Hiperbórea: Uma antiga terra alienígena “presente” na Terra

Tempo de leitura: 2 min.

Os nomes de Hiperbóreo e Hiperbórea vêm do grego antigo e significam ‘além do vento norte – ou do polo norte’.

Atenção: Conteúdo da matéria abaixo sem comprovação de veracidade das alegações nele apresentadas, podendo contradizer a ciência atualmente aceita e as crenças gerais difundidas na humanidade.

Hiperbórea: Uma antiga terra alienígena “presente” na Terra

Nesse fabuloso reino de eterna primavera, o Sol brilhava 24 horas por dia, mas era praticamente impossível chegar lá, porque essa região era protegida por enormes paredes de gelo transparentes.

E também não era acessível por meios de transporte convencionais, uma vez que esse enigmático “paraíso” era guardado por poderosas raças de semideuses chamados Hiperbóreos.

Essa civilização tem sido descrita em muitas culturas como seres muito altos, com olhos azuis, loiros e pele muito branca, possuindo uma sociedade muito bem desenvolvida e organizada.

Um de seus muitos talentos são as artes e a ciência. Seus habitantes vivem em um estado de luz e amor permanente, na verdade, é uma raça que sempre viveu livre da guerra.

Seu conceito de trabalho é incomparável. Sua genética não conhece a velhice nem a doença. Eles são seres altamente psíquicos.

Outra parte da história grega conecta os hiperborianos com a fundação de vários santuários religiosos importantes na Grécia antiga, e esses escritos também dizem que o planeta seria conectado por túneis por todo o seu interior.

Diferentes culturas de todo o mundo concordam em seus escritos antigos que toda a humanidade tem sua origem na Hiperbórea.

Essa raça antiga tem a mesma origem que a Atlante e a Lemuriana, de origem extraterrestre. Hoje, uma parte dessa civilização permanece oculta dentro do planeta.

Os cientistas confirmaram que existem aberturas nos pólos e que elas serviriam como entradas para um mundo oculto avançado, e considerando essa teoria, a antiga lenda grega faria sentido.

Alguns pesquisadores afirmam que os hiperborianos coexistiram por um tempo com outras raças, como os atlantes e os lemurianos, sendo seu relacionamento mais intenso com os atlantes com os quais trocaram parte de sua ciência e astronomia.

Hiperbórea não é uma lenda, ainda existe

Antes de tudo, deve-se lembrar que essa região e os dois continentes “perdidos” não deixaram de existir, pois seus edifícios estão localizados no fundo dos oceanos, como demonstrado recentemente.

E já existe especulação sobre a possibilidade de que em algum momento da história humana esses continentes possam ressurgir à superfície.

Por outro lado, nem todos os hiperbóreos desapareceram na grande catástrofe, uma parte de sua sociedade foi salva, poupada da destruição iminente de sua civilização.

Isso ocorreu antes dos dois continentes – Lemuria e Atlantis – e a região Hiperbórea foi engolida pelas águas devido a uma mudança na posição do eixo da Terra.

Por um tempo, eles prepararam sua migração para o interior do planeta, um desses lugares é o Monte Shasta, na Califórnia.

E outra parte desses descendentes, ao longo do tempo, no curso de nossa história humana, veio à superfície e se adaptou a diferentes partes do mundo, migrando para terras mais meridionais. E assim misturando-se com outros grupos étnicos e habitantes de diferentes regiões do planeta, como a Islândia e a Europa, bem como as terras do Himalaia ou o continente americano, contribuindo com conhecimentos de matemática, astronomia, etc.

Uma antiga tradição tibetana diz que:

A Ilha Branca (Hiperbórea) é o único lugar em que o destino geral de todos os continentes escapou após a catástrofe. Não pode ser destruído pela água ou pelo fogo, pois é a Terra Eterna.

(Fonte)


Nada comprovado, mas sempre é dito que em toda a lenda há pelo menos um fundo de verdade.

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n3m3

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