Ainda sobre o Desacobertamento: Operação Prato e os filmes da Marinha dos EUA – Uma conexão evidente

Tempo de leitura: 3 min.

Por PREDADOR

Operação Prato e os filmes da Marinha dos EUA - Uma conexão evidente

Revirando jornais com matérias da época dos eventos em Colares e região, que foram alvo da famosa investigação denominada de Operação Prato, nos idos de 1977-1978, me deparei com uma foto interessante tirada na época e que me parece muito similar à imagem registrada no filme feito pelos pilotos da marinha americana, e que recentemente o Departamento de Defesa Americano reputou como verdadeiros, alimentando a polêmica sobre um eventual inicio de desacobertamento por um lado, e por outro eu diria a ira dos céticos que se apegam a inúmeras tentativas – por vezes não somente usando argumentos falaciosos, mas quiçá ridículos – para tentar manter seu negacionismo cego.

Nesse aspecto, pode-se constatar que as imagens registradas pelos pilotos da marinha americana tem alguns detalhes muito interessantes que são igualmente notados na foto tirada de um objeto luminoso em Icoaraci, próximo a Colares, naqueles idos de 1978 e que foi publicada no jornal O Estado do Pará, no dia 26 de junho de 1978.

Podemos observar claramente em ambas imagens um formato discoide e, mais do que isso, uma saliência ou bossa, na parte inferior dos objetos registrados em épocas e lugares tão distintos. Apesar da forma de registro das imagens ser diferente nos dois casos, é bem nítido esse detalhe na parte inferior dos objetos.

Pinrt screen de um quadro do filme feito pelos pilotos da Marinha americana. Imagens capturadas em 2015. Essa filmagem mostra um objeto inclinado como um pião se movendo contra o vento. Um piloto se refere a uma frota de objetos, mas nenhuma imagem de uma frota foi liberada (The New York Times, Helene Cooper , Ralph Blumenthal e Leslie Kean, 26 de maio de 2019).
Foto publicada no Jornal O Estado do Pará, 26 de junho de 1978, p. 12.

Lembrando que o igualmente conhecido Bob Lazar fala o mesmo sobre os discos voadores nos quais teria trabalhado em engenharia reversa…. essa parte saliente, bossa ou cúpula na parte inferior das naves seria a área onde estaria o elemento propulsor das naves.

Adentrando na casuística, são inúmeros os relatos nos anos 50, 60 e 70 de naves discóides descritas pelas testemunhas como tendo a forma de um “chapéu invertido”, ou seja, exatamente o que vemos nessas imagens.

A alegação de que seriam drones cai por terra, portanto, pois se objetos idênticos foram vistos nos anos 80 (Operação Prato) e ainda décadas antes, obviamente não se trata de tecnologia atual.

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Objeto fotografado no México, Puebla, 8 de dezembro de 1992

Infelizmente quando as pessoas desconhecem a casuística, fica fácil cair no “conto” desses que buscam a todo custo desconstruir a cada vez mais factível tese de que são naves de outros mundos (deste universo, de outros universos ou dimensões) e que nos visitam há muito mais tempo do que as imagens registradas pela marinha americana sugerem.

Retornarei com nova matéria sobre um caso interessante ocorrido em Icoaraci, Pará, um dos epicentros dos avistamentos e da investigação da Operação Prato em 1977, que demonstra que os alienígenas já estavam na área em 1953 pelo menos e, a propósito, andaram bem descontraidamente entre a população local, assim como suas naves foram ostensivamente vistas inclusive por militares na época. Mas esse é assunto para uma nova matéria para o nosso dileto clube do OVNI Hoje.


Se você teve alguma experiência ufológica, avistamento ou mesmo um contato, ou conhece um caso envolvendo parente ou amigos e queira relatar reservadamente, pode me escrever. Meu e-mail: guayana.luis@hotmail.com   Manterei sigilo se o desejar.

– PREDADOR

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