Cientistas usam genes humanos para criar primatas com cérebros maiores

Tempo de leitura: 2 min.

Cientistas inseriram genes humanos no cérebro de macacos para aumentá-los, replicando nosso misterioso “passado evolutivo”.

Imagem meramente ilustrativa de um sagui.

Pesquisas modernas mostraram que o grande tamanho do cérebro humano pode estar relacionado a um gene específico. O tamanho imponente de nosso cérebro é um fator definidor do que torna um humano realmente humano, mas o que aconteceria se nossos primos primatas seguissem o exemplo? Pesquisadores no Japão e na Alemanha podem ter a resposta.

Pesquisadores introduziram esse gene específico do ser humano nos fetos não desenvolvidos de saguis, que, por sua vez, fizeram com que o cérebro do macaco crescesse.

A evolução genética que levou o homem antigo a evoluir para a sociedade moderna foi efetivamente recriada neste experimento inovador. A inserção desse gene no sagui levou a um aumento do dobramento do cérebro da mesma maneira que o cérebro humano se desenvolve, escalou o tipo de célula que produz neurônios, aumentou o tamanho do neocórtex e, talvez o mais importante, expandiu a camada superior dos neurônios. Isso é particularmente importante, pois são os neurônios que aumentam durante a evolução natural. Os pesquisadores efetivamente reproduziram a evolução neste experimento muito moderno.

Os cérebros de saguis fetais cresceram maiores que o normal com a ajuda de um gene específico para o ser humano. Imagem: Heide et al. / MPI-CBG


No passado, os pesquisadores tentaram algo semelhante. O mesmo gene foi inserido em roedores, como furões ou camundongos, mas, principalmente, a quantidade do gene inserido foi muito maior do que a quantidade usada nesta última experiência. Portanto, embora o tamanho do cérebro nesses roedores tenha aumentado com a introdução do gene, o experimento não pode ser comparável. Os cientistas queriam observar se o gene introduzido em níveis humanos típicos provocaria o aumento do cérebro, o que o experimento no sagui provou. Além disso, o experimento também mostra que esse gene desencadeia uma reação em nossos primos primatas intimamente relacionados.

O Japão e a Alemanha trabalharam juntos, além das fronteiras, e seguiram diretrizes éticas rigorosas e compartilhadas. Os fetos de saguis foram entregues por cesariana após 100 dias. Certificar-se de interromper o crescimento nesta fase foi importante.

A introdução de um novo feto geneticamente modificado no mundo, sem qualquer indicação de como essa nova espécie se comportaria, é eticamente imoral e potencialmente insegura para o mundo.

(Fonte)


Perguntas que não querem calar:

  • Será que num passado remoto esse gene também foi introduzido num grande símio para que seu cérebro crescesse e assim fosse gerada a raça humana?
  • E será que em algum laboratório neste mundo algum cientista não deixou um feto desses se desenvolver e “nascer” para ver se o sagui realmente seria mais inteligente?

Como diria um comediante do final do século passado: “perguntar não ofende”.

n3m3

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