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Genomas do abominável homem das neves (bigfoot) foram sequenciados em estudo

Tempo de leitura: 2 minutos

sasquatchUma equipe de cientistas publicou seu estudo de DNA, que durou 5 anos, de amostras de uma espécie de hominídeo comumente conhecida por vários nomes como ‘abominável homem da neves’, ‘ yeti’, bigfoot’, ‘sasquatch’, etc.  Os resultados sugerem que a legendária criatura seja um parente de nós humanos, que surgiu há 13.000 anos como um híbrido: cruzamento do Homo sapiens moderno com uma espécie de primata.

O estudo, chamado de “Novel North American Hominins, Next Generation Sequencing of Three Whole Genomes and Associated Studies“, foi conduzido por uma equipe de especialistas em genética, laboratório criminal, imagens e patologia.  A equipe, liderada pelo Dr. Melba Ketchum do DNA Diagnostics em Nacogdoches, Texas, inclui o Dr. Pat Wojtkiecicz – diretor do North Louisiana Criminalistics Laboratory, Aliece Watts – Integrated Forensic Laboratories em Euless, Texas, Sr. Daivd Spence – Supervisor de Evidências do Southwestern Institute of Forensic Sciences, Dr. Andreas K. Holzenburg – Diretor do Microscopy & Imaging Center na Texas A&M University, Dr. Douglas G. Toler – Huguley Pathology Consultants em Fort Worth, Texas, Dr. Thomas M. Prychitko – Wayne State University em Michigan, Dr. Fan Zhang – University of North Texas Health Science Center, e Sarah Bollinger, Ray Shoulders, e Ryan Smith – DNA Diagnostics..

No total, 110 espécimens de pelo, sangue e pele do alegado ‘bigfoot’ foram analisados no estudo.  Amostras foram submetidas por indivíduos e grupos de 34 diferentes locais de pesquisa em 14 estados dos EUA, bem como duas províncias canadenses.  A equipe de Ketchum sequenciou 20 genomas mitocondriais totais e 10 parciais, bem como 3 genomas nucleares completos.

Inicialmente um cético sobre o assunto, Ketchum implementou protocolos estritos para assegurar a integridade do estudo científico.

Logo descobrimos que certas amostras de pelo – as quais mais tarde identificamos como amostras do Sasquatch – tinham uma morfologia única, as distinguindo de amostras de um típico humano ou animal” diz Ketchum.  “Aquelas amostras que não puderam ser identificadas como de animais conhecidos, ou de humanos, foram subsequentemente filtradas usando testes de DNA, começando com a sequenciamento mitocondrial do DNA, seguida por sequenciamento nuclear de DNA, a fim de determinar onde esses indivíduos se encaixam na ‘árvore da vida’.

Agora so falta pegarem um desses seres.

n3m3

Fontes: www.denovojournal.com, bigfootevidence.blogspot.com.br