Sociedade científica reabre debate sobre vida fora da Terra

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Foto: Getty Images

Segue reportagem que foi publicado dia 22 de janeiro de 2011 no site noticias.terra.com.br.

Algo relacionado a esta matéria já havia sido publicado aqui no OVNI Hoje, contudo, este artigo do Terra entra em assuntos específicos da ovniologia brasileira.

Segue trecho da reportagem, que pode ser lida na íntegra no site de origem:

Sociedade científica reabre debate sobre vida fora da Terra

Por Angela Joenck Pinto

A comunidade científica foi surpreendida este mês pela reivindicação da inglesa Royal Society de que a Organização das Nações Unidas (ONU) elabore um plano de defesa contra extraterrestres.

Publicado na revista Philosophical Transactions, o artigo da sociedade científica britânica afirma que a humanidade deveria se precaver contra um encontro que poderia ser violento, e dividiu opiniões na comunidade científica brasileira.

Para os ufólogos – os pesquisadores de discos voadores – foi uma vitória. “Foi uma coisa sem precedentes. (A Royal Society) é uma das instituições cientificas mais sérias do planeta terra. Eles estão se abrindo, lentamente”, diz Ademar Gevaerd, pesquisador e editor da revista UFO. O professor e pesquisador em Astronomia e Astrofísica Kepler de Souza Oliveira Filho pondera que a possibilidade de que uma vida externa seja agressiva sempre existe, mas o astrônomo não acredita em contatos agressivos entre civilizações, “simplesmente porque as distâncias entre as estrelas são tão grandes que não há possibilidade de viagens entre elas”.

Crenças e evidências à parte, o diretor do Observatório Astronômico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Basílio Santiago, vê utilidade na reflexão sobre a natureza dos ETs. “É útil na medida em que nos faz refletir sobre a civilização na Terra. Ao avaliarmos os riscos de civilizações extraterrestres, reforçamos em nós todos a noção de uma civilização humana. Isso é fundamental para os desafios de governabilidade mundial”, explica…

Acesse  noticias.terra.com.br. para o restante da reportagem.

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Nossos agradecimentos aos leitores Taís e Matheusskd, que nos enviaram, simultaneamente, esta reportagem.

n3m3

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