Formação de OVNIs passou por baixo de avião comercial no Brasil – 1954

Tempo de leitura: 2 min.

Por Dr. Olavo Fontes

A data era 21 de novembro de 1954. O Douglas PP-ANM da Aerolinhas Nacional estava voando de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, em direção ao Rio de Janeiro. Boa visibilidade. Céu azul acima do avião e algumas nuvens abaixo.

Se os alienígenas aparecerem, será mesmo que terão boas intenções
Imagem meramente ilustrativa, não relacionada ao artigo.

O avião estava a 9.000 pés (2.700 m), sobrevoando o vale do Paraíba, perto da cidade de Paraíba do Sul, quando o copiloto viu os OVNIs. Às 11h30, o comandante Armando Braulino (co-piloto), o comandante Pedro Luiz Teixeira (piloto), o Sr. Vicente B. Marques (comissàrio de bordo) e José E. Caldeira (operador de rádio) foram as principais testemunhas.

A formação OVNI veio do nordeste voando a 7.200 pés (2.200 m), passou logo abaixo do avião em alta velocidade e desapareceu em direção ao sudoeste. … O avião estava se movendo [na direção norte-sul] e a formação de OVNIs cruzou logo abaixo.

Os objetos não giravam, pareciam ser de alumínio (ou metal similar) e, sob a luz do sol, mostravam uma superfície polida e brilhante. Eles tinham o formato de discos com uma espécie de cúpula (ou domo) no topo. Eles podem ser comparados (em forma) a um capacete de soldado com uma grande borda ao redor da parte convexa.

Havia um maior no centro da formação – o ‘líder do esquadrão’ – e os outros esavam agrupados em torno dele a uma curta distância. Toda a formação tinha cerca de 35 metros de diâmetro e cada objeto media cerca de 4,5 metros de diâmetro. Havia um estranho brilho azulado em torno de cada OVNI e em toda a formação. .

Os OVNIs não apresentavam hélices, tubos a jato, asas, caudas ou asas salientes. … Alguns passageiros chegaram às janelas do avião ainda a tempo de observar a esquadrilha de 15 objetos em forma de disco, mas outros chegaram tarde demais e não viram nada. O avistamento durou cerca de 40 ou 50 segundos.

Foi dito que os passageiros entraram em pânico, mas o piloto (falando com a imprensa) descartou esta versão como falsa. … não houve histeria.

(De uma carta a Alexander D. Mebane, 23 de novembro de 1958)

(Fonte)


Sempre é bom recordar que os avistamentos de OVNIs não são exclusivos dos aviadores da Marinha dos EUA.

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n3m3

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