web analytics

NASA desenvolve nova ferramenta para avançar na procura por vida extraterrestre

Tempo de leitura: 2 minutos

nova ferramenta para avançar na procura por vida extraterrestre

A Administração Nacional Aeronáutica e Espacial dos EUA (NASA) desenvolveu um novo instrumento de espectroscopia para detectar compostos e minerais ligados à vida alienígena mais rapidamente do que com os instrumentos anteriores.

O Programa de Exploração Planetária da NASA trata de encontrar evidências de vida alienígena em outros planetas, embora nenhuma evidência firme tenha sido encontrada (oficialmente).

Os detalhes do novo sistema estão relacionados no periódico Applied Optics. O sistema melhora uma técnica analítica chamada espectroscopia micro-Raman.

A técnica interage com luz laser e uma amostra para fornecer informações de composição química em uma escala microscópica.

De acordo com o estudo, o sistema pode detectar compostos orgânicos como os aminoácidos encontrados em organismos vivos e identificar os minerais formados por processos bioquímicos na Terra que possam indicar a vida em outros planetas.

M. Nurul Abedin, do Centro de Pesquisa Langley da NASA, que liderou a equipe, disse:

Nosso instrumento é um dos espectrômetros Raman mais avançados já desenvolvido. Ele supera algumas das principais limitações dos tradicionais instrumentos micro Raman e é projetado para servir como um instrumento ideal para futuras missões que usam jipes-sondas ou sondas de pouso para explorar a superfície de Marte ou a lua gelada de Júpiter, Europa.

O novo sistema é chamado de instrumento ultra-compacto Micro Raman (SUCR) e foi desenvolvido pela NASA em colaboração com a Universidade do Havaí.

Ao projetar o instrumento SUCR, o tamanho e peso dele foram considerados importantes.

Abedin disse:

Precisamos nos certificar de que o instrumento fosse muito pequeno e leve para que pudesse viajar a bordo de uma pequena nave espacial eficiente em termos de combustível, que faria a viagem de nove meses para Marte ou a viagem de seis anos para a Europa.

O instrumento também deve trabalhar com outros instrumentos a bordo de um jipe-sonda ou de uma sonda de pouso, e não ser afetado pelas duras condições de radiação encontradas em outros planetas.

(Fonte)

Porém, mesmo se encontrarem algum sinal de vida nesses dois corpos celeste, está mais do que claro que os próprios cientistas dentro da NASA irão refutá-lo como sendo falsa leitura, avaria no instrumento, erro humano de quem interpretou os dados,ou algo pior como até mesmo destruir as provas, como já fizeram muitas vezes.

Possível evidência de vida em Marte é destruída pela NASA, alega cientista que trabalhou para a agência

Escritor científico processa a NASA por não ter investigado melhor a misteriosa ‘rocha’ de Marte

n3m3