Astrônomos: A vida pode ter se formado no espaço profundo

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Um ingrediente essencial necessário para formar o DNA e extremamente raro no Universo pode ter começado no espaço profundo, revelaram novas pesquisas do Observatório Europeu do Sul.

Usando o ALMA e a sonda da Agência Espacial Europeia, Rosetta, a equipe de astrônomos traçou a jornada do fósforo das regiões de formação de estrelas aos cometas. Com o ALMA, os astrônomos conseguiram identificar quando se formaram moléculas de fósforo, como o monóxido de fósforo.

Fósforo se forma quando estrelas são criadas

As observações mostraram que as moléculas com fósforo são criadas à medida que grandes estrelas são formadas. O gás que flui dessas jovens estrelas massivas cria cavidades nas nuvens interestelares. As moléculas de fósforo se formam nas paredes da cavidade. Os astrônomos também descobriram que o monóxido de fósforo é a molécula portadora de fósforo mais abundante nas paredes da cavidade.

Depois disso, a equipe de astrônomos seguiu a trilha dos compostos contendo fósforo após a formação de uma estrela e o colapso das paredes da cavidade. Eles descobriram a molécula em um cometa que circula Júpiter, o que sugere que os cometas podem ter trazido o elemento-chave do DNA para a Terra.

Os cometas entregaram nossos elementos necessários?

Kathrin Altwegg, autora do estudo, disse em um comunicado de imprensa anunciando os resultados do estudo:

O fósforo é essencial para a vida como a conhecemos. Como os cometas provavelmente entregaram grandes quantidades de compostos orgânicos à Terra, o monóxido de fósforo encontrado no cometa 67P pode fortalecer o vínculo entre os cometas e a vida na Terra.

O trabalho dos astrônomos foi publicado na revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society.

Embora o fósforo não seja comum no universo, ele é importante para a vida. Ele mantém juntos todos os nucleotídeos que formam o DNA.

Víctor Rivilla, autor principal, disse:

A vida apareceu na Terra há cerca de 4 bilhões de anos, mas ainda não sabemos os processos que a tornaram possíveis. A combinação dos dados ALMA e ROSINA revelou um tipo de fio químico durante todo o processo de formação de estrelas, no qual o monóxido de fósforo desempenha o papel dominante.

(Fonte)


n3m3

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