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Professor de universidade diz saber quem são os ETs

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Parece que essa conjectura de que os ETs sejam ‘nós vindos do futuro’, começa a ganhar fôlego por aí. Ontem, foi publicado aqui um artigo escrito por Nick Redfern que falava justamente sobre essa possibilidade. Agora, um professor de universidade nos EUA chegou a escrever um livro a respeito disso:

De acordo com Michael P. Masters, da Montana Tech, os OVNIs podem ser máquinas do tempo ocupadas por humanos do futuro.

* Conteúdo da matéria baseado em opiniões pessoais, ou declarações de testemunhas ou pesquisadores sem o respaldo de provas concretas, mesmo se tratando de vídeo ou foto. (Missão do OVNI Hoje)

Professor de universidade diz saber quem são os ETs

Se é possível viajar no tempo, seria razoável esperar que os visitantes do futuro aparecessem aqui no presente – algo que, como até onde sabemos nunca aconteceu…

…mas será que não aconteceu mesmo?

Masters, que é professor de antropologia na Universidade Montana Tech, escreveu sobre a teoria de que os OVNIs poderiam ser evidência de viagem no tempo em seu novo livro “Identified Flying Objects ” (‘Objetos Voadores Identificados’).

Ele disse:

O fenômeno pode ser nossos próprios descendentes distantes voltando no tempo para nos estudar em seu próprio passado evolucionário.

Isso também poderia explicar por que os abduzidos sempre parecem descrever encontros com entidades semelhantes às humanas.

Masters disse:

Os “extra-tempestrais” são ubiquamente relatados como sendo bípedes, andando eretos, cinco dedos em cada mão e pé, simetria bilateral com dois olhos, uma boca um nariz, eles podem se comunicar conosco em nossos próprios idiomas.

O professor de antropologia, no entanto, admite que nem todos concordarão com suas ideias.

Ele disse:

Eu defendo esta tese. Estou feliz em falar sobre isso com qualquer um. Ela é escrita para meus colegas acadêmicos tanto quanto para qualquer um na comunidade ovnilógica/ufológica.

(Fonte)


São inúmeras as conjecturas, mas as provas são inexistentes.

Como comentei naquele artigo anterior sobre esta questão, “pode muito bem ser que todas as versões divulgadas por aí contenham, cada uma, um pouquinho da verdade”.