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NASA, Harvard e Pentágono agora estão levando os OVNIs a sério

Tempo de leitura: 3 minutos

O ano de 2018 trouxe muitos avanços quanto a ciência de tendência predominante começar a aceitar o fato de que a vida extraterrestre inteligente existe, e pode até mesmo estar nos visitando. Veja:

NASA, Harvard e Pentágono agora estão levando os OVNIs a sério
Ilustração: Alex Fine

No começo de dezembro passado, um artigo escrito por Silvano Colombano, pesquisador do Centro de Pesquisa Ames da NASA, fez manchetes internacionais graças à afirmação do documento de que nosso planeta pode ter sido visitado pela vida extraterrestre. O frenesi de mídia que se seguiu, Colombano admite, perdeu de vista seus pontos reais em favor de manchetes exageradas … mas a premissa mais profunda permanece: a ideia de vida alienígena continua a ganhar aceitação entre os cientistas e especialistas mais proeminentes do mundo.

O artigo afirma que a vida alienígena pode não vir de formas que compreendemos prontamente – na verdade – quase certamente precisaria ser muito diferente da vida que vimos até agora para sobreviver aos rigores da viagem espacial prolongada. De acordo com essa afirmação sobre a natureza da vida alienígena, Colombano ampliou sua linha de pensamento para a tecnologia que eles precisam empregar para atravessar o espaço profundo.

Colombano escreveu sobre o tipo de tecnologia que uma civilização alienígena poderia utilizar:

Considerando ainda que o desenvolvimento tecnológico em nossa civilização começou apenas cerca de 10K (mil) anos atrás e viu o surgimento de metodologias científicas apenas nos últimos 500 anos, podemos supor que poderíamos ter um problema real em prever a evolução tecnológica mesmo nos próximos mil anos, muito menos 6 milhões de vezes essa quantidade!

Desde que o seu trabalho fez as rondas globais, ele tentou esclarecer as suas análises, explicando que sua verdadeira intenção era fazer com que as pessoas adotassem o conceito de alienígenas que visitam a Terra com um pouco mais de seriedade do que a cultura permite no momento.

Ele explicou:

Minha perspectiva era simplesmente que relatos de fenômenos aéreos não identificados deveriam ser objeto de estudo sério, mesmo que a chance de identificação de alguma tecnologia alienígena fosse muito pequena.

Nos bolsões da internet dedicados aos OVNIs, a vida alienígena e as conspirações do governo que sempre parecem acompanhá-los, nenhuma das afirmações de Colombano era tão nova ou original. As idéias de que a vida alienígena pode não ser baseada em carbono, que precisariam ter tecnologia grande demais para podermos imaginar, e que poderiam estar nos visitando aqui no planeta Terra, são todos velhos tropos para essas comunidades. Todavia, até mesmo ter esse sinal impulsionado por um proeminente pesquisador e professor da NASA pode não ter sido suficiente para realmente atiçar muitas pessoas, mas é o momento do trabalho de Colombano que ajudou a chamar a atenção.

Seu artigo, intitulado “New Assumptions to Guide SETI Research” (Novas Suposições para Orientar a Pesquisa do SETI), veio depois que uma série de histórias notáveis ​​mais uma vez catapultou os OVNIs, ou FANIs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) de volta ao léxico cultural. O primeiro foi o New York Times divulgando uma matéria sobre o Pentágono ter destinado cerca de US$ 22 milhões para o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais, dedicado especificamente à investigação de avistamentos de OVNIs feitos por militares dos EUA. Entre os avistamentos que o Pentágono investigou está o agora o famoso “incidente do Nimitz”, que viu os Super Hornets da Marinha dos EUA F-A-18 subirem em várias ocasiões para interceptar OVNIs no espaço aéreo ao redor do grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz.

Essa revelação veio durante uma época de impressionantes descobertas científicas pertencentes a exoplanetas, alguns dos quais os cientistas acreditam poder abrigar vida – assim como pelo menos dois estudos de Harvard que defendem a possibilidade de não apenas vida alienígena, mas também de vida alienígena com tecnologia tão avançada, que nós humanos teríamos dificuldades para compreendermos o que poderia ser.

Uma série de Rajadas Rápidas de Rádio (de sigla em inglês FRBs, para Fast Radio Bursts) repetidas que foram gravadas de uma galáxia distante específica levou a um debate entre cientistas que simplesmente não conseguem encontrar uma explicação plausível para a imensa quantidade de energia sendo liberada a cada rajada. Até agora, nenhuma explicação natural chegou perto explicar o fenômeno, levando alguns a afirmarem que elas são, na verdade, um efeito colateral de uma enorme fonte de energia que poderia ser usada para impulsionar naves a grandes distâncias, usando uma versão avançada da tecnologia de vela de luz.

Outro artigo de Harvard divulgado no ano passado sustentou que um objeto em forma de charuto (chamado ‘Oumuamua) que entrou no nosso sistema solar a partir do espaço profundo em 2017 pode ter sido artificial.

O “‘Oumuamua pode ser uma sonda totalmente operacional enviada intencionalmente à vizinhança terrestre por uma civilização alienígena”, afirmou o artigo, citando a aparente aceleração do corpo celeste ao partir de nosso sistema solar como evidência para apoiar a alegação. Embora alguma aceleração é esperada enquanto corpos orbitais passam através de nossa vizinhança e circulam ao redor do Sol, a velocidade do ‘Oumuamua representou uma quantidade de aceleração ‘excessiva’ … aparentemente sugerindo que ele se impulsionou pelo menos até certo ponto – mais do que assistência gravitacional e liberação de gases ou vapor de água permitiria, mesmo para um cometa.

Então, enquanto especialistas usando crachás de funcionários da NASA, da Harvard e até do Pentágono, todos assumem uma postura mais aberta e comprometida com a possibilidade de alienígenas visitarem a Terra … a questão permanece, por que ainda não os encontramos?

(Fonte)


A resposta para a última pergunta do artigo acima é muito simples: Porque este é o maior segredo mantido da humanidade, não só pelos humanos que possuem essas informações, mas possivelmente, de forma intencional, também pelos próprios alienígenas.

Tenho a esperança de que este ano de 2019 consiga abrir ainda mais a mente dos cientistas para que estudem de forma séria o fenômeno dos OVNIs, e ultrapassem a barreira do tabu científico, colocando um a luz sobre este mistério.

E para os ETs, por que não enviá-los uma mensagem neste novo ano, caso estejam acompanhado o OH? ( 🙂 )

– Caros extraterrestres, embora muitos de nós ainda agimos como trogloditas beligerantes que só pensam em seu próprio bem estar, uns achando que estão sempre cobertos da razão e não respeitando a opinião de terceiros, outros ainda não preparados para compreender que a vastidão do Universo não foi feita somente para que exista vida neste pequenino planeta, pedimos: manifestem-se, pois a raça humana precisa urgentemente de um grande chacoalão para que consiga se livrar desses grilhões que a tem mantido presa por milênios no calabouço das trevas induzidas pela ignorância. A hora é agora!

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