As propriedades não-físicas do DNA humano

Tempo de leitura: 4 min.

Vladimir Poponin é um cientista russo bem conhecido que, em 1995, com seus colegas, incluindo o biofísico Peter Gariaev, conduziu um experimento muito interessante durante seu tempo na Academia Russa de Ciências.

As propriedades não-físicas do DNA humano

Em seu artigo (PP Gariaev e VP Poponin. Efeito fantasma in vitro do DNA no vácuo e sua possível explicação racional. Nanobiologia 1995), Poponin afirma, na introdução do relatório:

Acreditamos que essa descoberta tem um significado tremendo pela explicação e compreensão mais profunda dos mecanismos subjacentes aos fenômenos sutis de energia, inclusive muitos dos fenômenos de cura alternativos observados.

Por que eles escreveram isso? Nós vamos chegar neste ponto.

Poponin e Gariaev testaram o comportamento do DNA humano nos fótons, pequenos pedaços de matéria, no ‘quantum‘ de que nosso mundo é composto. Eles colocaram fótons em um tubo especialmente projetado para simular um vácuo, assim como o vácuo do espaço. Sem ar dentro, eles inseriram os fótons, pois queriam ver o que fariam e como se comportariam. Os fótons foram distribuídos de uma maneira completamente desordenada e aleatória, espalhados por todo o contêiner. Obviamente, era o que a equipe de pesquisadores esperava.

Em seguida, amostras de DNA humano foram colocadas dentro do tubo com os fótons, e o que aconteceu a seguir é o que é verdadeiramente misterioso. Os fótons reagiram ao DNA, mudaram seu padrão e formaram um alinhamento específico. Na presença de material vivo, o DNA humano, os fótons se organizaram! Isso significava que o DNA estava claramente influenciando diretamente os fótons. É um dos muitos exemplos de hipótese de que algo dentro de nós afeta diretamente o material físico fora de nós. Esse experimento foi repetido e confirmado, e ainda foi observado que o DNA humano afeta diretamente as ‘coisas’ quânticas das quais nosso mundo é formado. Fascinante para dizer o mínimo.

A outra grande surpresa

A próxima grande surpresa foi observada quando os pesquisadores removeram o DNA do recipiente. Os cientistas presumiram que os fótons simplesmente retornariam ao seu estado disperso original, mas isso não aconteceu. Em vez disso, os fótons permaneceram ordenados como se o DNA ainda estivesse no tubo. Poponin descreveu a luz como tendo um comportamento “surpreendente e contra-intuitivo”.

Os pesquisadores levantaram a hipótese e foram “forçados a aceitar a hipótese de trabalho de que alguma nova estrutura de campo estava sendo excitada”. Há algo sendo deixado para trás? Algo em forma não-física? Esse experimento nos diz que o DNA está se comunicando com as ‘coisas’ de que o nosso mundo é feito e que existe algum tipo de campo invisível. Talvez o DNA represente um local de armazenamento e comunicação para o passado? Para o futuro? Para outros no universo que deixaram sua marca, por assim dizer. Quem sabe.

Física Quântica e Consciência

O Prêmio Nobel do século XX, Richard Feynman, disse uma vez, com relação à mecânica quântica:

Escolhemos examinar um fenômeno que é impossível, absolutamente impossível de explicar de qualquer maneira clássica, e que possui o coração da mecânica quântica. Na realidade, contém o único mistério.

Outra grande citação que vem à mente sempre que o mundo da ciência mergulha profundamente no mundo misterioso da física quântica:

Parece haver uma profunda preocupação de que todo o campo seja manchado pelo estudo de um fenômeno já prejudicado por sua associação com superstição, espiritualismo e magia. Às vezes, proteger contra essa possibilidade parece mais importante do que incentivar a exploração científica ou proteger a liberdade acadêmica. Mas isso pode estar mudando.

– Cassandra Vieten, PhD e Presidente / CEO do Institute of Noetic Sciences (fonte)

A razão pela qual a associação com superstição, espiritualismo e magia mencionada na citação acima existe quando se trata de examinar certo fenômeno é simplesmente porque o fenômeno observado é inexplicável. Mas é importante lembrar, apenas porque algo é inexplicável não significa que não seja real; simplesmente significa que ainda não o entendemos completamente. A academia tem uma longa história de fenômeno de rejeição, que é claramente real, mas simplesmente inexplicável.

A física quântica claramente tem uma forte conexão com a consciência e o fenômeno metafísico. Max Planck, um físico que originou a teoria quântica, considerava a consciência como ‘fundamental’ e a matéria como ‘derivada da consciência’.

Ele disse:

Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo o que falamos, tudo o que consideramos existir postula a consciência.

Isso foi demonstrado claramente por vários experimentos, como o experimento quântico de dupla fenda.

Um artigo de Dean Radin, PhD, publicado na revista científica Physics Essays, explica como esse experimento foi usado várias vezes para explorar o papel da consciência na definição da natureza da realidade física. (fonte)

Nesta experiência, um sistema óptico de dupla fenda foi usado para testar o possível papel da consciência no colapso da função de onda quântica. Os fótons foram disparados através de duas fendas, de várias maneiras diferentes. O estudo constatou que os fatores associados à consciência ‘se correlacionam’ de maneira significativa com as perturbações no padrão de interferência de dupla fenda. Neste experimento, pequenos pedaços de matéria (fótons, elétrons ou qualquer objeto de tamanho atômico) são atirados em direção a uma tela que possui duas fendas. Do outro lado da tela, uma câmera de vídeo de alta tecnologia registra onde cada fóton pousa. Quando os cientistas fecham uma fenda, a câmera mostra um padrão esperado, como pode ser visto no vídeo abaixo. Mas quando as duas fendas são abertas, um ‘padrão de interferência’ surge – elas começam a agir como ondas.

Se você quiser ver uma demonstração visual do experimento quântico de dupla fenda, aqui está uma ótima animação curta. O ponto é que a consciência muda o comportamento das partículas:

A observação não apenas perturba o que deve ser medido, mas também a produz. Nós obrigamos o elétron a assumir uma posição definida. Nós mesmos produzimos os resultados da medição.

(fonte)

O estudo supracitado aponta que “fatores associados à consciência, como experiência em meditação, marcadores eletrocorticais de atenção concentrada e fatores psicológicos, incluindo abertura e absorção, correlacionaram-se significativamente nas formas previstas com perturbações no padrão de interferência de fenda dupla. Os resultados parecem ser consistentes com uma interpretação relacionada à consciência do problema de medição quântica”.

O que isso significa

O DNA é fascinante e provavelmente é a parte menos compreendida da nossa biologia. Definitivamente, existem aspectos não materiais metafísicos interessantes em nosso DNA, e mudanças em nosso DNA podem ocorrer como resultado apenas de nossos pensamentos, sentimentos e emoções. Os pesquisadores do HeartMath mostraram que aspectos físicos das fitas de DNA podem ser influenciados pela intenção humana. O artigo “Modulation of DNA Conformation by Heart-Focused Intention” (Modulação da Conformação do DNA por Intenção Centrada no Coração – McCraty, Atkinson, Tomasino, 2003 – descreve experimentos que alcançaram tais resultados. (fonte)

Há muito mais que se aprender e descobrir sobre o DNA humano e o DNA em geral.

É possível que haja aspectos interdimensionais, mas é um tópico profundo que vai muito além da discussão sobre o efeito fantasma do DNA. Este artigo nem sequer arranha a superfície quando se trata de estudos no campo da consciência e da ciência não material. O que é bom saber é que mais pessoas estão se conscientizando da ciência não material. Se você está interessado nisso, sugiro que comece a pesquisar mais sobre física quântica e parapsicologia.

(Fonte)

Colaboração: Ricardo Paito


No século passado alguns cientistas começaram a investigar a física quântica e só agora, embora com muitas exceções, membros da comunidade científica começam a entender que há muito mais do que matéria para ser estudado.

Uma das coisas que aprendi durante todos esses anos é que “se não aconteceu comigo, não significa que não seja real”. Temos que manter nossas mentes abertas, não refutando algo de imediato só porque vai contra nossos “dogmas pessoais”. Mesmo unindo tudo que a humanidade já descobriu durante toda sua história ainda nos coloca num ponto da trajetória que está muito longe do final dessa jornada de conhecimento. E é somente analisando friamente e com os pés no chão até mesmo as coisas consideradas impossíveis é que conseguiremos acelerar a nossa jornada.

Não se trata de perda de tempo quando algo se prova falso, mas sim de conhecimento agregado que poderá vir a calhar no estudo de muitas outras coisas.

n3m3

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