Caçador de OVNIs William J. Birnes fala a respeito dos ETs e do filme Apollo 18

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William J. Birnes Caçador de OVNIs.

Como já foi publicado aqui no OVNI Hoje no primeiro de setembro passado, o filme Apollo 18 está em cartaz e, aproveitando-se da ocasião, Gregory Weinkauf  entrevistou o “caçador de OVNIs”, William J. Birnes, para o site de notícias huffingtonpost.com, a fim de saber sua opinião sobre o que está acontecendo na Lua.

Leia uma súmula da reportagem de Gregory abaixo, apesar de nos parecer um tanto debochada e irreverente:

Há um novo filme de suspense em cartaz este final de semana, e ele trata da missão lunar Apollo 18 (e das coisas assustadoras que, alegadamente, ocorreram lá em 1974), e há alguma especulação por parte de seus produtores quanto às filmagens serem “reais”, ou não…

…eu conversei com o escritor, sociólogo e perito em comportamento e extraterrestre (editor da revista UFO Magazine [EUA], anfitrião do programa Caçadores de OVNIs – History Channel), William J. Birnes, que entusiasticamente respondeu minhas questões quanto ao fato de realmente haver coisas estranhas naquele grande e lindo orb no céu, onde nós humanos costumávamos ir, mas que misteriosamente paramos de fazê-lo.

Sr. Birnes colaborou imediatamente, pois este material cai bem dentro de seu campo de conhecimento…  …perguntei a ele se realmente o governos dos EUA mantém de forma acobertada uma presença no lado oculto da Lua.

O que realmente sabemos como verdade é que o lado oculto da Lua é muito diferente topograficamente, e provavelmente geologicamente, do lado voltado à Terra.  Há uma ciência por detrás do fato que a Terra — muitos, muitos, muitos anos atrás, obviamente — tinha duas luas: a Lua que temos hoje, que era diferente de agora, provavelmente muito mais próxima; e outra lua, muito menor, que devido à sua órbita errática durante a formação do sistema solar, acabou se chocando com a Lua que temos hoje, fazendo com que seu lado oculto ficasse alongado e geologicamente diferente do lado que vemos“.

Este celebrado OVNIólogo citou em seu livro, The Day After Roswell (O Dia Após Roswell [tradução livre do título – n3m3]), a respeito de um plano do exército dos EUA de construir uma base militar completamente funcional (“Projeto Horizon“) no lado oculto da Lua, desde 1954.  Intrigante!… Mas ah, isto fica ainda melhor. Vamos falar sobre alienígenas.

Eu acredito em pelo menos parte daqueles planos“, disse o Sr. Birnes; “isso foi uma estratégia de defesa planetária contra OVNIs.  E você irá dizer, ‘Bill, você deve estar louco. O que você está dizendo? Onde estão as evidências?’  Bem, aqui estão elas: Em 1952 — reiterando, isto não é especulação — houve literalmente uma invasão de discos voadores sobre Washington, D.C.

Referenciando outro de seus livros (Aliens in America), este vigilante dos céus relembra o Brigadeiro da Força Aérea dos EUA, John Sanford, dizendo ao seu país que os OVNIs eram mentiras; daí, quatro anos mais tarde, o líder do projeto Blue Book e capitão da Força Aérea, Edward Ruppel, rebatendo as alegações de Sanford, dizendo para o povo daquele país que sim, a invasão era real.  O Sr. Birnes me assegurou que o então presidente Eisenhower (seguido por Churchill) pessoalmente observou (e acobertou) um encontro com um OVNI no Mar do Norte…

Mas eu quero é saber sobre os alienígenas. Eles gostam de nós?  Eles nos odeiam? Eles acham que somos meramente primatas estúpidos, colocados aqui para entretê-los?

William J. Birnes habilidosamente desvia de minha pergunta do porquê, se os alienígenas são reais, eles simplesmente não aterrissam em plena luz do dia e dizem alô.  (Ele acha que eles não estão terrivelmente interessados em nós…)  Mas além disso — e isto realmente faz algum sentido, apesar de ser estranho — ele acredita na teoria de que há muitas espécies de alienígenas, alguns benignos, alguns hostis, misturando-se com nossa experiência humana…

O Sr. Birnes relembra que uma ex-funcionária do laboratório fotográfico da NASA, Donna Hare, testemunhou afirmando que a agência espacial de forma rotineira retocava quaisquer detalhes que mostrassem espaçonaves, prédios lunares, etc.; e além disso, que os alienígenas deixaram claro à NASA para não retornar para à Lua — especialmente para o lado oculto.  Em meados da década de 1960, um técnico da Força Aérea dos EUA e amigo do Sr. Birnes (o qual deve permanecer anônimo), foi citado como tendo visto mais fotos de estruturas lunares.  Eu quero saber: construções alienígenas ou terrestres?

Bem, aí é que esta!”, exclamou o especialista.  “Estas eram estruturas circulares em forma de cúpula — não se pareciam como os prédios da Microsoft.  Elas pareciam alienígenas?  Sim, elas pareciam ultra-modernas, como além de Frank Lloyd Wright“.  Além disso, parece que a vida daquele técnico foi colocada em perigo pelo simples fato dele ter visto o material altamente secreto. Assustador!

Mas estamos falando sobre o filme aqui.  Eu toquei no assunto sobre a teoria de que talvez a primeira missão tripulada que pisou na Lua tenha sido forjada; sabe, que Stanley Kubrick teria simplesmente filmado os astronautas em um cenário de cinema…

Eu não acredito nesses argumentos de que nunca estivemos na Lua“, disse ele.  “Há outra teoria de que nós realmente fomos até a Lua, desempenhamos alguns projetos secretos lá, mas Stanley Kubrick filmou outras coisas para acobertar a parte secreta do que estávamos fazendo. Eu acho isso mais provável“.

Bases lunares alienígenas?   Bases lunares acobertadas do governo dos EUA?  Ambos?  Uma das mãos (NASA) não sabe o que a outra (os militares) está fazendo?… … mas o Sr. Birnes têm fortes opiniões sobre o porquê de não termos retornado para lá:

Obviamente há alguma razão política do porquê que não estamos fazendo isso — seja porque ‘Não queremos lutar com os extraterrestres’, ou se o Obama está liderando por detrás e deixando os russos, os indianos e os chineses irem primeiro, você sabe: ‘Vocês levarão uma surra primeiro! Por que deveríamos nós?  Minha atitude é a de que quando você olha para as missões que estão sendo contempladas agora –2025 para um asteróide e 2030 para Marte — não seria muito mais eficaz mantermos as missões para a Lua.  Construir aquela base lunar.  Estabelecer uma base permanente na Lua. Por que brigar com os russos e os chineses? Vamos lá pessoal! Vocês têm o dinheiro! Nós todos queremos os minérios. Não vamos matar uns aos outros. Temos armamentos nucleares apontado para o outro desde 1948 e não os usamos. Por que deveríamos usá-los na Lua?  Isso é estupidez. Vamos todos fazer dinheiro aqui! Eu quero dizer, a Lua é ótima!  Eu não continuaria na Lua. Eu construiria espaçonaves internacionais, e já estaria explorando todo o sistema solar por agora — trinta, quarenta anos após a última missão Apollo. Não faz sentido algum termos parado de ir até a Lua“.

– Gregory Weinkauf

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 Talvez esta não tenha sido a melhor reportagem já publicada sobre o assunto, mas já que um pouco da opinião de William J. Birnes aqui se faz presente, pensamos ter valido a pena apresentá-la.

n3m3

Fonte: www.huffingtonpost.com

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