Estranhas luzes no céu e símbolos na praia aparecem no Rio Grande do Sul

Tempo de leitura: 3 min.

De acordo com o site gauchazh.clicrbs.com.br os fenômenos foram relatados numa rede social. Especialistas opinam sobre o o que pode ter ocorrido.

Especialistas não consideram que os círculos são associados aos relatos de avistamentos de luzes no céu. Arquivo pessoal

Segundo a reportagem, por vota das 19h30 do dia 23 de junho passado, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, duas esferas coloridas que variavam entre dourado e laranja, de tamanhos indefinidos, foram avistadas percorrendo o céu. O evento ocorreu próximo das praias e as esferas teriam causado uma “explosão sem som” antes de desaparecerem, o que chegou a “iluminar as poucas nuvens existentes naquele momento”. Tudo ocorreu em segundos.

O gauchazh.clicrbs.com.br publicou o seguinte, em reportagem de Aline Custódio:

Magistério, o torneiro mecânico Silvio Scienza, 51 anos, mora a duas quadras da praia e costuma sair à noite para observar o céu quando não há nuvens. Neste dia, ainda na porta de casa, testemunhou a movimentação diferente na direção da praia. Espantado por ver as duas esferas, chamou a filha Ketlen, de oito anos. Não houve tempo para ela observar. Bem mais à frente, as luzes explodiram, ficando apenas o clarão.

— Elas se movimentaram na direção Sul-Norte, em baixa altitude. Eu não tinha um celular para filmar. Não era avião, nem estrela cadente. Foi rápido e incrível! Iluminou tudo na volta, até as nuvens ralinhas. Depois, desapareceram — relata Scienza.

A 17 km de Magistério, no mesmo horário, a cabeleireira Mana Bosquetti, 40 anos, e o namorado estavam na areia da praia de Salinas quando foram surpreendidos pela mesma imagem avistada por Scienza. O céu estava praticamente limpo e a noite sem vento naquele momento. Mana acrescenta apenas mais um detalhe: como era a beira da praia, viu com mais nitidez quando as duas esferas se dividiram, se tornaram quatro, criando uma luz tão intensa que pareceu uma explosão, antes de sumirem no céu.

— Quando vi, mostrei para o meu namorado. Inicialmente, achamos que era drone. Estavam sobre o mar e não eram muito grandes, enquanto se moviam. O clarão foi bem forte. Logo depois, apareceu outra luz parecida, mas ela veio do mar em direção à Lagoa da Fortaleza — conta Mana, que agora já pensa em não ir mais à noite na beira da praia.

Na página Cidreira RS, coordenada por Jean Paul Cunha, um post sobre o assunto tem mais de 1 mil comentários, a maioria de pessoas que teriam visto a mesma cena de diferentes pontos do Litoral Norte, e mais de mil compartilhamentos desde a publicação, ocorrida no dia seguinte ao evento.

Naquele horário citado por quem afirma ter avistado as esferas luminosas, o doutor em Engenharia Carlos Jung, do Observatório Heller & Jung, associado à Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon, na sigla em inglês), afirma não ter qualquer registro de movimentação na área do Litoral Norte. Por este motivo, não seria um meteoro, por exemplo. O observatório tem um software de registro de análise de meteoros, que cobre em 360 graus todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, parte de São Paulo, Uruguai, parte da Argentina e Paraguai…

Colaboração: Osnir Stremel Jr

O artigo ainda relata que Ademar José Gevaerd, editor da Revista UFO, suspeita que os relatos dos moradores do Litoral Norte realmente indicam que o evento se tratou de um fenômeno ovnilógico/ufológico. Ele ainda acrescentou que o litoral gaúcho até Araranguá, em Santa Catarina, é uma área na qual frequentemente há relatos de muitos aparecimentos de OVNIs.

Também, Carlos Odone, engenheiro químico e fundador do Movimento Gaúcho de Ufologia, disse que sempre recebe muitos relatos da região de Cidreira.

Ainda foi reportado que no dia 24 de junho, um dia após as aparições das luzes, o pintor Luis Ricardo da Silveira, 47 anos, encontrou marcas inusitadas na areia da praia de Tramandaí. Segundo a testemunha, não havia marcas de pés ao lado dos 17 círculos desenhados na areia – um grande e 16 pequenos (foto no início do artigo).

Silveira tirou uma foto e compartilhou com um amigo. A filha desse amigo, a estudante Lanna Briance, 23 anos, também havia fotografado uma imagem semelhante uma semana antes, na mesma praia.

Ao analisar as fotos, Gevaerd descartou a possibilidade dos desenhos terem algum vínculo com os OVNIs.

Ele disse de forma enfática:

Isso não é nada. É uma obra de arte.

Quanto aos círculos na areia da praia, é bem provável mesmo que tenha sido somente uma obra de arte de alguém que apagou suas pegadas após desenhar na areia. Contudo, o avistamento merece uma investigação mais aprofundada. Uma pena nenhum morador da região ter filmado o evento.

Também vale informar que não são só as áreas costeiras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina que contam com avistamentos e OVNIs e luzes no céu. O litoral do Paraná, inclusive adentrando o continente até Curitiba, a aproximadamente 100 quilômetros do litoral, também possui essa particularidade.

Será que há uma base subaquática na costa sul do Brasil, assim como suspeitam da costa do sudoeste dos EUA/noroeste do México, onde os militares estadunidenses têm relatado avistamentos dos OVNIs do tipo tic-tac?

n3m3

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