O momento de contato com um alienígena nórdico. Teria sido flagrado por uma foto?

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Navegando pela Internet ao acaso, resolvi visitar o excelente site Mundo Gump criado por Philipe Kling David, que já visitou Varginha e fez suas próprias investigações na época, o qual inclusive descobriu junto ao proprietário de um hotel da cidade que um grupo de sujeitos estranhos – eram 5 – todos vestindo ternos pretos e portando maletas se hospedaram lá na época, relato que já fiz aqui em vários comentários.

O momento de contato com um alienígena nórdico. Teria sido flagrado por uma foto?

Mas retornando ao tema desta matéria, entre as muitas postagens do site encontrei uma interessante, que reproduzo na integra antes de desenvolver minhas análises. Eis a história toda, publicada no referido site, em 20 de março de 2016:

1) abduzido? A misteriosa foto do celular

Por Philipe Kling David

Eu estava há um tempão esperando para escrever sobre este caso, mas sempre ia passando as coisas na frente e ele foi ficando para trás. Hoje lembrei dele e resolvi o resgatar. Um caso curioso que teria ocorrido com um usuário do Reddit causou polêmica. O usuário Killerfishfinger publicou no espaço Paranormal do Reddit um tópico com o título “Encontrei esta fotografia no meu telefone, mas não me lembro de ter tirado…”

Não sei quanto a você, mas eu acho que a ideia de ter uma foto que você não reconhece surgindo no seu próprio celular da noite para o dia, é um ótimo ponto de partida para um roteiro de Hollywood.

Principalmente se ela envolve luzes estranhas e uma pessoa não identificada na foto.

O post afirmava textualmente que o autor tinha encontrado essa imagem no celular no dia seguinte ao mexer no celular, onde havia olhado as ultimas fotos e ela NÃO ESTAVA LÁ!

A partir daí a história entra num loop instigante de estranhezas. Ao se deparar com a fotografia misteriosa no dia seguinte, o autor verificou os detalhes, e descobriu que a imagem em questão tinha sido obtida às 22:51:22, – o que segundo ele, teria sido impossível, porque ele estava dormindo a essa altura.

À primeira vista, a imagem é apenas duas luzes, que parecem um farol de carro. Elas são indistinguíveis, e poderiam pertencer a qualquer coisa. Grande coisa, certo? No entanto, intrigado com a história, outro usuário do Reddit, chamado Runner_one , decidiu alterar o gamma da imagem para obter um melhor ideia do que ela retratava. E é aqui que as coisas definitivamente ficam curiosas.

A foto estranha e escura, passou a mostrar o que sempre esteve lá, indistinguível na escuridão da imagem. Ela mostra o que parece um momento de clímax, onde temos um homem de pé em um campo olhando para um objeto luminoso pairando no céu noturno. De acordo com Killerfishfinger, o homem na imagem não é ele.

Homem misterioso

De acordo com o autor do tópico, ele reconheceu o contorno fraco daquela arvore ao fundo. Ele diz que aquilo coincide com a visão de um bosque vizinho na frente de sua propriedade. Killerfishfinger disse que vivia sozinho e não tinha idéia de quem seria essa outra pessoa na imagem olhando para o que poderíamos supor que seja um ufo.

Obviamente, houve muitas teorias sobre a imagem, e alguns usuários sugeriram que a talvez a imagem tinha sido tomada dentro da casa, e que o flash teria sido registrado num reflexo de janela. Isso poderia explicar o clarão, mas não explicaria o misterioso homem de pé em seu gramado, nem o fato de que ele não tinha absolutamente nenhuma memória de tirar a foto.

Enquanto uns trabalhavam nas imagens, outros debatiam o caso. Alguém sugeriu que talvez Killerfishfinger sofresse de sonambulismo, ou talvez que ele estava usando um aplicativo que baixasse imagens na memória da câmera sem o seu conhecimento. E, claro, havia muitos que pensavam que Killerfishfinger tinha sido visitado na noite… e, possivelmente levado a bordo de um OVNI!”

Várias pessoas usaram técnicas de clareamento e filtros de melhoria na imagem, afim de elucidar o mistério (FOTO ABAIXO).

O momento de contato com um alienígena nórdico. Teria sido flagrado por uma foto?

2) Analisando os fatos

Embora a foto tenha causado muita polêmica, e inúmeras explicações tenham sido propostas pelos comentaristas do site Mundo Gump, um detalhe da foto depois da aplicação dos filtros me chamou a atenção: fica bem visível que o indivíduo segura algo nas mãos, parece algo luminoso.

Pois bem quem transita na casuística ufológica pode imediatamente ter a atenção despertada por esse singelo detalhe: aliens comumente são relatados segurando bastões luminosos na mão – em alguns relatos chamam isso de varinhas luminosas.

O primeiro caso a destacar é bem recente e foi publicado aqui no OH. Trata-se do encontro relatado pelo empresário Roberto Maia (nome fictício), de 45 anos, até às 6h da manhã de sexta-feira, 17 de agosto de 2018.

O suposto encontro com alienígenas ocorreu quando ele retornava de uma fazenda ou sítio de sua propriedade, nas cercanias de Terenos, cerca de 20 km de Campo Grande, MS.

Eis alguns trechos do relato do empresário, que os descreveu como seres altos, com a pele de cor vermelho claro e com feições humanas. :

Eu estacionei o carro, e desci em direção ao pasto, quando avistei um objeto triangular, feito de algum metal cinza, que emitia uma luz forte. Não tinha nada de redondo, como a gente ouve falar. Foi quando uma porta de elevação se abriu e de dentro três ‘pessoas’ saíram. Eles não desceram uma escada, eles flutuaram até o lado de fora.

Não tinham esses traços monstruosos que a gente ouve falar. Eram como se fossem humanos, com a pele num tom vermelho claro e bastante altos, coisa de 2 metros. As roupas era tipo um equipamento, algo parecido com plástico e bem justo ao corpo.

Um tanto quanto assustado, ele decidiu retornar ao veículo, quando teria se deparado com dois dos seres que desceram do veículo triangular.

Ele relatou:

Eu não sei se eram cinco ou se dois dos três que desceram chegaram até mim. Acho que eram os mesmos, porque eles também foram muito rápidos para voltar à nave e ir embora, também.

Segundo Roberto, ao se deparar com os seres, ele não sentiu medo:

Eles eram bem altos, estavam diante de mim e conversaram numa língua que não entendi. Em seguida apontaram um BASTÃO DE LUZ BRANCA, como se fosse um LED, e passaram pelo meu corpo. Depois saíram e foram para a ‘nave’, que sumiu numa velocidade muito rápida.

O detalhe do bastão luminoso é bem realçado pelo empresário em seu relato. A descrição “de luz branca” como se pode verificar com a foto do caso americano, também confere. Nela vemos que o indivíduo parece estar segurando algo que pode ser comparado aos bastões ou varas luminosas dos inúmeros relatos pelo mundo, e também se observa que emite uma luminosidade branca.

Se a foto foi montada e tudo não passa de um engodo planejado, será que os forjadores teriam tido a ideia de acrescentar esse “detalhe”? A menos que fossem bastante conhecedores dos casos ufológicos, acho improvável (embora não impossível).

Mas, retornando ao elemento chave, o bastão luminoso, temos outro relato, esse muito mais antigo, de um evento que ocorreu ainda nos anos 20. Esse relato encontra-se no site da revista UFO, em matéria do ufólogo Edison Boaventura Júnior.

Com o título: “Contatos com ETs e abduções no Brasil antes do início da Ufologia” (https://ufo.com.br/artigos/contatos-com-ets-e-abducoes-no-brasil-antes-do-inicio-da-ufologia.html) a referida matéria registra:

Ser prateado causa espanto

Mas se ETs já andavam entre nossos índios décadas e até séculos atrás, eles também o faziam com nossos antepassados, tanto em fazendas como em cidades. O primeiro caso de observação de um ser estranho que poderia estar associado ao Fenômeno UFO, que se descobriu até hoje, ocorreu em 1925 na Vila Belmiro, na cidade de Santos, litoral de São Paulo.

O fato se deu por volta das 18h, quando uma entidade alta e de estranha aparência foi testemunhada por Lucinda Alves e suas amigas.

“Na época, eu morava em um sobrado e tinha 8 anos de idade. Lembro-me de que era final da tarde e eu me encontrava brincando de roda com umas amigas na rua em frente de casa. De repente, escutamos um som como se fosse uma ladainha ou zumbido, e apareceu um ser estranho vestido com uma roupa inteiriça prateada dos pés à cabeça”.

Luciana percebeu então que a entidade tinha um BASTÃO METÁLICO E  LUMINOSO nas mãos. “Pensei que fosse uma vela, mas quando ele veio em minha direção, vi que era algo diferente. Saímos todos correndo”, afirmou em entrevista.

Finalizando, posso citar ainda o relato dos índios Paiute, que vivem no Sudoeste Americano, próximo ao deserto de Mojave. Segundo eles, viajantes das estrelas vieram à terra em “barcos voadores” há muitas gerações, em um tempo onde o deserto era mar (sabe-se que parte da Califórnia no passado foi efetivamente coberta pelo mar antes de eventos cataclísmicos transformarem a região).  Ainda segundo os Paiute, esses viajantes trouxeram muitos equipamentos e se estabeleceram em cavernas. Eram morenos, cabelos pretos e tinham olhos puxados (a descrição é exatamente a mesma feita no caso Hermínio e Bianca – 1976 – do alien que dizia se chamar Karran, e que os recebeu numa nave depois de terem sido levados para dentro junto com seu carro).

Segundo os Paiute, os seres das estrelas usavam DOIS BASTÕES – um disparava um raio que paralisava as pessoas, e outro que podia matar.

3) CONCLUSÃO

Embora o relato da foto que falei no início da matéria não tenha sido feito a um ufólogo, mas apresentado num fórum de discussão na Internet, não deixa de ser interessante o detalhe de que o ser fotografado abaixo das luzes também portava algo que pode ser comparado a uma varinha ou bastão luminoso.

Também é interessante que a figura, embora não possamos ver detalhes do rosto, se encaixa num tipo bastante comum na ufologia descrito como nórdico. É possível notar que é esguio e parece ter cabelos compridos. O ser também não parece estar olhando para as luzes, mas olhando para a foto ou para quem estava com o celular (o narrador do relato).

Enfim, embora não se tenha certeza de nada, o caso é bem sugestivo e não poderia ser excluída uma possível abdução ou um contato com um alien nórdico flagrado pela foto do celular – o único registro do evento já que o narrador afirma não se lembrar de nada nem de ter tirado a foto – provavelmente, tratando-se mesmo de um evento ufológico – sua memória foi apagada como em tantos outros casos.

Um registro no mínimo interessante, mesmo sem uma conclusão definitiva, e que pode ser ligado à casuística, onde eventos estranhos também envolveram o encontro com seres e seus bastões luminosos.

– PREDADOR

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