Chefe da Força Espacial dos EUA teme possível guerra no espaço

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General da Força Espacial dos EUA, John Raymond. Foto: Greg Nash / AFP


Os Estados Unidos não querem se envolver na guerra espacial, mas devem estar preparados para tal cenário, disse o chefe de Operações Espaciais, general John W. Raymond, durante a Conferência Aérea, Espacial e Cibernética 2020 da Air Force Association.

Ele enfatizou:

Queremos impedir que isso aconteça. No entanto, se a dissuasão falhar, uma guerra que começa ou se estende pelo espaço será travada por grandes distâncias em velocidades tremendas.

Para planejar o conflito em tais condições, a Força Espacial dos EUA deve ser enxuta, ágil e rápida,. ão estou confiante de que possamos alcançar a vitória, ou mesmo competir, em um conflito moderno sem poder espacial.

O general acrescentou que não estava disposto a perder para aprender.

Urgência aumentada

O apelo de Raymond por uma ação rápida e decisiva evocou uma urgência cada vez maior em resposta aos desafios crescentes que enfrentam os Estados Unidos.

Raymond disse em julho:

Nossos adversários estão agindo de forma deliberada e rápida para reduzir nossa vantagem.

Em julho, Washington acusou a Rússia de testar uma suspeita “arma anti-satélite em órbita”. O Reino Unido corroborou a acusação.

Raymond ainda disse:

Para estarmos prontos para este conflito, devemos ser ousados. Temos que inovar. Devemos nos mover e pensar mais rápido. E devemos capacitar e alavancar o talento excepcional que temos na Força Espacial.

O Chefe de Operações Espaciais ofereceu uma imagem detalhada do que uma guerra espacial implicaria.

Ele descreveu:

Mísseis anti-satélite de ascensão direta podem alcançar a órbita baixa da Terra em minutos. Ataques eletrônicos e armas de energia direcionada movem-se à velocidade da luz e as capacidades em órbita se movem a velocidades superiores a 17.500 mph (28.000 km/h).

Os Estados Unidos devem ter a capacidade de neutralizar essas ameaças e “revidar”, se necessário. Raymond destacou que estabelecer opções no espaço permitirá ao país mais alavancagem para atuar em outros domínios.

Alianças e medidas

Como parte dos esforços para fortalecer a presença espacial americana, a Força Espacial estabeleceu um Centro de Sistema Espacial e de Mísseis com uma equipe que busca parceria com Japão, Nova Zelândia, Austrália, França, Alemanha e Reino Unido.

Raymond identificou um acordo que os EUA estão firmando com a Noruega, em que cargas úteis americanas serão incluídas nos lançamentos espaciais noruegueses. Eles também equiparão satélites japoneses com capacidades militares dos EUA.

Raymond também pretende publicar uma “doutrina espacial” que visa informar o “porquê” e “como” do Programa Espacial. O objetivo é angariar mais apoio das indústrias e profissionais do espaço e da aviação, e até mesmo do Congresso, para reconhecer a intenção da Força Espacial de “competir, deter, vencer e liderar”.

(Fonte)


Mas a temeridade não para por aí. Hoje o Departamento de Defesa dos Estados Unidos declarou hoje que a Rússia e a China há armaram seus satélites com armas de energia direcionada, como pode ser visto e ouvido no vídeo abaixo:

[Para instruções de como ativar a legenda em português do(s) vídeo(s) abaixo, embora esta não seja precisa, clique aqui.]

Colaboração: Baldini

O que teremos pela frente ainda neste ano de 2020?

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