Confirmado: Exoplaneta Trappist-1g é parecido com a Terra

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Exoplaneta Trappist-1g é parecido com a Terra

Observações feitas com o Telescópio Espacial Hubble da NASA revelam que a atmosfera do exoplaneta TRAPPIST-1g é diferente de sua superfície, o que significa que é muito provável que seja um mundo rochoso semelhante à Terra.

Hannah Wakeford, pesquisadora do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial, em Baltimore (EUA), disse em um comunicado:

Esta atmosfera não é como a que ele nasceu. Um ambiente original seria rico em hidrogênio, que os pesquisadores não veriam. Em vez disso, ela tem mudado através de diferentes processos. A atividade atmosférica e geológica poderia ter desempenhado um papel importante nas mudanças.

Wakeford e seus companheiros usaram o Hubble para estudar o TRAPPIST-1g, o sexto planeta da estrela. Eles já haviam sondado as atmosferas dos cinco primeiros planetas, identificados pelas letras ‘b’ até ‘f’ e descobriram que os cinco planetas não têm as atmosferas maciças de hidrogênio que possuam os gigantes de gás, o que os torna mais propensos a serem rochosos.

Seu estudo anterior não tinha sido preciso o suficiente para determinar se o TRAPPIST-1g estava transportando sua atmosfera original ou não.

Wakeford disse:

O ‘G’ foi o último ponto de interrogação sobre isso. Como seus irmãos, ele não contém uma atmosfera primordial. Tem uma atmosfera evoluída.

Os astrônomos também examinaram a atmosfera do planeta, confiantes de que poderiam explicar os sinais moleculares vindos da estrela. Eles puderam descartar a grande atmosfera de hidrogênio inchada em torno do ‘g’ que teria sugerido que era um gigante de gás em vez de um mundo rochoso, cujo ar tinha sido alterado por processos geológicos e atmosféricos.

Wakeford disse: 

Isso realmente confirma a verdadeira natureza terrestre desse planeta.

A equipe também usou suas medidas para calcular o raio do planeta em 1.124 vezes o raio da Terra, o que lhe dá uma densidade logo abaixo da do nosso planeta. Isso confirma que TRAPPIST-1g é um mundo rochoso.

Com seis dos planetas fora do caminho, os astrônomos esperam voltar sua atenção para o sétimo e último objeto, o TRAPPIST-1 h. Eles planejam estudar o planeta durante o verão de 2019.

(Fonte)


O sistema estelar Trappist-1 tem intrigado os cientistas desde sua descoberta, com alguns dos estudiosos afirmando que lá pode haver vida.

E, lembrando a todos, este é somente um sistema estelar de bilhões de outros presentes em nossa galáxia, que é uma entre talvez trilhões de outras no Universo.

E tem gente que acha que só existe vida na Terra.

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