Experimento confirma: ETs podem coletar energia de buracos negros

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Experimento confirma: ETs podem coletar energia de buracos negros

Em 1971, Zel’dovich previu que flutuações quânticas e ondas clássicas refletidas de um cilindro absorvente em rotação ganharão energia e serão amplificadas. Este conceito, que é um passo fundamental para o entendimento de que os buracos negros podem ampliar flutuações quânticas, não foi verificado experimentalmente devido ao desafiador requisito experimental de que a taxa de rotação do cilindro deve ser maior que a frequência de onda recebida.

Isto é, até agora. Este parágrafo de abertura de um novo estudo publicado na revista Nature Physics está se referindo à ideia de que os buracos negros não são apenas corpos sugadores de matéria que consomem toda a energia em seu caminho, mas podem realmente ser capazes de ser minados por suas energias por uma civilização alienígena corajosa. Até humanos – desde que possam descobrir uma maneira de chegar perto o suficiente para conectar a bateria ao carregador do buraco negro.

Mas como?

A ideia veio do físico britânico Roger Penrose. Em 1969, ele teorizou que a energia rotacional poderia ser colhida de um buraco negro, abaixando um objeto até a borda externa do seu horizonte de eventos – a ergosfera – e, em seguida, coletando a energia que o buraco negro liberava enquanto “jantava”. O primeiro e maior desafio foi que o coletor tinha que estar parado com o buraco negro, o que significava que ele precisava se mover mais rápido que a velocidade da luz. Essa ideia de captação de energia ficou conhecida como Processo Penrose.

Enquanto Sir Roger dividia o Prêmio Wolf de física de 1988 com Stephen Hawking pelos teoremas da singularidade de Penrose-Hawking, o renomado físico soviético Yakov Zel’dovich adotou o Processo Penrose em 1971 e desenvolveu um experimento que poderia ser conduzido na Terra para testar a teoria. Este envolveu o disparo de ondas de luz distorcidas (usadas em pinças ópticas e microscópios ultra-poderosos) em um cilindro rotativo que os reflete de volta com energia extra retirada da rotação do cilindro devido a algo chamado Deslocamento Rotacional Doppler. Zel’dovich tinha certeza de que funcionaria – ele só precisava de um cilindro que girasse pelo menos um bilhão de vezes por segundo. (Suspiro.)

Avançando rápido para o presente. Marion Cromb, Ph.D., uma estudante da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Glasgow e principal autora do artigo, surgiu com uma alternativa que permitiria a ela e sua equipe de pesquisa testar com sucesso o Processo Penrose usando som em vez de luz. Obviamente, o som viaja muito mais devagar do que a luz, mas funciona da mesma maneira em um Deslocamento Rotacional Doppler. Eles usaram um pequeno anel de alto-falantes para criar uma torção nas ondas sonoras, depois os direcionaram para um absorvedor de som rotativo feito de um disco de espuma. Os microfones do outro lado captaram o som que passava pelo disco.

E?

O que ouvimos durante nosso experimento foi extraordinário. O que está acontecendo é que a frequência das ondas sonoras é alterada para zero com o doppler à medida que a velocidade de rotação aumenta. Quando o som recomeça, é porque as ondas mudaram de uma frequência positiva para uma frequência negativa. Essas ondas de frequência negativa são capazes de absorver parte da energia do disco giratório de espuma, ficando mais altas no processo – exatamente como Zel’dovich propôs em 1971.

Eureca! … ou o que quer que os pesquisadores gritem hoje em dia – Cromb preferiu comentar baixinho no Phys.org. As teorias de Penrose e Zel’dovich sobre a possibilidade de coletar energia de um buraco negro foram comprovadas em um experimento de laboratório usando o equivalente ao seu alto-falante Wifi e um bastão Nerf que gira rapidamente. Sim, está longe de recarregar sua nave espacial em um buraco negro em seu trajeto para voltar para casa, mas ainda assim é uma prova.

Mais um ponto para refletir. Penrose surgiu com o processo como uma maneira de civilizações alienígenas aproveitarem o poder dos buracos negros. O experimento prova que isso é possível. Isso significa que já pode estar acontecendo? O que isso significa?

Acerue! (Isto é um Eureca ao contrário!)

(Fonte)

Colaboração: Henrique C.O


Deve haver inúmeras formas de captar energia no Universo, as quais ainda nem sequer sonhamos. Talvez algumas delas estejam sejam muito mais acessíveis do que “sugar” um buraco negro.

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n3m3

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