Denunciante diz que algumas espécies de ETs não se gostam, e muito mais… [ATUALIZADO]

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O youtuber Patrick Scott Armstrong (vetted) nos trás pela primeira vez online a entrevista do escritor Walter Kirn da County Highway com o denunciante de OVNIs, David Grusch.

David Grusch depondo sob juramento no Congresso dos EUA há poucos meses.

Se você não conheça David Grusch ainda, ele é um veterano militar, ex-oficial de inteligência dos Estados Unidos que forneceu ao Congresso e ao Inspetor Geral da Comunidade de Inteligência extensas informações classificadas sobre programas profundamente secretos que, segundo ele, recuperaram naves intactas e parcialmente intactas de origem não humana. Agora, foi descoberta outra entrevista onde Grusch afirma que há várias espécies de ETs nos visitando e que algumas não se gostam. Ele também foi mais além falando sobre a tecnologia dessas espécies, ao ponto de poderem se camuflar sem que as percebamos, entre outras coisas, como a origem desses seres.

Como explicado por Patrick em seu canal de vídeo, o artigo impresso (que não pode ser encontrado online até agora (mas abaixo coloco uma cópia em pdf) é de um jornal no estilo do século XIX que foi lançado nos últimos meses. O título do artigo é, traduzido para o português, “A REPÚBLICA DOS FATOS OBSTRUÍDOS: CH Entrevista exclusiva com o denunciante de OVNIs Dave Grusch“.

No vídeo abaixo, legendado pelo canal João Marcelo no Rumble, Patrick diz onde encontrou o artigo e a loja onde comprou o exemplar físico do jornal; mas, mais importante, ele lê o artigo da entrevista na íntegra, na segunda metade do vídeo:

Aqui está o arquivo pdf de todo o artigo:

[ATUALIZAÇÃO – 28/10]

E aqui está a tradução do artigo, legendado por Tunguska, para o site do Canal João Marcelo:

Um jeito perturbador de curtir um dia livre em nossa República dos Fatos Obstruídos é dirigir até uma cidadezinha montanhosa no Colorado, deixar o celular de lado, porque não tem sinal (e é um dispositivo de espionagem em qualquer caso) e conversar hora após hora sobre alienígenas e suas estranhas naves, com um homem que afirma saber parte da história deles, uma história que, segundo ele, nossos líderes mentem a respeito por medo, arrogância e ganância.

Dave Grusch, 36 anos, é um ex-agente de Inteligência, antigo oficial da Força Aérea e informava a presidentes sobre assuntos assustadores, muitos relacionados a satélites e espaço, conhecidos apenas pela nossa elite militar. Ele é um cara de 1,86 m, com um corte de cabelo rente e um rosto com a barba por fazer que fica rosa ao sol, mas não fica bronzeado. Eu o encontrei em uma manhã quente nas montanhas, no estacionamento de um hotel, a própria definição de terreno neutro. Parado ao lado de sua caminhonete Ford nova e impecável, que ele planeja negociar em breve, porque é assim que ele é — um cara que compra um carro e depois cobiça outro, com modificações personalizadas de alto desempenho — arriscamos alguma conversa fiada e sondamos um ao outro, uma arte em que Grusch, um veterano da guerra no Afeganistão, parece bem experiente. Quando minhas mãos se mexem, os olhos dele se mexem. Ele tem uma maneira firme de se posicionar que parece prover a base para um chute sólido de caratê.

Concordo no estacionamento em ocultar o nome da cidade natal de Grusch, embora ele esteja ultimamente virando uma figura pública, o denunciante dos OVNIs, testemunhando perante o Congresso sobre os supostos segredos astrais da nação e aparecendo em podcasts e programas de TV a cabo. Ele gosta de privacidade. Ele diz que já passou por muita coisa. Táticas de intimidação, avisos, ameaças. “Eu andava armado”, ele me contou logo depois que nos conhecemos. “Estou armado agora mesmo”. Ele levantou a bainha de sua camiseta vermelha desgastada e me mostrou uma arma preta de 9 mm, escondida no estilo fora da lei na cintura de seus shorts de caminhada.

Os problemas de Grusch, e seu estranho caminho até virar celebridade nacional, começaram vários anos atrás com uma missão de um superior no mundo da Inteligência para fuçar dentro do governo e tentar descobrir o que conseguisse sobre inteligências não-humanas (INHs) e as incríveis naves que se acredita que elas pilotam. Grusch foi meticuloso, cauteloso para não ser enganado. A investigação durou quatro anos.

“Eu já tinha um mapa por causa das coisas que havia feito em minha carreira. Eu sabia onde estavam os esqueletos e em que portas bater. Você esbarra em uma coisa e acha que encontrou, mas é apenas uma fatia. Eu via uma faceta do prisma, mas não conseguia enxergar todos os vértices. Houve muita enganação, muitas mentiras e um pouco de ‘interrogatório reverso’.”

No final, Grusch compilou 40 entrevistas, algumas de pessoas com quem ele trabalhou no passado, mas não suspeitava que tinham peças do quebra-cabeça. A essência do que ele diz ter encontrado é que os alienígenas estão aqui. Eles estão aqui há algum tempo (ele é cauteloso sobre quanto tempo) e temos várias de suas naves, que mantemos escondidas em hangares secretos cujas localizações ele afirma conhecer. Também temos materiais biológicos, ou seja, corpos, cujas características Grusch não tem permissão para especificar, embora ele sugira que eles vêm em diferentes formas e tamanhos. Finalmente, ele soube que esses seres podem não ser amigáveis. “Indiferentes a nós na melhor das hipóteses”, diz ele. Ele também sugere que eles pertencem a grupos ou espécies que podem, em alguns casos, não gostar uma da outra.

Grusch prevê que muito mais será revelado em breve, dentro de um ano, ele espera, mas tais previsões são comuns no cenário ufológico. (Não são apenas os alienígenas que supostamente distorcem o tempo, são os humanos que falam deles). Mas o processo pode estar se acelerando. Grusch diz que está trabalhando nos bastidores em uma legislação que deveria permitir que ele e outros apresentem evidências que irão perfurar o véu e iniciar uma nova era de exploração interestelar com outras espécies.

O que ele pode dizer e disse ao Congresso na TV, em uma audiência realizada em agosto passado, é que décadas ocultando e estudando essas maravilhas com o propósito de desenvolver armas de alta tecnologia — um esforço camuflado que ele chama de “O Programa” — corrompeu muito o funcionalismo dos EUA, seus instrumentos corporativos em eletrônica e itens aeroespaciais, que operam sem a devida supervisão e recorreram a ações criminosas, incluindo homicídio, ele disse, para proteger o trabalho deles.

Depois de uma hora examinando um ao outro, Grusch e eu entramos em sua caminhonete e fomos até uma trilha de montanha ali perto. “Gosto de dirigir rápido”, diz ele, e dirige mesmo, protegido por um novo detector de radar montado na cabine.

O filho de um vendedor de carros Lincoln Mercury de Pittsburgh e a primeira pessoa de sua família a ir para a faculdade (ele estudou física na Universidade de Pittsburgh), denunciante dos OVNIs cresceu em circunstâncias pobres e incertas. Houve falência, vale-refeição, ajudas da igreja. Aqui vamos nós. Houve falência, vale-refeição, ajudas da igreja. Isso gerou um fascínio por mundos distantes.

“Durante todo o caos da minha infância, sentia atração por Star Trek e coisas militares”, ele me disse. “Eu tinha um fascínio por astronomia. Eu tive um telescópio quando era adolescente, observando Saturno e vários aglomerados de estrelas. Eu trabalhava no Observatório Buhl na faculdade. Eu costumava oferecer passeios noturnos ao público. E eu costumava ajudar a produzir shows no planetário.”

Quando estávamos na trilha, cercados por picos de granito, que Grusch adora escalar como um “hobby masoquista”, eu o pressiono para obter detalhes sobre O Programa. É um interrogatório frustrante. Ele oscila entre uma ansiedade infantil para compartilhar os segredos do cosmos — “Não estamos sozinhos. Talvez sejamos como chimpanzés para eles”, disse ele. — e discrição recessiva, disciplinada. Às vezes ele ficava em silêncio ao responder minhas perguntas, mas seu silêncio é lido de maneiras diferentes. Quando lhe pergunto, por exemplo, se os “seres” estiveram conosco desde os tempos antigos, ele olha para uma montanha ao longe de uma maneira que considero enigmaticamente afirmativa.

Não há razão para que uma história bem pensada deva se parecer com a vida real; a vida luta com todas as forças para se assemelhar a uma história bem pensada.” — Isaac Babel

Seu comentário mais sugestivo da caminhada, um que me assombrou durante todo o dia, envolve a história cultural do Programa. Quando arrisco uma teoria de que saber seus segredos pode induzir os membros, ao longo do tempo, a um estado de grandiosidade cultual, Grusch diz que estou no caminho certo, descrevendo uma tendência “gnóstica” em certos iniciados. “Somos os guardiões”, eles pensam. Há também pessoas com opiniões religiosas fundamentalistas que encaram o assunto com horror espiritual e prefeririam que nunca visse a luz do dia. “Obviamente, há alguns que vão pensar que essas inteligências não-humanas são extensões de principados demoníacos.”

Para o almoço, vamos até uma vila turística com aparência de brinquedo com galerias de arte e sorveterias. Dada a manhã peculiar que tive, os visitantes que caminham comendo casquinhas de sorvete parecem infantis e dignos de pena. Eles parecem não saber que vivem dentro de um mundo enigmático, onde espiões recentemente aposentados com a cabeça cheia de segredos destruidores de paradigma e armas carregadas em suas calças estão escondidos ao lado deles, a poucos passos de distância. Ou será que Grusch está mentindo para mim como parte de alguma grande operação psicológica do governo projetada para quebrar nossas mentes e nos tornar impotentes para uma maior manipulação da elite?

No bistrô chique para onde ele me leva, ele pede uma pizza gourmet coberta com jalapenhos e cebola refogada. Ele liga o celular e um alerta do Google aparece.

“O Washington Post está me atacando”, diz ele.

Leio o artigo em meu próprio celular enquanto comemos. É principalmente uma matéria de imprensa questionando o novato canal a cabo News Nation por dedicar tanto tempo às INHs depois de apresentar sua primeira grande entrevista com Grusch. A matéria acusa o canal, Deus me livre, de buscar audiência. Irritado com a insinuação do artigo de que ele está conspirando por dinheiro, Grusch volta a devorar sua pizza. Mais tarde, lá fora, ele atende à ligação de um assessor do Congresso e caminha por 10 minutos em círculos por um parque, franzindo a testa e balançando a cabeça. É uma cena de um suspense paranoico, divertido de assistir.

Passamos a tarde juntos conversando ao lado de um riacho borbulhante na montanha. Ele me dá pistas sobre a mecânica do sigilo militar, derrubando a noção comum de que nosso governo é muito incompetente ou incapaz de manter oculta a verdade sobre as INHs. Ao enterrar partes do programa dentro de projetos secretos e SAPs que já existem, programas de acesso especial, a empreitada foi apagada da vista, até mesmo da vista de muitos que trabalham nela e que não conseguem ver a galáxia pelas estrelas e pelos planetas. Mas, certamente digo, nossos presidentes devem saber, e nossos diretores da CIA e sua laia. “Não necessariamente”, ele diz. Peço a ele que diga o nome da pessoa que mais sabe entre todos que pelo menos sabe alguma coisa.

Ele oferece um palpite, extraoficialmente — uma figura formidável da política do final do século XX, embora não esteja entre os poucos que eu esperava. “Só estou supondo”, ele me lembra. Digo a ele que essa forma de interação é de enlouquecer. “Bem-vindo ao meu mundo”, ele diz.

Logo surge uma questão delicada. Um artigo recente no The Intercept expôs um momento difícil na vida de Grusch e usou isso para questionar sua saúde mental. Vários anos atrás, enquanto morava na Virgínia, ele ficou muito embriagado e murmurou sobre cometer suicídio. Ele foi, então, mantido por 72 horas em um centro de reabilitação. O repórter encontrou registros policiais do incidente após ser avisado, Grusch acredita, por um de seus inimigos burocráticos.

Ele agora me oferece um lado da história. O incidente de embriaguez, de fato, ocorreu, diz ele. Mas ele insiste que não foi tão danoso como o escritor fez parecer. Como tantos veteranos combatentes, ele vive com um certo nível de trauma, explica ele. Por um tempo, ele tratou com bebida. Os espíritos fortes sempre tiveram um efeito negativo nele, agindo em seu sistema quase como “opiáceos”, um problema, diz ele, que é comum em sua linhagem. Ele procurou tratamento após o evento e sente que deixou seu período de depressão para trás. Ouço em seu tom otimista um tom lamurioso. Um tom lamurioso, desculpe. Um que conheço por causa de minhas próprias lutas contra o vício.

Este é certamente um ser humano imperfeito, estando aqui na minha frente, uma criança sofredora do nosso universo indiferente. Somos todos seres imperfeitos. Mas estou convencido de que as histórias de suas investigações e o universo de segredos, que certamente existe, não é meramente um ato. Mais cedo, recordando o Afeganistão, onde ele identificava alvos para uma morte inflamada, ele afirmou que sua nova missão — conduzindo nossa espécie não mais solitária à loucura da busca por “domínio feudal” — parece redentora, moralmente restauradora. Embora pareça que a batalha também o empolgava.

“No coração, sou um operador”, ele me disse depois de confessar se sentir um pouco estranho vestindo terno em sua audiência no Congresso. Ele agarrou uma arma imaginária e balançou seu barril pelo ar como se estivesse varrendo uma posição inimiga. Seus aliados favoritos em seus anos de guerra? “Os alemães e os britânicos.” Eles davam conta do recado. “E os mongóis.” Os caras mais durões que conhecia.

Nos separamos por algumas horas antes do jantar. Retiro-me para minha cabana do hotel, deito-me e mergulho em pensamentos. A paranoia se instala, possivelmente uma manifestação do que Grusch chama de “choque ontológico”, quando pensamentos antigos não podem ser reconciliados. Confio em sua história fantástica? Não tenho certeza. Confio nos contos de legados familiares? Não tenho certeza. Não tanto quanto ontem.

Estranhamente, aquilo em que confio mais do que nunca é Hollywood. Durante nossa longa e tortuosa conversa, Grusch compartilhou comigo certas noções particulares sobre os fenômenos das INHs — as criaturas podem ser telepáticas; elas podem usar formas de camuflagem de alta tecnologia; suas naves podem existir em dimensões além das nossas quatro; seus corpos podem ser drones ou avatares — que evocam tropos familiares de filmes e programas de TV. Há infiltrados trabalhando nos círculos do entretenimento? Segredos monstruosos foram semeados por toda a nossa cultura para nos preparar para o choque que se aproxima? Serão os próprios altos executivos de Hollywood alienígenas? Tudo parece possível.

Jessica, esposa de Grusch há sete anos, se juntou a nós no jantar, uma ex-enfermeira da Força Aérea, de Akron, Ohio, que serviu no Afeganistão. Ela é discretamente engraçada, educada, possuidora de postura perfeita e mente estoicamente resistente de uma forma que me lembra minha falecida mãe, também enfermeira da região de Akron. Vejo sua presença como equilibrante e calmante. Sinto que este jovem casal enfrentou alguns novos desafios, não menos importante, a evolução de seu marido de um bloqueio letal de um soldado-espião a um mensageiro de verdades chocantes e perturbadoras. “Com certeza tem sido uma jornada”, diz Jessica. Um tema no jantar é a tendência obsessiva de Grusch; ele revela que foi diagnosticado como “ligeiramente autista” e reconhece ter problemas com sutilezas sociais como “lembrar os aniversários das pessoas”. Ele lança um olhar tímido para sua esposa e ela retorna um de perdão. Quando chega a hora da sobremesa, os dois hesitam — contando as calorias, ao estilo americano — mas, então, eles cedem, sendo travessos, e pedem um bolo.

Depois do jantar, vejo-os partir para a escuridão, até a casa deles, em uma colina sob as estrelas. “Eu sempre cumpro minhas missões”, disse Grusch esta noite, serrando seu bife grosso. “Vou completar essa também”, ele prometeu, e eu acreditei nele. Acredito que ele é um jovem que não vai — que não pode — voltar atrás.

Tradução: Tunguska

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