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Força Aérea dos EUA em silêncio após meteoro explodir próximo de base militar

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Força Aérea dos EUA em silêncio após meteoro explodir

Uma bola de fogo entrou na atmosfera da Terra e explodiu com 2,1 quilotoneladas de força no mês passado, mas a Força Aérea dos EUA não mencionou o evento.

O Laboratório de Propulsão a Jato da NASA confirmou que um objeto de tamanho não especificado, viajando a 24,4 quilômetros por segundo na Groenlândia, a apenas 43 quilômetros ao norte de uma base de aviso de míssil, a Base Aérea de Thule, no dia 25 de julho de 2018.

O diretor do Projeto de Informação Nuclear para a Federação de Cientistas Americanos, Hans Kristensen, twittou sobre o impacto, mas a Força Aérea dos EUA não informou o evento.

Kristensen argumenta que não há nenhum aviso público do governo dos EUA sobre o incidente.

Ele escreveu para o Business Insider:

Se tivesse entrado em um ângulo mais perpendicular, teria atingido a terra com força significativamente maior.

O Sr. Kristensen aponta para o exemplo do meteoro de Chelyabinsk, uma rocha espacial de 20 metros que explodiu no ar sobre a Rússia sem que fossem dados alertas, no dia 15 de fevereiro de 2013. A rocha era do tamanho de uma casa, mais brilhante que o Sol ,e visível até 100 quilômetros de distância.

Cerca de 1.500 pessoas ficaram feridas pelo vidro das janelas quebrando ou outros efeitos do impacto do meteoro, quando ele caiu na Terra, o maior número de humanos feridos devido a uma rocha espacial.

Lindley Johnson, Oficial de Defesa Planetária da NASA, disse:

O evento Chelyabinsk chamou a atenção para o que mais precisa ser feito para detectar asteroides ainda maiores, antes que eles atinjam o nosso planeta. Este foi um alerta cósmico.

Após o incidente de 2013, a Rede Internacional de Alerta de Asteroides foi estabelecida para ajudar os governos a detectar e responder aos objetos próximos da Terra.

Mas um asteróide que entra na atmosfera da Terra não é incomum. De acordo com um estudo referenciado por Kristensen, um meteoro atingiu a Terra a cada 13 dias durante um período de 20 anos. A maioria arrebenta ao entrar na atmosfera e é ‘inofensivo’.

(Fonte)


O problema é quando um, da minoria, chega ao solo quase inteiro ou explode no céu sobre um grande centro, como foi o caso de Chelyabinsk.

Mas, por que será que a Força Aérea dos EUA não reportou sobre esta última bola de fogo?

n3m3