O sétimo “observável” durante contato com OVNIs

Tempo de leitura: 3 min.

Keith Basterfield publicou em seu blog ufos-scientificresearch.blogspot.com um interessante artigo apresentando o que poderia ser um “sétimo observável” quando ocorre um contato imediato com OVNIs.

O sétimo "observável" durante contato com OVNIs

Em várias ocasiões, Luis Elizondo mencionou que o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP) identificou cinco ‘observáveis’ relativos a Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP/OVNIs). São eles:

1. Aceleração repentina e instantânea.

2. Velocidades hipersônicas sem assinaturas.

3. Baixa observabilidade.

4. Viagem transmídia.

5. Elevação positiva.

Em uma postagem datada de 11 de agosto de 2020, o pesquisador norte-americano Danny Silva, falou sobre um sexto ‘observável’, a saber, efeitos biológicos em humanos. Eu gostaria de adicionar um sétimo ‘observável’, ou seja, os efeitos que OVNIs tem em nossa própria tecnologia: Efeitos UAP/OVNI em nossa tecnologia

Veículos motorizados

Talvez a peça mais conhecida de nossa tecnologia, há muito associada aos efeitos UAP, seja o veículo motorizado. Um exemplo típico é o seguinte:

Às 18h35, em 8 de agosto de 1971, perto da cidade de Kadina, South Australia, um homem dirigia sozinho quando notou que seus arredores estavam iluminados por um tom laranja. De repente, o motor do carro parou e as luzes do carro se apagaram. Ele não conseguiu ligar o motor, então desligou o carro. Saindo do veículo, ele notou um objeto a cerca de 50 metros acima do carro. Durante esse tempo, ele notou um zumbido / ronronar constantemente audível. O objeto então partiu para o sudeste, após 2-3 minutos permanecendo estacionário acima dele. Antes de perder de vista, ele voltou para o carro e ligou o motor com sucesso.

Em vários outros avistamentos, o motor, os faróis e o rádio dos veículos motorizados foram afetados. Talvez, a coleção clássica de tais casos seja “UFO Reports Involving Vehicle Interference” (‘Relatos de OVNIs Envolvendo Interferência nos Veículos’), de autoria de Mark Rodeghier, e publicada pelo Centro J Allen Hynek para Estudos de OVNIs, em 1981. Esta coleção e análise estudou várias centenas de casos, que ilustram o natureza diversa de efeitos em veículos motorizados devido à proximidade de OVNIs.

Aeronaves

A outra peça de nossa tecnologia que foi afetada em alguns casos são as aeronaves. Um dos catálogos mais abrangentes disponíveis, foi compilado pelo pesquisador francês Dominique F. Weinstein e publicado pelo National Aviation Reporting Centre on Anomalous Phenomena (NARCAP) em 2001. O trabalho de Weinstein apresenta detalhes de várias centenas de casos de avistamentos envolvendo tripulações aéreas, entre 1916 e 2000. Cerca de 14% dos casos apresentam efeitos eletromagnéticos em equipamentos a bordo da aeronave, envolvendo “rádios, radar, bússolas, motores …”

Weinstein e Richard Haines examinaram mais de perto os efeitos eletromagnéticos em aeronaves em outro estudo NARCAP de 2001, intitulado “A Preliminary Study of Fifty Seven Pilot Sighting Reports Involving Alleged Electro-Magnetic Effects on Aircraft Systems.” (‘Um Estudo Preliminar de Cinquenta e Sete Relatórios de Avistamento de Plotos que Envolvem Supostos Efeitos Eletromagnéticos em Sistemas de Aeronaves’).

Armas nucleares

Imagem cortesia da Amazon Books

Tem havido uma série de casos em que mísseis nucleares foram supostamente afetados por OVNIs. Por exemplo:

O pesquisador norte-americano Robert Hastings documentou vários deles, inclusive um incidente por volta de 1977 na Base Aérea de Grand Forks em Dakota do Norte, onde um agora aposentado Supervisor de Segurança de Mísseis da USAF relatou que luzes não identificadas interferiram em sua capacidade de se comunicar com os locais de lançamento. Nenhum míssil poderia ter sido lançado, se necessário.

Robert L Salas relatou seu envolvimento com um incidente na Base da Força Aérea de Malstrom, Montana, em março de 1967, onde várias ogivas de mísseis nucleares foram desativadas, e OVNIs observados.

Outra tecnologia

Em outros casos envolvendo UAPs/OVNIs, foram relatados efeitos em várias peças de tecnologia. Para detalhes de casos individuais. Eu recomendaria uma visualização da categoria EMF (efeitos eletromagnéticos) do site do Comitê Nacional de Investigações sobre Fenômenos Aéreos (de sigla em inglês, NICAP). Os casos datam de pelo menos 24 de junho de 1947:

Fred M. Johnson avistou cinco ou seis discos redondos de aparência metálica com 9 metros de diâmetro, com caudas ou barbatanas. Ele deu uma olhada melhor em um quando focalizou seu telescópio nele. Enquanto os discos se inclinavam ao Sol a 300 metros acima da cabeça, Johnson ficou surpreso ao ver a agulha de sua bússola balançando para frente e para trás. Ela parou de fazer isso assim que os OVNIs, que estavam à vista há menos de um minuto, partiram em direção ao sudoeste.

(Clark, J. 1992. ‘The UFO Encyclopedia: Volume Two’, Omnigraphics, Detroit, página 129.)

Deliberado ou acidental?

O debate sempre foi se os efeitos que observamos são devidos a um subproduto dos OVNIs, por exemplo, como um efeito colateral de, digamos, um sistema de propulsão; ou um direcionamento deliberado à nossa tecnologia. O fato de que nem todo encontro imediato entre nossa tecnologia com OVNIs resulta em efeitos, parece argumentar a favor da última opção.

Os leitores do blog têm alguma opinião sobre outros ‘observáveis’?

(Fonte)


Seriam os efeitos causados pelos OVNIs em nossa tecnologia algo proposital ou um resultado do sistema de propulsão dessas naves misteriosas?

n3m3

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