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Matemático pensa ter solucionado o mistério do desaparecimento do Voo MH370

Tempo de leitura: 2 minutos

size_810_16_9_avião2Quem não lembra do desaparecimento do Voo MH370 da Malaysian Airlines?

Muitos foram os artigos publicados aqui no OH, pois uma das teses sobre o seu desaparecimento foi a de que o voo teria sido abduzido por ETs. 

Agora, um matemático da Universidade do Texas A&M pensa ter resolvido este enigma. Veja abaixo o artigo publicado no site EXAME.com:

 A queda do avião MH370 da Malaysia Airlines é um dos grandes mistérios da aviação mundial. As autoridades não chegaram a uma conclusão sobre como a aeronave caiu e, até agora, nenhum corpo ou destroço foi encontrado.

No entanto, um matemático da Universidade do Texas A&M talvez tenha resolvido o enigma. Goong Chen tem uma teoria matemática que explica porque as equipes de busca não encontraram nenhum vestígio do avião após um ano de seu desaparecimento.

O pesquisador argumenta que a aeronave despencou no Oceano Índico em um ângulo de 90 graus em relação à superfície oceânica – ou seja, diretamente para baixo – e permaneceu intacta quando chegou ao fundo do mar. O estudo foi publicado no jornal da Sociedade Americana de Matemática.

Chen explicou, em um comunicado, que se o avião tivesse entrado na água em outro ângulo, a força externa da água criaria um momento de flexão. Assim, as asas iriam bater com tanta força no oceano que a fuselagem teria sido destruída e ficaria boiando na superfície da água.Contudo, se a aeronave caiu em um ângulo de 90 graus, o momento de flexão no instante do impacto foi muito menor. As asas do avião teriam se quebrado, porém teriam afundado devido ao seu peso.

Se a aeronave realmente caiu no ângulo proposto por Chen, a fuselagem pode ter se apoiado de barriga para cima no fundo do oceano. Assim, os detritos leves, como as almofadas dos assentos e os pertences dos passageiros, não seriam capazes de flutuar até a superfície do oceano. Segundo a pesquisa, a corrente marítima teria guiado o avião até o lugar onde está agora…

Para ler o restante do artigo, favor acessar o site de origem, clicando aqui: EXAME.com

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Colaboração: Lênio Ridrigues Gonçalvez