Um milhão de novas galáxias são reveladas no novo mapa do Universo

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Um milhão de novas galáxias são reveladas no novo mapa do Universo
O conjunto de radiotelescópios ASKAP, localizado no sertão australiano, acabou de mapear 3 milhões de galáxias em menos de um mês. (Imagem: © CSIRO)

Um novo mapa do Universo revelou um milhão de novas galáxias, mas o que é ainda mais surpreendente é que os astrônomos as mapearam em apenas 300 horas.

Em um comunicado, a agência científica nacional da Austrália (de sigla em inglês CSIRO) descreveu o novo atlas celeste como um “mapa Google do Universo”. Eles usaram o radiotelescópio Australian Square Kilometer Array Pathfinder (ASKAP), que tem 36 antenas, para mapear uma grande parte do céu.

O Dr. Larry Marshall, que é o Diretor Executivo da CSIRO, explicou:

“O ASKAP está aplicando o que há de mais moderno em ciência e tecnologia a questões antigas sobre os mistérios do Universo e equipando astrônomos ao redor do mundo com novas descobertas para resolver seus desafios.”

De acordo com seu artigo, os astrônomos mapearam aproximadamente três milhões de galáxias que estão localizadas na parte sul do céu, com cerca de um milhão delas sendo totalmente novas para a ciência, pois nunca foram vistas antes.

Na mesma declaração, David McConnell, que é astrônomo CSIRO e principal autor do estudo, falou sobre seu projeto de mapeamento muito bem-sucedido:

“Pela primeira vez, o ASKAP flexionou seus músculos completos, construindo um mapa do universo em maior detalhes do que nunca, e em velocidade recorde. Esperamos encontrar dezenas de milhões de novas galáxias em pesquisas futuras.”

E ele estava certo quando disse que era uma velocidade recorde, já que levantamentos aéreos anteriores levaram meses ou até anos para serem concluídos e aquele realizado pela CSIRO – que eles chamaram de Pesquisa Rápida ASKAP Continuum – levou apenas algumas semanas (300 horas). As 36 antenas/receptores do telescópio tiraram centenas de fotos do céu e, em seguida, um monte de supercomputadores as combinaram em um mapa.

Havia um total de 903 fotos (cada uma com 70 bilhões de pixels) que cobriam 83% do céu. Isso é incrível por si só, já que os maiores telescópios mundiais precisaram de dezenas de milhares de imagens para criar seus próprios mapas do universo. Algumas fotos poderão ser vistas no site da CSIRO e mais em breve estarão disponíveis para visualização.

Como houve tanto sucesso com seu primeiro levantamento do Universo, os cientistas da CSIRO estão planejando mais observações que podem levá-los a descobrir ainda mais galáxias até então desconhecidas.

(Fonte)


Vale lembrar que cada galáxia pode conter centenas de bilhões de estrelas, e mesmo se cada uma dessas estrelas tivesse somente um planeta, isso ainda significaria trilhões de planetas no Universo visível. E ainda tem gente que acredita que só há vida na Terra.

n3m3

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