Relato: Avistamento de OVNI por um de nossos leitores

Tempo de leitura: 4 min.
Foto meramente ilustrativa

Domingo passado, dia 27, o leitor Josemar G. Mendes nos enviou um e-mail com seu histórico e relato de seu avistamento de um OVNI.

Sua mensagem começou assim:

“Já que não avistei nada de excepcional nos céus neste último sábado, 26/2 resolvi, depois de tantos anos, registrar por escrito o avistamento que fiz quando tinha algo em torno dos 13 ou 14 anos, ou seja lá pelo ano de 1958 ou 1959.”

Antes de publicar seu relato, gostaríamos também de revelar o histórico que Josemar nos enviou, o qual dá respaldo ao seu avistamento, pois mostra de forma clara a postura analítica deste engenheiro.

Vamos ao seu histórico:

Primeiramente, para que se possa ter uma avaliação mais próxima da realidade da narrativa e da consistência de minhas percepções, é necessário que eu forneça dados sobre mim mesmo.

Sem falsa modéstia, desde muito jovem, sempre tive uma habilidade técnica muito desenvolvida e uma capacidade de raciocínio matemático acima do esperado para a idade.

Quando tinha 9 anos, do alto de um muro da casa em que morava, que dava para um terreno baldio ao lado, avistei, no meio de um monte de lixo, um objeto pequeno metálico que chamou minha atenção. Desci até lá e peguei e peça, vendo que se tratava de uma lente ocular, provavelmente oriunda de um binóculo (anos mais tarde medi sua distância focal que era de 25mm). Usei para olhar as formigas e outras coisas que me chamavam a atenção naquela idade.

Uns 2 anos mais tarde, na casa de meu avô encontrei numa cômoda uma lente circular, com 40mm de diâmetro e, pelo que vi, com uma grande distância focal. Nesta época, com 11 para 12 anos já lia livros sobre astronomia, e entendia bem os princípios da construção de uma luneta. Pequei então a tal lente do vovô (pedi a ele, claro) e montei minha primeira (até hoje a única) luneta, que tinha um ganho angular de 30X, já que a objetiva tinha cerca de 750 mm de distância focal.

Então, com 13 anos, já lia perfeitamente cartas celestes, localizava planetas e aglomerados globulares, sabia o que era ascensão reta, declinação, paralaxe, etc e passei a receber, por gentileza do Astrônomo Rogério Mourão, o anuário do Observatório Nacional, todo ano quando era publicado.

Por volta desta época, observei (olho nu) o satélite artificial ECO-I, que acho que foi o primeiro satélite refletor passivo, durante 2 passagens no céu na mesma noite. Fiz então uns cálculos e previ que ele faria uma nova passagem (o período, se não me falha a memória, era de cerca de 2 horas) próximo das 23 horas daquela mesma noite numa posição bem baixa no quadrante NW do céu. Àquela hora subi num muro alto da casa e constatei a passagem dele por uns breves 10 ou 15 segundos exatamente onde previ, pouco acima do horizonte… Fui uma emoção confirmar a previsão de hora e local.

Posteriormente também me interessei por meteoritos e fui autodidata no assunto, lendo originais em inglês de livros que pegava emprestado na Biblioteca Thomas Jefferson, da então Embaixada dos Estados Unidos, no Rio de Janeiro.

Mais tarde na vida, decidi seguir a engenharia e fui muito bem nos vestibulares da UFRJ (4º colocado), PUC-Rio (47º), mas optei por cursar o ITA, para o qual também passei neste mesmo ano de 1965, fazendo então o curso de Engenharia Eletrônica. Durante o curso, me interessei pelo vôo a vela (pilotagem de planadores) e me tornei piloto e posteriormente instrutor de vôo, neste  esporte este que mantive posteriormente como uma das paixões da minha vida.

Toda esta história apenas para dar a idéia a vocês da minha aptidão em reconhecer, entender e analisar fenômenos nos céus.”

Agora vamos aos avistamento:

“Foi no verão de 1958 ou 1959, ou em torno disso, quando, num domingo, cerca das 15 horas, eu jogava bola com mais uns cinco amigos que moravam na mesma rua (R. Guarapú, no bairro Vila da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro) e fazia muito sol, com céu azul, sem névoa seca e com apenas alguns cumulus congestus ao longe, no horizonte ao Norte.

Num certo momento, ao jogar a bola para cima e tentar cabeceá-la, vi um objeto metálico, da forma de um Zepelin, como se fosse construído de alumínio. Ele estava estacionário, bem no nosso zênite e avalio sua altitude am torno de uns 10.000 mts. Seu comprimento deveria ser de uns 120 a 150 mts, já que ele se apresentava com uma abertura angular equivalente à visão de uns 6 a 7 mm na distância de uma braço (50 cm).

O objeto estava orientado no sentido SSE – NNW e todos os meus amigos passaram a observá-lo, com uma euforia de surpresa sobre o que poderia ser aquilo. A idéia que passamos a ter seria a de que era mesmo um Zepelin. Dois amigos foram em casa chamar suas mães, que vieram ver também.

Ficamos nesta observação por um tempo que estimo em torno de uns 4 ou 5 minutos, quando notei que ele começava a se deslocar lentamente no sentido de sua orientação, isto é: para NNW.

O extraordinário então aconteceu: a aceleração o objeto foi ficando maior rapidamente e em cerca de 2 ou 3 segundos, passou de um deslocamento usual de um avião, para uma velocidade absurdamente alta, continuando a acelerar mais ainda até desaparecer atrás nos cumulus ao Norte, em cerca de mais 1 ou 2 segundos !

O assombro de todo mundo foi total, porque, mesmo sem bases técnicas ou cálculos, todo mundo viu que o disparo daquele grande objeto era algo inexplicável, absurdo mesmo.

Posteriormente fiz uns cálculos aproximados para determinar a que velocidade e aceleração deve ter chegado aquela nave e cheguei aos seguintes valores:

Nos primeiro 5 segundos, quando ele saiu do repouso, da posição do zênite até cerca de uns 35º da vertical, teve uma velocidade crescente que ficou, na média em torno de 5000 KM/h com uma aceleração média (porque também a aceleração aumentava) em torno de uns 55 g´s.

Nos seguintes 1 a 2 segundos quando acelerou estupidamente, cobrindo cerca de 27º no céu, teve uma velocidade média de cerca de 28.000 KM/h e uma aceleração média de cerca de 500 g´s !

E ficou todo mundo muito chocado e até meio amedrontado mas ao mesmo tempo, como foi o meu caso, fascinado pela constatação da inequívoca existência de naves e seres extraterrestres…

De vez em quando, quando me lembro, olho para o céu azul, de dia, para ver se volto a avistar a nave, mas até hoje não consegui encontrá-la novamente. Mas sei que, cedo ou tarde, esta realidade se apresentará a todos nós.”

Josemar G. Mendes

Nossos mais sinceros agradecimentos ao Josemar por este belíssimo e detalhado relato.

n3m3

Colaboração: Josemar G. Mendes


Relatos
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  • astro

    Com este seu curriculo ,você falo tá falado , eu assino em baixo . ponto final !

    • josemir

      muito bom mesmo.

      tive uma infancia parecida com a sua. soh nao passei no ITA hehehehe. tambem adorava mapear satélites.

      Não sei se é porque nao temos mais tanto tempo para olhar pro ceu, mas parece que era mais facil ver tais avistamento durante o dia nas decadas de 80 e 90, do que de 2000 pra ca.

      • astro

        é concordo ,as aparições mais bizzars aparecerão nas decadas de 80 e 90

  • WILLIAM ALEXANDER

    N3M3

    Que bom ter leitores de qualidade em seu blog como o Engenheiro Josemar e todos os que aqui se manifestam vez que buscam sempre dar sua opiniões. Está é uma boa constatação de que pessoas maduras experientes da vida e de qualidade cultural tambem buscam conhecimentos e querem compartilhar sua experiências em sites abertos, democráticos e sérios, tal como o seu. Eu como Advogado não sou um bom matemático, mas assim como Josemar desde adolescente estudo fenômenos dos ovni. Sou da época da Irene Granchi, do General Uchoa, entre outros quando aos 15 anos já assistia congressos e colóquios nesta área.

    Saudações à todos

    William Alexander Moore

    Bertioga/SP

    Saudações

    • n3m3

      São todos vocês que fazem este blog. Obrigado pelo apoio.

  • Francisco

    O que me fascina nas naves extraterrestres é a velocidade e e tambem o total despreso pelas leis da inercia e da aerodinâmica.

  • Alan

    lembresse os usa está usando tecnologia reversa criando aeronaves para usa pra espionagem muitos das navem que vemos são terrestre feito a parte de naves extraterrstre o foda é nunca saberemos qual é terrestre e extraterrestre

    • rock

      Olá Alan, apesar de já ter lido muito a respeito dessas questões de naves terrestres desde a época de Hitler e etc, particularmente não ponho fé alguma na possibilidade delas realmente existirem, visto que várias oportunidades de as mesmas já terem sido usadas se passaram.

      Fora isso, o poderio bélico que isso representaria seria imenso e amedrontador, imagine você que as velocidades estimadas desses objetos nos dão a idéia que, uma nave dessa sairia de uma nação e iria até outra em outro continente, largaria uma bomba e antes que a mesma explodisse, a mesma já teria retornado e pousado no país de origem (entenda isso de forma entre o literal e o fantasioso)

      Além do mais, no sentido da contra-informação, não haveria aspecto atual melhor do que a apresentação de uma tecnologia dessas vindo de uma nação terrestre, seria o total e completo regozijo do céticos quanto a questão ufológica.

  • Carlos Wendel

    Já andei pensando e pesquisando sobre possíveis formas de propulsões que poderiam ser usadas como explicação para o comportamento impressionante de tais objetos e cheguei a conclusão de que a tecnologia de propulsão usada por esses objetos é baseada em eletromagnetismo aliado a um mecanismo de redução de massa do objeto, onde se usa material nanotecnológico para aplicar grandes quantidades de energia em cada átomo constituinte do interior do objeto, incluindo os dos pilotos, acredito que dessa forma, poderiamos explicar como pilotos poderiam sobreviver a tanta força G.

    Mas há também as hipóteses do uso da gravidade ou de campo de energia ponto zero.

    É algo do qual não sou expert, mas posso dizer que acredito que algo como uma roda gira em altas velocidades dentro de tais objetos ao mesmo tempo que produz campos eletromagnéticos fortíssimos.

    • Carlos Wendel

      Mas voltando ao assunto do artigo, que era algo que anteriormente deveria ter comentado mas me esqueci.

      O nível de conhecimento do autor é incontestável, o que dificulta consideravelmente a possibilidade de ter cometido um engano ou visto um balão, ainda mais quando se reitera que foi calculado que o objeto se moveu à 28.000 km/h, velocidade essa que someonte um ônibus espacial pode alcançar, e mesmo assim, durante a reentrada na atmosfera.

  • luma

    Isto prova que mesmo sem fotos ou vídeos devemos dar credibilidade aos relatos.

    • Fernando Ramos

      Não, não prova porque nem todos têm conhecimen tos para fazer estes cálculos.

      Aliás, nem todos têm descernimento para rfazer uma observação consciente e depois, expÕr os factos.

      As fotos e filmes são apenas anexos ilustrativos do que se observou. E infelizmente hoje em dia são mais os filmes e fotos falsas ou com erros de interpretação do que as verdadeiras.

      A análise de um caso não fica apenas por fotos, filmes e palavra da testemunha. Tem de ir mais fundo e perceber, por exemplo, quais os conhecimentos dessa pessoa relativamente ao fenómeno, e ao desenvolvimento da tecnologia aérea.

      MAs há mais factores, muitos mais.

      Analisar e investigar uma ocorrência não pode ser feito de modo ligeiro e com perguntas simples.

      • luma

        É claro, amigo. Será que não consegui me expressar bem? Muitos avistamentos são feitos sem que na hora você tenha recursos para provar o que viu.

        Conhecimento…??? Importantíssimo!!! Mas isto não prova que uma pessoa que tenha tido a felicidade ou infelicidade de ter um avistamento e não ter grande estudo sobre o assunto, seja impedido de relatar o que viu. Obvio! Torno a repetir, o estudo sempre é bem vindo. Temos sim que ter discernimento na hora de analisar tudo.

        Você sabe que onde moro, as visualizações são constantes? E que as pessoas do local vêem tal fenômeno como bruxas???

        Ou bolas de fogo??? E que nunca ouviram sequer falar em ovnis???

        Pois é, acredito nestes simples relatos. São pessoas totalmente desinteressadas.

        Portanto, com discernimento… acredito!!!

  • Paulo Mateus

    Muito bom relato. Senti inveja, pelo currículo e pelo avistamento. Deve ter sido magnífico. Abraços.

  • Bruno

    Belo relato.

  • Vinicius

    Muito bom, sempre gostei muito desse tipo de coisa tb, como lunetas, ver a lua, os planetas… Queria saber como eu faço uma luneta pra mim.? Meus pais nao me apoiam muito nesse tipo de coisa, ja pedi mais nao me deram… aquela coisa né (pai me da uma luneta ? ahh depois eu compro pra vc) Abraço…….

    • Josemar G. Mendes

      Vinicius, Para construir uma luneta, a mais simples possível, você vai precisar de 2 tipos de lente: uma, chamada ocular, que é bem pequenina, mas com grande aumento da imagem (pequena distância focal, tipicamente entre 1 e 3 cm) e outra, como que ao contrário desta, com diâmetro o maior possível (mínimo seria uns 35 mm) e com pouco aumento da imagem (grande distância focal, tipicamente 60 a 90 cm)).É a chamada objetiva. Você precisa tambem de um tubo (papelão, pvc) com diametro interno igual ou um pouquinho maior que o da objetiva, na ponta do qual você deve fixar a dita cuja. Precisa então de outro tubo que se encaixe bem justo dentro deste tubo maior mas que consiga deslizar dentro dele. Neste tubo menor você tem que montar a ocular. As oculares sempre são vendidas já montadas em uma base e você pode enrolar alguma coisa nessa base para ajustar a montagem na ponta do tubo menor. Na Internet tem gente que vende oculares e objetivas.

      Pronto, insira o tubo menor, que deve ter uns 30 a 35 cm de comprimento, dentro do maior que deverá ter um comprimento uns 5 a 7 cm menor do que a distância focal da objetiva. Agora, de dia, aponte luneta e observe (pela ocular, né ? rsrsrs) alguma coisa e deslize o tubo da ocular para dentro e para fora do maior até coseguir ver a imagem bem focada. Et voilà ! a imagem aparece invertida mas isto, para observação astronômica não tem nenhuma relevância.

      Se for realmente comprar oculares e objetivas, recomendo ocular com em torno de 20mm (2 cm) de distância focal. Para a objetiva, recomendo diâmetro mínimo de 5 cm e distância focal de uns 60 a 80 cm. Em ótica, a objetiva com 60 cm de distância focal seria descrita assim: 50mm f12, isto é: 50 mm de diametro e distância focal igual a 12 vezes o diâmetro (12 x 50 = 600 mm). Exemplo de site de venda : http://www.permutalivre.com.br/119450/lunetas-e-t…. Boa sorte.

  • ricklemos

    da ate um gelinho no estomago lembrar ne josemar?? mesmo depois de tantos anos,,vi um em 90 a noite e outro em 2009,,fico ate hoje impressionado,,nunca pude provar mas nas 2x tive testemunhas comigo,agora tenho camera,,,Q venham os bichos e suas maquinas maravilhosas!!!

  • Fernando Ramos

    Bem, eu vou destoar da vossa preplexidade e aceitação do caso sem o questionar e vou colocar umas questões;

    Gostava então de colocar algumas questões ao Sr. Josemar Mendes;

    – Como fez a avaliação da altitude do objecto?

    – Como calculou as dimensões do objecto?

    – Que pontos de referencia usou para esse cálculos?

    – Pode explicar-nos como se fazem avaliações de dimensões usando os dados referidos (abertura angular – que suponho ser as dimensões do objecto à vista desarmada)e o braço?

    – Como calculou a velocidade?

    – Como calculou as forças G?

    Já não questiono a sua capacidade de medir ângulos no céu com um detalhe do tipo 27º.

    No entanto fica-me a pergunta; porque não 20º ou 30º, 45º, ou seja ângulos que são de alguma forma fáceis de referenciar.

    Muito provavelmente o senhor vai dizer que é pela sua desenvolvida capacidade de análise ou por ser piloto e estar habituado. Mas ainda assim…

    Não estou a colocar em causa o seu testemunho. Nada disso. Apenas me faz sempre muita “comichão” quando alguém dá dados tão precisos sem instrumentos para os obter.

    Aliás, interessa-me BASTANTE conhecer as técnicas que usou para os cálculos porque são muitos úteis para quem se interessa pelo fenómeno OVNI.

    Porque não faz um pequeno texto que nos ensine isso?

    Espero que não interprete mal estas minhas questões.

    • EDUARDO

      fernando concordo com tudo que voce falou, porem estou aqui perplexo pois sem querer achei esse site e ao ler fiquei imprecionado pois juro por tudo que tem de sagrado nessa vida. Minha vida inteira ouvi essa estoria de minha mae e minhas tias, NUNCA ACREDITEI MUITO. Porem depois de ler o relato do Josemar,que nem sei quem é….cara podem falar o que quizerem mas COM CERTEZA ALGO ELES VIRAM, rsrs…como eu queria estar la tb..rsrs..

  • EDUARDO

    CARO JOSEMAR TENHO 29 ANOS E MINHA VIDA INTEIRA OUVI ESSA ESTORIA DE MINHA MAE E MINHAS TIAS, FOI NO MESMO ANO POREM ELAS ESTAVAM NA PRAÇA DA CETEL NA VILA DA PENHA, PARA LHE SER SINCERO ATE HOJE EU DESCONFIAVA DA ESTÓRIA, POREM QUANDO ELAS CONTAM, 04 MULHERES ENTRE 55 E 60 ANOS SINTO UM CERTO MEDO AO RELATAR O ACONTECIDO. E FOI EXATAMENTE COMO VOCE RELATOU ELE ESTAVA PARADO ALGO ENORME DA COR DE PAPEL LAMINADO E DE REPENTE ELE SUBIU COM CLAROES E NO CÉU FEZ RISCOS VERMELHOS MUITO RAPIDOS E PAROU POR UM TEMPO MUITO ALTO E DEPOIS SUMIU, SE APAGOU. ELAS ATE HOJE JURAM QUE ISSO OCORREU E QUE TODOS OS AMIGOS, CRIANÇAS ENTRE 10 E 14 ANOS COMEÇARAM A CORRER DESESPERADOS PARA CASA.

    • Meson

      Oi amigos, a precisão das medidas não é o que importa!
      Para mim esse é um exemplo de um relato verídico, como tantos outros de alguns amigos, que não teriam nenhuma razão para mentir para mim.
      (Não são nem necessários fotos ou vídeos que hoje em dia podem ser facilmente falsificados para comprovar) Com o relato do EDUARDO a veracidade do avistamento se torna inquestionável!