Afinal, o homem esteve ou não na Lua?

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Primeira foto tirada na superfície da Lua, por Neil Armstrong. (Clique na foto para ampliá-la).

A morte ontem de Neil Armstrong, reacendeu o debate a respeito do homem ter, ou não, pisado na Lua.  Assim, achamos adequado publicar a sugestão enviada por um de nossos leitores, de um artigo de Marília Juste apresentado no Portal G1 em 15/07/09, para celebrar os 40 anos da ida do homem até o nosso satélite natural:

Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua

Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.

Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

 

 Os soviéticos

Para o cientista, a principal prova de que os americanos chegaram à Lua é simplesmente o fato de que seus inimigos, os soviéticos, nunca duvidaram disso. A URSS em 1969 tinha uma tecnologia avançada, um programa espacial de ponta e plenas condições de verificar se os sinais de rádio da Apollo 11 vinham mesmo da Lua. “Se os soviéticos descobrissem qualquer indício de que era uma mentira, eles iam fazer um samba enorme em cima. Não iam esconder de jeito nenhum”, afirma Mourão.

 Além do rádio, os soviéticos tiveram outras comprovações da missão. “Nos mesmos dias da Apollo 11, a União Soviética lançou a Luna 15”, conta o astrônomo. A Luna 15 foi uma sonda robótica importante. Tentando desmerecer o feito americano, os soviéticos queriam que ela fosse à Lua, recolhesse amostras e voltasse, mostrando que aquela história de levar gente para fora de órbita era perda de tempo e dinheiro (não deu certo e a Luna 15 se espatifou em uma montanha lunar um dia depois da chegada dos americanos).

 Antes disso, no entanto, a sonda serviu como prova para os soviéticos de que os americanos estavam mesmo por ali. Pela primeira vez na história, americanos e russos cooperaram no espaço – meio a contragosto, mas cooperaram. Para evitar uma tragédia espacial, com a sonda soviética colidindo com a nave americana, as duas agências trocaram dados sobre seus planos de voo. Ou seja: a URSS não apenas ouviu as transmissões de rádio vindas da Lua, mas também acompanhou o voo da Apollo 11.

Essa é, obviamente, a prova número 1 da chegada do homem na Lua. Mas ela não impediu a propagação de teorias que afirmam que tudo não passou de uma filmagem feita em um estúdio de Hollywood. E não é à toa. Quando a Nasa acabou com o projeto Apollo e passou a dedicar suas energias e verbas para as estações e os ônibus espaciais, ela deu margem para tudo isso se fortalecer. Conforme os anos passaram, o argumento “se o homem foi à Lua há tanto tempo, por que não voltou?” foi repetido a exaustão.

Clique na foto para ampliá-la.

É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que “a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível”. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

 Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas “ondas” da bandeira, não importa qual foto se veja. “Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim”, explica Mourão. “Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre”, explica o astrônomo.

Para ler o restante do artigo, o qual esclarece outras dúvidas sobre a ida do homem até a Lua em 1969, favor acessar o site de origem do artigo: Portal G1

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Fonte: Portal G1

Colaboração: Péricles Rosendo da Silva

 

 

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