Morte por vácuo do espaço não é tão súbita quanto mostrada em filmes de ficção, dizem estudos da NASA

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Este artigo não tem muito a ver com OVNIs, mas é interessante de qualquer forma.
Muitas pessoas pensam que morrer no vácuo do espaço seria como é mostrado nos filmes de ficção científica… instantaneamente.  Contudo, um artigo publicado no New York Time, e republicado na Folha de São Paulo, fala que a morte nessas condições provavelmente ocorreria em poucos minutos, com o indivíduo, ou animal, ficando inconsciente após aproximadamente 15 segundos.  Isto se dá ao fato do oxigênio não ser capaz de suprir o cérebro.  Em outras palavras, a morte por vácuo não seria instantânea.
Essas conclusões foram baseadas em pesquisas feitas por cientistas da NASA, com (pobre) animais, nas décadas de 1950 e 1960.
De acordo com o artigo, em 1965, um acidente no local que hoje é o Centro Espacial Johnson Space Center mostrou que um ser humano pode sobreviver no espaço se ficar sem ar durante poucos segundos e ser reanimado logo depois.

Na ocasião, um homem viu seu traje espacial vazando no interior de uma câmara de vácuo e a pressurização do uniforme, após 15 segundos, fez com que ele recuperasse a consciência.

Há também informações de que esse processo havia sido testado em primatas com o mesmo êxito. O dito estudo, que foi publicado em 1968 no “The Journal of Applied Physiology“, demonstrou que, se os animais recebessem oxigênio em uma pressão bastante alta entre quatro horas a um dia, depois de serem expostos a um ambiente de quase vácuo por até 210 segundos, eles se recuperariam e sobreviveriam anos a fio sem aparentes sequelas.

Assim, se algum dia você for abduzido por ETs e levado ao espaço, pense duas vezes antes de fugir pela porta dos fundos do disco voador, pois, mesmo ficando-se inconsciente segundos antes, a morte pelo vácuo não deve ser uma maneira agradável de passar desta para outra, se é que existe tal maneira.

n3m3

Colaboração: Hannah

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