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Tempo de leitura: 3 min.

Híbridos! Sutis demais para serem detectados. Ou não?

Tempo de leitura: 3 min.

O pesquisador do fenômeno OVNI, Cláudio O. Santos, nos presenteia com sua opinião a respeito de possíveis híbridos humanos/alienígenas vivendo entre nós:

Híbridos! Sutis demais para serem detectados. Ou não?

Existe uma dúvida entre os seres humanos que até os dias atuais não foi completamente respondida. Estamos sozinhos no universo?

A incerteza de que possa existir vida inteligente fora do planeta Terra, é vastamente discutida em diversos campos de estudo e grupos religiosos. Essa dúvida causa discussões construtivas e também discordância entre a ciência ortodoxa e a espiritualidade.

É certo afirmar que a vida nesse planeta começou fora dele, e propositalmente implantada centenas de anos atrás? Ou, que a evolução das espécies no decorrer de milhões de anos foi a que teve o mérito da grande biodiversidade?

Em algumas histórias literárias da humanidade, nos foi passado relatos de contatos com seres divinos, se assim posso dizer, e que estes seres tiveram participação na alteração biológica dos nossos antepassados. História ligadas as várias religiosidades. Mas, se entrarmos nesses contextos históricos não chegaríamos nas respostas e sim em mais perguntas.

Pressupondo que a raça humana teve intervenção em seu desenvolvimento fica a pergunta. Estes seres tiveram êxito e colocaram um ponto final em seu projeto? Ou, continuam até os tempos atuais seus experimentos evolutivos?

Quero deixar claro que esse texto não se trata de uma pesquisa, nem tão pouco irei utilizar pesquisas relacionadas. São apenas especulações que refletem pensamentos construtivos na busca por evidências.

Os relatos, muitas vezes isolados e traumáticos, de contato entre “seres não terrenos” e pessoas deste orbe, ocorre continuamente ao longo dos anos. Contatos no coletivo em tempos remoto deixaram de existir, perdendo uma importante fase e desacelerando o processo do convívio social, deixando confuso quando de tempos em tempos volta ocorrer.

Por que tanto mistérios?

Até o presente momento, tripulantes de OVNIs / OSNIs não tiveram interesse na comunicação em massa. Com mais frequência no individualismo e em poucos casos, ocorrem em pequenos grupos. Acredito que essa nova abordagem preserve nossos mecanismos econômicos, religioso…, mas o avanço tecnológico (não bélico) foi deixado em segundo plano.

Em diversos casos de pessoas que tiveram contato com vida extraterrestre, ou objetos de origens desconhecidas e que resolveram falar, não todas, mas de alguma forma, foram impedidas de darem prosseguimento em suas experiencias. Em certas situações homens vestidos de pretos eram figuras carimbadas responsáveis pela persuasão destas pessoas.

Mas quanto aos híbridos? O anonimato continua guardado a “sete chaves”. Para pessoas mais próximas a certeza da ligação entre seus entes queridos e seres não terrenos é uma realidade. Não tem como esconder da figura materna as particularidades dos seus filhos em relação as demais crianças.

As super protetoras buscam respostas com muita cautela. Desconhecem os motivos, são muitos porquês. Não os expõem, mas saem em busca de respostas, muitas vezes em congressos ufológicos, reuniões de ufologia e temas ligados ao assunto.

Essas pessoas estão corretas em saber o que realmente ocorreu.

O anonimato!  Uma solução prática! Mas, os resultados não os satisfazem completamente.

Identificar uma pessoa que tenha traços físicos ou intelecto deferente das demais pessoas não é difícil. No entanto, a abordagem deve ser no mínimo coesa, sem quaisquer indícios preconceituosos, partindo da pessoa em questão e não do interrogador.

Talvez já exista grupos de pessoas “hibridas”, ou que julguem ser, mas ainda falta respostas.

Caso exista grupos com essa finalidade, abrir esse assunto tão delicado às demais pessoas não traria melhores resultados em suas buscas. Mas, abriria uma nova e sem precedente janela para o futuro de todos nós, com responsabilidade mútua no desenvolvimento da humanidade.

Conheci pessoas que particularmente deixaram a impressão de que buscavam suas respostas. Talvez na época, não dei a devida atenção. Hoje, compreendo que na verdade estas pessoas não se sentiram à vontade para contar suas histórias e expor uma situação tão delicada.

Hoje em dia este assunto não é mais um tabu. Talvez nunca tenha sido, apenas não tratado com seriedade devida.

São diversos grupos e conforme os dias vão passando o número só aumenta. Grandes metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo, mas também cidades menores, têm seus grupos de estudos, pesquisas e que se preocupam com as pessoas de modo geral em seus contatos, com seus relatos, suas dificuldades e satisfação. Este grupo no qual público estas poucas linhas de reflexão, também tem a responsabilidade moral de selar pela confiabilidade de cada integrante. O cuidado em entender o próximo faz toda diferença, principalmente quanto a existência dos híbridos que ainda é considerado assunto delicado demais.

A ideia não é provar a existência da hibridização com seres humanos. Já sabemos que isso vem acontecendo, da mesma forma que sabemos que seres extraterrestres visitam nosso planeta com pleno domínio de suas tecnologias. Mas, de uma vez por todas e de um jeito amigável, fazer parte de um grupo tão seleto quanto os híbridos. Uma vez que já existem pessoas que se auto intitulam fazer parte de uma civilização fora do nosso sistema solar.

O simples exame de DNA não provaria muita coisa em relação estas pessoas, porque eles também têm o DNA humano. Não sou perito, mas acusaria a particularidade do genoma humano e suas atribuições.

São tantas especulações!

O que realmente importa é se eles poderão depositar a confiança tão necessária aos grupos. Não devemos tratá-los por mais essencial que seja o trabalho, como instrumentos de estudos. Devemos tão somente coexistir com eles. O que já vem acontecendo! E, aprender juntos dando um importante passo no desenvolvimento social.

Curiosidade todos nós temos. Se os grandes nomes na história da humanidade não fossem curiosos, como seria o mundo como o veríamos hoje?

Em tempos atuais, devemos colocar a objetividade em prática e propor um grupo no qual o coletivo seja inabalável.

Talvez alguém ao ler esse texto também concorde com a importância da igualdade entre os povos. Talvez, já tenha alguém que conheça pessoas com necessidades por respostas e na medida do possível vem ajudando.

São muitas as especulações quanto a existência de pessoas que incontestavelmente carregam em sua cadeia de DNA a “hibridização”.

Mas, de uma coisa eu tenho a absoluta certeza, hoje estou preparado, não para estudar estas pessoas, mas para conviver e aprender com elas.

As respostas virão naturalmente quando todos os direitos forem respeitados incluindo o direito de expressão.

Espero sinceramente esse texto chegue a um número expressivo de leitores, e que de alguma forma possa ajudar!

Atenciosamente,

Cláudio O. Santos


Agradecimentos ao Cláudio por ter compartilhado seu pensamento conosco.

– n3m3

P.S.: Por que o OVNI Hoje publicou este artigo? Clique aqui para saber.


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