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A estranha vizinha do apartamento 302

Tempo de leitura: 8 minutos
estranha vizinha

Por causa de inúmeros relatos da presença de aliens (nórdicos louros ou morenos) que as testemunhas afirmam ter conhecido e que inicialmente pensavam serem humanos, mas que depois os indivíduos lhes revelaram serem alienígenas vivendo aqui disfarçados, eu acredito que efetivamente eles estejam entre nós, provavelmente como antropólogos que vão para uma ilha deserta no Pacífico viver entre os nativos para conhecer e compreender seus hábitos e cultura peculiares.

Os relatos a seguir são superinteressantes e remetem mais uma vez a essa possibilidade, incorporando-se a dezenas ou até centenas de outros que muitas pessoas ao redor do mundo tem relatado, sobre alienígenas vivendo disfarçados entre nós. Talvez mesmo pessoas aqui do OH já tenham tido a experiência.

A nossa amiga Jacqueline que teve experiências ufológicas, incluindo visitas de aliens ao seu quarto e, acredito, até mesmo visita de MIBs enviados por aliens quando menina a sua casa, também teve um encontro com um ser louro que, me parece, era um nórdico disfarçado de humano, o qual lhe disse que era da FAB (Força Aérea Brasileira). Talvez não fosse só uma informação para confundir, mas ele efetivamente estava infiltrado como humano na nossa força aérea.

Como muitos pesquisadores acham, com base em suas pesquisas e relatos de pessoas de todo tipo, aliens podem estar vivendo entre nós sob diferentes disfarces.  Lembrando os casos do Professor Hernandez (pseudônimo), um físico e pesquisador mexicano que afirma ter conhecido, em 1972, uma nórdica de cabelos castanhos, alta (1,90), extremamente bela e esguia, na universidade depois de ter notado sua presença na sala de aula por várias semanas…. um encontro casual e uma conversa na qual ele viu que ela tinha conhecimentos incomuns na área da biologia molecular, o que o deixou espantado, o fez perguntar sobre quem era afinal, e ela lhe disse que era uma alienígena em missão de pesquisas no nosso planeta. Ela se identificou como Elyense mas ele passou a chama-la de LYA. Seguiram-se outros encontros até que ela o levou a um descampado onde pôde ver uma nave discoide pousada. 

A alienígena LYA, segundo a descrição do Professor Hernandez

Outros casos incluem o agricultor que segundo Hermínio e Bianca era um alienígena disfarçado vivendo no interior do Brasil, o qual lhes informou que estava indo embora por problemas físicos de adaptação no nosso planeta.

E também o caso da África do Sul, onde um engenheiro eletrônico conheceu um operário em uma fábrica que depois lhe informou ser um alienígena disfarçado de humano, que estava vivendo por um tempo aqui para conhecer melhor nosso mundo e nosso modo de vida.

Esses são alguns dos relatos interessantes, dentre muitos outros.

A história a seguir também parece se encaixar nos casos da presença oculta dos alienígenas entre nós. Então, talvez aquele seu vizinho estranho não seja só uma pessoa estranha, mas algo ainda mais intrigante; talvez seja um alienígena disfarçado de humano.

O Relato da Testemunha M.A.

Estava sentado em meu escritório, desenvolvendo um sistema especialista em meu PC. Costumo dormir tarde e naquele dia não poderia ser diferente. Por várias vezes, escutei ruídos estranhos que me tiraram à atenção. Os ruídos pareciam vir do andar de cima, e sabe como é morar em apartamentos modernos.

As paredes e o piso são tão finos que qualquer ruído, por menor que seja, acabamos compartilhando com nossos vizinhos. No princípio pensei que fossem crianças brincando com bolinhas de vidro no chão, porque é o que aquele som parecia, mas depois de algumas horas escutando aquelas vibrações, me dei conta de que já passavam das duas horas da manhã e era um pouco tarde para crianças estarem brincando.

Após isto, iniciou-se uma nova série de ruídos, móveis sendo arrastados, novamente bolinhas, ou seja, lá o que era aquilo. Realmente fiquei tão intrigado e irritado que desliguei o computador e fiquei atento apenas aos sons que eram emitidos. O que estaria fazendo uma pessoa, à uma hora daquelas, movimentando móveis e derrubando coisas no chão.

Tentava, a cada minuto que passava achar uma explicação para o que estava acontecendo. Acreditava que isto serviria de consolo para atenuar minha completa irritação. Cansado, fui para cama, acertei o despertador, deitei e não consegui dormir. Os sons continuaram. Pensava comigo: Será que esta pessoa não dorme? Ou planejou mudar-se de noite para ninguém ver o que tem dentro de casa? Ou será mesmo provocação?

Tomei a decisão de, na manhã seguinte, conversar com o morador.

Acordei por volta de onze horas da manhã.  O primeiro pensamento do dia foi em fazer uma visita ao “misterioso barulhento” do apartamento acima do meu.

Lá estava eu tocando a campainha do dito apartamento. Toquei, bati na porta e nada. Parecia não ter ninguém em casa, mas algo me dizia para insistir, então ouvi um ruído na porta e aquele brilho característico do olho-mágico escureceu.

Estavam observando-me por trás da porta. Demorou alguns minutos e a porta se abriu. Havia uma grade de ferro para proteção do apartamento. Uma jovem de aproximadamente trinta anos e com um sorriso nos lábios, que me chamou atenção no momento em que vi, me cumprimentou com um cordial bom dia. Retribuí o bom dia de forma amigável, antes de iniciar a reclamação.

A moça era de estatura baixa, extremamente magra, cabelos finos e escorridos, de olhos negros, oblíquos e afastados. Aguardei o momento certo e disse que estava ali, porque na noite anterior não havia conseguido dormir com o barulho que estavam fazendo e que gostaria de saber o que tinha ocorrido naquelas horas da noite. A mulher, olhando para mim com o mesmo olhar disse:

– Que vergonha, desculpa-me, que vergonha, realmente estava com problemas. Isto não irá se repetir, você quer entrar para conversar

Eu estava um tanto atrapalhado e sem jeito, então acabei não aceitando o convite. Agradeci sua consideração. Ela olhou para mim de uma maneira absolutamente diferente, um olhar que assustava. Despediu-se e fechou a porta.

Os acontecimentos daquela noite se repetiram durante todo o mês e eu várias vezes voltei para reclamar, todas sem nenhum resultado. Sempre que eu estava em casa, a movimentação durava o dia e a noite. A moça parecia não dormir, um ruído de água se intercalava com os outros.

Certo dia, numa manhã de domingo, após mais uma reclamação, aceitei o convite que sempre recebia. Entrei carregando comigo muitas dúvidas, depois de falar mais uma vez e ouvir a mesma série de desculpas por parte da moradora. Pude notar que o piso do apartamento estava úmido, parecia ter sido lavado recentemente. Ela me perguntou se eu morava há muito tempo no prédio e respondi que sim.

Eu observei tudo, cautelosamente. Havia pequenas pedras no canto da sala, pareciam cristais de rocha. Não vi móvel algum na sala, havia somente um sofá branco, limpo como gaze cirúrgica, o que me deixou intrigado, pois de onde vinha o som de móveis sendo arrastados?

Ela me observava e desculpava-se repetitivamente. Olhei para ela naquela posição, sentada sobre as pernas no chão úmido da sala, observei que esfregava os dedos das mãos, como se estivesse nervosa e que mantinha seu sorriso enigmático no rosto.

Formulei cuidadosamente uma pergunta para ver se ela explicava o porquê dos ruídos noturnos. Queria saber qual razão dos ruídos e se eu poderia ajudá-la em alguma coisa.

Ela continuou na mesma posição, observando-me. Suas mãos suavam. Comecei a ficar nervoso com aquela situação. Ela disfarçou e com a voz trêmula disse-me que estava com problemas de adaptação.

Não compreendi, mas não quis tornar-me indelicado, pois apesar de atrapalhar meu sono, ela estava sendo simpática comigo. Perguntei como se chamava, e até hoje não consigo lembrar.

Despedi-me e pedi desculpas pelo incômodo. Ela estendeu a mão para cumprimentar-me e perguntou meu nome. Seu olhar continuava exatamente igual ao que vi na primeira vez. Ao tocar a sua mão, senti que sua pele era úmida e lisa. Desci as escadas do prédio e voltei ao meu apartamento.

Logo que entrei, o telefone tocou. Era minha namorada. Jamais havia contado para ela sobre os fatos estranhos que aconteciam durante a noite. Respondi que havia saído para resolver problemas com o morador do apartamento acima do meu. Convidei-a para ir até minha casa e despedi-me dela. Logo que ela chegou, decidi que contaria o que estava acontecendo.

Comecei do princípio. A cada palavra que dizia, observava atentamente suas reações porque passava pela minha mente, que ela pudesse pensar que eu estava apenas imaginando coisas. Depois que contei tudo a ela, aguardei seus comentários.

Ela demorou a falar e após algum tempo, disse que todas as observações e detalhes sobre as atitudes estranhas de algumas pessoas traziam a ela a lembrança de que também vivera uma experiência semelhante, mas que jamais comentou com alguém, pois receava que fossem rir dela, ou que até mesmo a chamassem de louca. Iniciamos uma longa conversa e relacionamos vários casos semelhantes ao que havia ocorrido.

Resolvemos sair para comer algo. Quando estávamos fechando a porta, olhei para a escadaria e vi que a moradora do apartamento 302 descia as escadas rápida e levemente, sem produzir ruído algum.

Discretamente chamei atenção de minha namorada para que ela visse a moça de quem eu havia falado. Rapidamente voltou-se para mim e me disse que não havia visto ninguém. Naquele momento fiquei realmente assustado. O que estaria acontecendo comigo?

Vários dias se passaram, até que em um fim de semana em que minha namorada foi à minha casa, finalmente avistamos a estranha moradora saindo do prédio. Tudo o que eu mais queria, era que minha namorada dissesse que tinha visto a misteriosa mulher. O comentário que ouvi foi à definição clara, do que estava acontecendo. Ela ficou olhando atentamente para a moça e disse em poucas palavras o que eu queria ouvir:

– Que mulher estranha! Não parece humana. Senti até arrepios quando ela passou por mim. Suas características lembram-me de um rapaz que conheci.

Foi então que ela contou sua história.

Segundo ela, certo dia, um caminhão de mudanças enorme encostou-se a frente ao prédio onde morava e foram retirando uma carga muito grande de caixas. O mais interessante, disse ela, é que não viram móveis, apenas caixas de metal, destas de transporte de instrumentos e câmeras de vídeo.

A notícia de que havia chegado um novo morador no prédio logo se espalhou por todos os andares e como sempre, todos ficaram curiosos. Os comentários eram de que o novo morador era um homem de aproximadamente trinta anos, magro, cor branca, cabelos castanhos e que desde que o rapaz havia chegado, não tinha conversado com nenhum morador do condomínio. Silencioso e calado.

Passaram-se alguns dias após a chegada do novo morador e os comentários sobre ele chegaram até minha namorada, de forma muito curiosa. Todos diziam que o jovem era muito estranho, pois estava sempre muito pálido e suando, e movimentava as mãos de forma estranha.

A primeira vez em que minha namorada cruzou com ele no elevador pode comprovar os comentários dos outros moradores. Ele desceu no sexto andar e durante todo o trajeto desde o térreo não falou nada, apenas movimentava as mãos e transpirava muito. O homem pouco era visto, e quando cruzava por moradores, sempre estava sozinho, pálido, suando muito, e movimentando os longos dedos.

Um dia, quando chegava ao prédio, avistou o estranho rapaz, e ao se aproximar dele, percebeu que realmente estava vivendo uma estranha experiência, pois o homem passou por ela como se ela não existisse ou estivesse invisível.

No mesmo dia, ao voltar para casa, quando entrava no elevador, o rapaz apareceu subitamente na porta e perguntou a ela, se estava subindo. O fato a surpreendeu, pois falara com ela pela primeira vez. Perguntou, ainda, se ela morava no prédio.

Isto a deixou mais intrigada, porque cruzara com ele várias vezes e por educação cumprimentava-o, porém parecia ser a primeira vez que ele a percebera.

Os vizinhos do apartamento do rapaz iniciaram uma série de reclamações ao síndico do edifício, pois sons estranhos atravessavam a madrugada e tinham origem no apartamento do misterioso morador. Ruídos semelhantes aos da moradora do apartamento 302 do meu prédio. Certo dia, o misterioso homem, simplesmente desapareceu e ninguém mais o viu.

O apartamento estava desocupado e ninguém soube mais nada do homem. Curiosamente um vazamento muito grande apareceu no teto do apartamento abaixo daquele morador. Ao verificarem o piso do apartamento, encontraram muita umidade. Como se o apartamento tivesse sido lavado por vários dias seguidos.

Comentários do pesquisador Gério Ganimedes:

Ao longo de minha caminhada nesta área de pesquisas, recebi dezenas de relatos estranhos como esse. Pessoas com características, aspectos e hábitos diferentes. Ao cruzar as informações, percebi que a anatomia e atitudes parecem resultar numa similaridade incrível e ao mesmo tempo anômala.

Muitos com quem mantenho contato acreditam que podemos estar sendo observados de perto por entidades biológicas extraterrestres, adaptadas para analisar, estudar e coletar informações importantes sobre nossa sociedade, mas por enquanto o que temos de sólido são apenas histórias curiosas.

Estaríamos dividindo espaço com alguma espécie infiltrada em nossa sociedade? Poderia uma espécie extraterrestre estar vivendo em nosso cotidiano? 

Aguardemos agora, mais relatos, para quem sabe, tentarmos cruzar mais informações de casos com características semelhantes.

Fonte: Gério Ganimedes,  http://projetoquartzoazul.blogspot.com

Nesse relato tem coisas bastante interessantes quanto ao fato da moça ser uma extraterrestre. Segundo a descrição da testemunha, a “moça era de estatura baixa, extremamente magra, cabelos finos e escorridos, de olhos negros, oblíquos e afastados.

  • Estatura baixa – muitas nórdicas são descritas como baixinhas:
  • a suposta alien Dolores Barrios (1954) não teria mais do que 1,60 ou menos segundo as testemunhas da reunião ufológica no Monte Palomar, Califórnia, incluindo uma senhora americana que deu seu testemunho numa fórum de discussões sobre ufologia na Internet, dizendo que a conhecera pessoalmente quando menina. Segundo ela, Dolores e os seus dois amigos vieram ver seu pai, um desenhista que fazia ilustrações para livros, inclusive de ufologia, e por várias ocasiões mostraram-se interessados em ver esses desenhos.
  • A alienígena nórdica que disse vir do outro lado da nossa Galáxia a Aarnio Heinonen, em Imjarvi, Finlandia em 1972, também foi descrita como baixinha, cerca de 1,40 m.
  • A alienígena nórdica que contatou Antonio Tasca, depois de ter sido levado a bordo de uma nave que a principio lhe pareceu um ônibus estacionado, numa estrada do interior de Chapecó, SC (o famoso caso Tasca, 1983) também foi descrita como de altura semelhante, 1,40 a 1,20

Olhos oblíquos – outro detalhe da história que confere com descrições de aliens: a testemunha fala que sua vizinha tinha olhos oblíquos e afastados, pois muitos nórdicos são descritos assim mesmo, como  tendo olhos oblíquos, puxados e mais afastados do que os nossos. No caso Tasca: olhos azuis, AFASTADOS DO NARIZ e PUXADOS….

Portanto pela descrição e o contexto bizarro do ambiente que chamou a atenção da testemunha, e também o que a sua namorada vivenciou em outra situação semelhante, é bem possível que ambos tenham efetivamente conhecido, sem saber, alienígenas disfarçados de humanos. 

O fato dos dois terem vivenciado experiências semelhantes poderia parecer meio forçado, afinal uma pessoa conhecer um alien tudo bem, mas duas que tem relações próximas, terem conhecido em circunstâncias diferentes parece difícil. Porém, talvez, essas experiências não foram ao acaso, mas intencionalmente planejadas. Talvez eles dois tenham sido parte de algo planejado pelos próprios aliens, sabendo que ambos se conheciam e tinham uma relação íntima.

Como sempre digo, muitas experiências ufológicas que as pessoas pensam terem sido apenas acaso, de estarem no local no momento certo, não são. Elas estavam ali porque isso já tinha sido determinado pelos aliens. Grande parte das experiências são mais do que sorte, são intencionalmente planejadas pelos alienígenas e essas pessoas já foram selecionadas.

De qualquer forma, me parecem relatos credíveis da presença de aliens entre nós.

Se você tiver alguma experiência semelhante, se teve algum caso pessoal ou na família, ou de conhecidos e quiser relatar pode me escrever para guyana.luis@hotmail.com .

Manterei sigilo se não quiser que os fatos sejam divulgados…

-PREDADOR

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