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Afinal, os extraterrestres são bons ou maus?

Tempo de leitura: 2 minutos

Um cidadão chamado Joseph Burkes, que é coordenador de um grupo especializado em contatar OVNIs e extraterrestres, publicou sua opinião no site NYUFO, falando a respeito de suas experiências de contato imediato.

E o que ele tem a dizer quanto a natureza bondosa ou maléfica dessas criaturas que nos visitam?

Veja:

os extraterrestres são bons ou maus

Da popular literatura sobre OVNIs e produções cinematográficas, as principais raças de seres que desempenham o papel dos “mais intensos” são os chamados Grays e Reptilianos.

A projeção é um mecanismo humano comum

Estamos sempre projetando nos outros os medos mais escuros que cultivamos dentro de nós mesmos. Os OVNIs são um mistério e a terrível incerteza na qual nos encontramos procura por um alívio, muitas vezes aceitando os cenários mais malucos.

Os perigos que vêm dos humanos

Trabalho em contato há 25 anos, intensamente de 1992 a 1997, quando era coordenador do grupo de trabalho CE-5, e ocasionalmente desde então. Repetidamente, tenho estado a menos de uma milha (1,6 km) de exibições visuais que aparecem como discos e triângulos que eram consistentes com a definição de “espaçonave ET”. Eu experimentei em raras ocasiões comunicação telepática limitada com seres que fui levado a acreditar que eram ETs em natureza. .

Em nenhuma ocasião algum membro de minha equipe foi ferido, nem deliberadamente amedrontado pela inteligência dos OVNIs. Os perigos vieram dos humanos que, nos anos 90, grampeavam nossos telefones, faziam ligações ameaçadoras, faziam vigilância pesada de nossas equipes de contato, faziam se passar por mim na Internet enviando e-mails falsos para meus amigos e, em uma ocasião, até disparavam uma arma contra mim quando fazia um trabalho de contato no México, em 1993.

Na minha opinião, só podemos conhecer essa alteridade que os experimentadores agora chamam “ET”, não contando histórias assustadoras no escuro, mas saindo em grupos com nossos semelhantes e envolvendo-os, fisicamente, mentalmente e, se possível, espiritualmente. Fazermos menos que isso, temo, nos condenará a sermos escravos de nossos terrores mais sombrios. Então, quando se trata de histórias dos ‘reptilianos do mal’, acho que todos nós devemos estar dispostos a entreter uma narrativa concorrente.

O caminho para avançar

Assim, exorto a todos que buscam a verdade sobre os OVNIs para considerarem o engajamento com a inteligência OVNI em um ambiente de grupo, ao longo das linhas feitas por grupos de contato como a missão Rahma originalmente do Peru e a rede CE-5. Na minha opinião, esses esforços se mostraram seguros e eficazes.

Nas duas últimas décadas, aprendi muito sobre os mecanismos da experiência de contato. Tenho certeza de que outros que assumem este trabalho voluntário, embora controverso, serão igualmente recompensados. O desafio é que, uma vez que a pessoa ouça muitas histórias assustadoras de supostos abusos por ETs, nenhuma discussão intelectual ou garantias de ativistas de contato podem dissuadir o medo que muitos veteranos pesquisadores de OVNIs sentem quando contemplam um plano de ação tão ousado como sair para conhecê-los.

A possibilidade de facilitar seus próprios avistamentos de OVNIs é sempre uma perspectiva empolgante. Tanto é assim que continuo a promover os esforços de experiências que chamo de “The Contact Underground“.

(Fonte)


Embora tenhamos todos os tipos de informações, muitas delas conflitantes, sobre os contatos imediatos com possíveis alienígenas, devido justamente a esses conflitos, tudo que podemos presumir neste momento é que há vários “temperamentos” nos visitando.

Todavia, de forma geral, quero acreditar que a maioria desses seres, tendo evoluído ao ponto de conseguirem fazer viagens interestelares – e quiça entre dimensões – sem antes se auto-destruírem (o que parece ser uma tendência com a raça humana ao ficarmos mais tecnológicos), deverão compreender e valorizar a importância da vida, mesmo ela sendo intelectualmente inferior.

Porém, esta pode não ser a regra, já que há muitos relatos de contatos imediatos nos quais a raça humana saiu em desvantagem.

n3m3