Primeira proteína extraterrestre é encontrada em um meteorito

Tempo de leitura: 2 min.

Usando técnicas de ponta, os cientistas afirmam ter encontrado uma proteína extraterrestre embutida em um meteorito que caiu na Terra há 30 anos. A nova descoberta pode ser uma pista para o surgimento da vida em qualquer lugar do Sistema Solar.

Primeira proteína extraterrestre é encontrada em um meteorito
Meteorito Acfet 086

Se seus resultados puderem ser replicados, será a primeira vez que uma proteína que não se originou na Terra é identificada.

Nos últimos anos, foi mostrado que os meteoritos do Sistema Solar abrigam alguns dos elementos básicos da vida como a conhecemos. Cianeto, que desempenha um papel construtivo nas moléculas necessárias para a vida; ribose, um tipo de açúcar encontrado no RNA; e aminoácidos, compostos orgânicos que se combinam para formar proteínas.

Os pesquisadores agora reanalisaram meteoritos contendo aminoácidos. Liderados pelo físico Malcolm McGeoch e usando espectroscopia de massa de última geração, eles descobriram o que acreditam ser proteína em um meteoro chamado Acfer 086, que caiu na Argélia em 1990.

Acfet 086.

Embora não tenham sido descobertas criaturas extraterrestres, a descoberta dessa proteína constitui outro bloco essencial para a vida no espaço sideral. E embora existam muitos processos que podem produzir a proteína, a vida, como a conhecemos, não poderia existir sem ela.

Explicou o astrônomo e químico Chenoa Tremblay, da CSIRO Astronomy & Space Science na Austrália, que não participou da pesquisa:

Em geral, eles pegaram um meteorito anteriormente analisado e preservado em um museu. Em seguida, eles modificaram as técnicas para detectar aminoácidos dentro dele, com uma taxa de sinal mais alta.

Como nada na Terra

Não apenas a equipe encontrou o aminoácido glicina com um sinal maior que as análises anteriores, mas também descobriu que estava ela ligada a outros elementos, como ferro e lítio.

Quando eles realizaram um modelo para ver o que estava acontecendo, descobriu-se que a glicina não estava isolada, mas fazia parte de uma molécula de proteína. Esta nova proteína foi nomeada por seus descobridores como hemolitina. E, embora seja estruturalmente semelhante às da Terra, sua proporção extremamente alta de deutério-hidrogênio (D/H) não corresponde a nada que conhecemos neste planeta. É, sim, consistente com cometas de longo período.

Isso sugere, argumentam os pesquisadores, que a estrutura identificada como proteína é de origem extraterrestre e possivelmente formada no disco protosolar há 4,6 bilhões de anos. Os detalhes da descoberta foram publicados no arXiv para revisão por pares.

(Fonte)

Colaboração: Jacque


Como publicou o autor Graham Hancock em seu perfil no Twitter a respeito dessa descoberta:

Embora não seja prova de criaturas vivas extraterrestres, essa descoberta de proteínas faz com que mais um dos blocos de construção da vida seja encontrado em uma rocha espacial.

Sim, todos blocos necessários para a vida tal como a conhecemos, e muito mais, estão lá fora no espaço. Afinal, se levarmos em consideração o tamanho do Universo, seria praticamente impossível que eles existissem somente neste pequeno grão de areia chamado Terra, no meio da vastidão do cosmos?

n3m3

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