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Outro meteorito de Marte mostra sinais de vida

Tempo de leitura: 2 minutos

Quanta evidência você precisa antes de aceitar a ideia de que Marte estava repleta de formas de vida microbiana? Será que dois meteoritos enviados diretamente da superfície do Planeta Vermelho, cheios de fósseis, o convenceriam?

* Conteúdo da matéria com veracidade comprovada, de fontes originais fidedignas. (Em se tratando de tese ou opinião científica, só pode ser garantida a veracidade da declaração da pessoa envolvida, e não o fato por ela declarado.) (Missão do OVNI Hoje)

Outro meteorito de Marte mostra sinais de vida

Prepare-se para gritar ‘Eu acredito!’ Os cientistas que receberam permissão para tirar uma fatia fina de um meteorito marciano comprovaram ter descoberto ‘bioassinaturas mineralizadas’ – minerais alterados pela presença de micróbios e seus fósseis mineralizados. Isso exige champanhe ou vinho tinto marciano?

Comparando resultados recentes e interpretação com outros meteoritos, pode-se levantar que, nessas similaridades, as bioassinaturas mediadas por microorganismos podem ser propostas pela mediação microbiana por FeOB em Marte.

‘FeOB’ significa “bactéria oxidante de ferro” e foi descoberta no meteorito ALH-77005 Shergottite, encontrado em Allan Hills na Antártida, em 1977, e nomeado em homenagem ao meteorito Shergotty encontrado nos planaltos de Sherghati, Índia em 1865 e subsequentemente provou ser o primeiro meteorito conhecido que já foi parte de Marte.

Em seu artigo publicado na Open Astronomy (com fotos), Ildiko Gyollai, Márta Polgári e Szaniszló Bérczi do Centro de Pesquisa de Astronomia e Ciências da Terra da Academia de Ciência da Hungria descreveram como usaram a microscopia óptica e tecnologia de infravermelho junto com testes de isótopos para identificar sinais de bactérias que sobrevivem com a oxidação do ferro – FeOBs.

Espere um minuto! Como eles sabem que os FeOBs da Terra não deixaram suas assinaturas neste meteorito depois que ele pousou? Boa pergunta, mas a equipe está muito à sua frente.

A alteração microbiana ocorre apenas na área recristalizda de derretimento causada pelo choque, e perto de minerais opacos. A mediação microbiana ao longo de bordas e fraturas de grãos grossos não está presente, o que descarta a origem da alteração terrestre.

Assim, os indicadores-chave não aparecem perto de aros e fraturas que os permitiriam depois que o meteorito chegasse à Terra. Alguns dos micróbios estavam vivo quando o pedaço deixou Marte? Isso é possível, mas o impacto que derrubou o grande pedaço do Planeta Vermelho que se transformou em um ou mais meteoros ocorreu há quatro bilhões de anos, enquanto os meteoritos não chegaram à Terra até cerca de 13.000 anos atrás.

Relatos do estudo apontam que este é o segundo meteorito marciano a mostrar sinais de vida. O primeiro, ALH-84001, também veio da Allan Hills na Antártica e indicadores microbianos foram descobertos em 1996. Eles também observam que os céticos dizem que as características podem ter origens não-orgânicas, mas nenhuma delas pode ser provada conclusivamente.

Há apenas uma maneira de fazer isso – mais jipes-sonda de mineração, ou humanos cavadores de buracos em Marte.

Elon?

(Fonte)


Os professores da impossibilidade entram em polvorosa quando cientistas de mente aberta liberam estudos como este.

A vida em Marte – pelo menos a microbiana – já é considerada praticamente certa, com base em estudos de meteoritos, como também de amostras obtidas pela sonda Viking em 1976, estudo este que foi censurado pela NASA.

n3m3

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