Procurando por sinais históricos da presença de ETs na Terra

Tempo de leitura: 2 min.

 

Paul Davies

Há muitos anos, astrônomos do SETI (Procura por Inteligência Extraterrestre), têm feito varreduras dos céus para procurar por sinais de vida extraterrestre.  Mas agora, um cientista está sugerindo uma nova abordagem que poderá vir a complementar as procura por vida extraterrestre.

Paul Davies, um astrobiólogo, físico e cosmologista, tem cooperado com o SETI por trinta anos, porém acredita que os cientistas poderiam ter maiores chances de encontrar evidência de vida extraterrestre aqui na Terra.  De acordo com a publicação web Astrobiology Magazine, Davies quer que os cientistas ampliem seus pensamentos sobre como os alienígenas poderiam ter deixado para trás suas marcas.  Ele sugere que os cientistas deveriam procurar em nosso próprio planeta por possíveis “pegadas” deixadas para trás por antigos visitantes de outros mundos, “ou até mesmo procurar no DNA de organismos terrestres por sinais de mensagens ou manipulação inteligente.

Antenas parabólicas utilizadas pelo conjunto de Telescópios Allen. (foto: SETI)

Ele explica que é possível que vida extraterrestre inteligente tenha visitado a Terra há muitos anos, e assim poderia existir evidência desta visita, mas “a probabilidade e a idade do universo sugerem que tais visitas teriam ocorrido antes dos humanos emergirem na Terra.

A evidência poderia estar em nosso próprio planeta.  Somente temos que encontrá-la.  Isto é, se quaisquer traços de visita extraterrestre tiver sobrevivido por “centenas de milhões, ou bilhões de anos, para que os humanos ainda os encontrem hoje.

Davies acha que a procura por evidência de vida extraterrestre aqui na Terra complementaria o projeto do SETI, embora ele reconheça que usando rádio telescópios para escutar por sinais vindos dos ETs é como encontrar uma agulha em um palheiro.

É a ciência convencional admintindo cada vez mais a possibilidade de vida extraterrestre.

n3m3

 

Fonte: www.openminds.tv

AVISO: Fique alerta quanto as regras da área de comentários clicando aqui.