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Nova tecnologia de asa poderá revolucionar a indústria aeronáutica – NASA/MIT

Tempo de leitura: 2 minutos

Os aviões do futuro poderão ter asas que não se parecerão com as que temos hoje, com base em um novo projeto da NASA e do MIT.

* Conteúdo da matéria com veracidade comprovada, de fontes originais fidedignas. (Em se tratando de tese ou opinião científica, só pode ser garantida a veracidade da declaração da pessoa envolvida, e não o fato por ela declarado.) (Missão do OVNI Hoje)

Nova tecnologia de asa poderá revolucionar a indústria aeronáutica

Uma equipe de engenheiros desenvolveu um novo tipo de asa composta de centenas de peças individuais que poderiam ser mais leves e mais eficientes em termos energéticos.

A abordagem demonstrada pela NASA e pelo MIT permitirá que toda a superfície da asa se deforme, pois utiliza uma mistura de segmentos repetitivos rígidos e flexíveis. Os minúsculos subconjuntos são aparafusados ​​juntos em uma estrutura aberta e cobertos com uma fina camada de polímero.

Os processos de decolagem, de cruzeiro e de pouso de um avião exigem diferentes configurações de asa. As asas dos aviões atuais exigem muitos componentes diferentes para criar superfícies controláveis, como ailerons, para ajustar o roll e o pitch. Isso significa que, se você quer que uma asa faça algo em voo, é necessário projeta-la com isto em mente desde o início. As asas não são otimizadas para nenhuma dessas situações. O novo design da asa pode mudar sua forma para criar um melhor formato para cada fase do voo.

Deve ser possível criar um sistema motorizado que permita que os pilotos alterem a forma da asa no comando para decolagem, cruzeiro e pouso, mas a equipe levou o projeto um passo adiante ao criar um sistema que automaticamente muda de forma baseado nas condições aerodinâmicas atuais. Eles dizem que isso pode levar a ganhos substanciais de eficiência.

A equipe demonstrou a eficácia do projeto construindo uma asa protótipo de cinco metros de comprimento – semelhante à asa de um pequeno avião de assento único. Os pesquisadores usaram moldagem por injeção com resina de polietileno para produzir as subunidades individuais, levando apenas 17 segundos para bombear cada uma delas. Quando montada, a asa tem uma densidade de 5,6 quilos por metro cúbico em comparação com mais de 1.500 quilos por metro cúbico de borracha, que tem a mesma rigidez.

A asa é principalmente oca no interior.

A asa teve um desempenho ainda melhor do que o esperado no túnel de vento da NASA no Langley Research Center. Os projetistas estão esperançosos de o projeto poderá ser ampliado para voar em aeronaves reais em um futuro próximo.

(Fonte)

Colaboração: Sr. Spock


Embora os pássaros já têm feito esse tipo de deformação em suas asas desde sempre, sem dúvida trata-se um grande avanço na tecnologia aeronáutica, mas ainda anos luz aquém do que poderia ser se tivéssemos uma tecnologia antigravitacional.

Quem sabe um dia desses a teremos, se é que já não a temos e está escondida do público em geral.