram na área continental em 1978. O fenômeno parece ter se estendido ainda mais para dentro da Amazônia, atingindo os moradores de Manaus em 1980.

Há um caso interessante e sinistro ocorrido na Vila Gorete, Pará, no início de setembro 1979.

Perto das margens do rio Tapajós várias testemunhas, incluindo a Sra. Maria Lopes, relataram ter visto um objeto grande em forma de disco descer e pousar silenciosamente em uma área arborizada próximo ao rio. De dentro da nave três seres – duas figuras masculinas e uma feminina – saíram e então se aproximaram de dois pescadores, possivelmente bêbados que estavam deitados no chão e que não ofereceram resistência.

Maria e alguns pescadores observavam a cena das proximidades, incapazes de socorrer os pescadores bebados. Na parte da manhã eles encontraram os dois pescadores mortos. Na área do peito, logo acima onde o coração, foram descobertas dezenas de marcas de objetos que teriam sido inseridos no coração. Ambos não tinham sido roubados, tendo sido encontrados cerca de 5.000 cruzeiros em seus bolsos.

O pânico tomou conta da área e de acordo com os moradores um objeto luminoso estranho apareceu quase todas as noites acima da Vila Gorete.

Se você teve alguma experiência semelhante aos relatos aqui apresentados ou conhece alguém que teve, comente aqui. Se tem alguma informação ou experiência relacionada aos eventos de Colares ou da região naquela época, relate.

Se preferir o anonimato, pode me escrever:

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PREDADOR

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