Leitor de Minas Gerais, Brasil, relata seu avisamento

Tempo de leitura: 4 min.

Imagem meramente ilustrativa, a qual não reflete o avistamento aqui relatado.

O leitor Carlos Antonio de Abreu nos enviou o relato impressionante abaixo.


Este blog é da opinião que relatos tão detalhados quanto este que o Carlos escreveu valem muito mais do que um vídeo, pois hoje me dia, com o advento da computação gráfica, qualquer pessoa é capaz de forjar uma filmagem de OVNIs.  Contudo, um relato elaborado, de uma pessoa que se identifica pelo nome, e que também conta com testemunhas, certamente é algo que vale a pena ler e analisar.

O nome da outra testemunha foi omitido, para proteger sua identidade, devido à sua associação profissional. Contudo, deixamos claro que foi passado a este blog o nome e a instituição de trabalho do mesmo, o que torna o caso mais acreditável ainda.

A leitura do caso na íntegra, é aconselhável, pois vale a pena:
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Prezado Luiz Neme,
“Frequento sua página há muito tempo e leio as matérias que são postadas fazendo uma avaliação, um “filtro”, das narrativas plausíveis e de outras que carecem de maior autenticidade.

De longuíssima data acompanho a casuística ufológica, tenho muita literatura a respeito (a começar pela Bíblia) e procuro checar todas as informações, sejam de que origem forem.
Em minha região existem relatos de avistamentos, porém mais na direção da cidade de Carmo do Rio Claro (região de muita água – lago de furnas – e muitos minerais – maciço que se origina lá em Poços de Caldas – uranio – e se estende até Araxá – nióbio e lítio).
Frequento diversos sites sobre o assunto, hoje tão comuns na internet, como mantenho um arquivo pessoal de recortes de jornais, narrando eventos misteriosos, ainda do tempo em que não havia internet (décadas de 70, 80 e 90).
Morei décadas em Belo Horizonte e tive oportunidade de acompanhar, de perto, o trabalho do Professor Brant Aleixo, ufólogo seríssimo e respeitadíssimo. Posso afiançar que, sem falsa modéstia, tenho um expressivo conhecimento teórico da matéria e me mantenho sempre informado sobre os avanços tecnológicos, mas sem perder de vista a cultura dos relatos populares, de amigos, conhecidos, e pequenos sitiantes, que julgo serem uma fonte riquíssima de pesquisa, haja vista estarem fora dos grandes centros e não são afetados pela luminosidade das cidades, podendo observar o céu com mais clareza e não são influenciados por excesso de informação (inclusive o relato de uma tia que tenho, do alto de seus 95 anos de idade, mas profundamente lúcida, que me detalhou o avistamento de algo grandioso no céu, ainda mocinha, na varanda de uma fazenda, junto com sua mãe e seus irmãos).
De minha parte sou um profundo observador do céu, tanto a olho nu quanto através dos sites que cobrem o espaço exterior (google sky, sky-map, e outros tantos). Acompanho o movimento dos astros mais visíveis, como lua, Marte, Vênus como também das constelações e, ainda, como viajava muito a trabalho (tanto de carro quanto de avião) por diversas regiões do Brasil, tenho referência de observação dos céus, de diversos pontos, em diversos horários.
Estou em Passos, Minas Gerais, Sudoeste Mineiro (às margens do Rio Grande, do grande Lago de Furnas, e bem próximo à Serra da Canastra) e observo, sempre, em vários momentos do dia ou da noite, a “rota dos aviões” que trafegam pelos céus, principalmente a rota de São Paulo – Brasilia – São Paulo e a rota Belo Horizonte – São Paulo.
Essas duas rotas passam exatamente sobre o campo de visão de Passos e, por curiosidade, tenho até anotado os horários dos vôos pois, pelo momento que passam os aviões, sei a hora da decolagem.
Imaginando-se um triângulo retângulo (tendo como vértice de topo São Paulo e vértices da base Rio de Janeiro,à esquerda, Belo Horizonte, à direita) a cidade de Passos está bem ao centro, e Brasília está um pouco mais a direita e acima do triângulo, na posição de “2 horas”.Estou, portanto, bem acostumado com o que trafegava nos céus da cidade, tanto durante o dia quanto a noite, inclusive a posição dos astros, nas diversas estações do ano.

Apesar de crer firmemente na existência de outras civilizações extraterrenas, confesso que, em todos esses mais de 30 anos de leitura e observação, nunca houvera testemunhado uma manifestação física de qualquer coisa que pudesse ser classificado como Objeto Voador Não Identificado – OVNI.

Até a noite de ontem, dia 10 de abril de 2.011, segunda-feira, por volta das 19 horas e 30 minutos.

Eu estava no computador, trabalhando, quando por volta das 19 horas resolvi ir a uma Padaria situada a três quarteirões de minha residência.  Ao lado de onde moro existe uma avenida movimentada, bem iluminada  e, exatamente, na confluência dessa avenida com uma rua por nome Bomsucesso, encontrei-me com um amigo de infância e ex-colega de República, em Belo Horizonte, por nome J. R., funcionário público, o qual estava fazendo uma caminhada.
O J. já foi …, homem experiente e observador, com varias milhagens de voo, tendo, por conta de seu trabalho, viajado por toda a Minas Gerais e pelo Brasil e chegou recentemente de uma viagem que fez ao sul do país.
Houvera chovido forte no sábado, o céu estava limpíssimo, estrelado, a lua crescente (meia lua) sendo que a mesma estava exatamente sobre nós, um pouco a direita.  Estávamos conversando, nessa avenida, num cruzamento, debaixo de um poste sendo que no outro lado da rua havia outro poste.
Nossa posição portanto era:
Um poste (onde estávamos debaixo), outro poste (do outro lado da rua) e a lua, ao meio dos dois postes e posicionada no meio dos fios elétricos e, bem ao fundo do céu, as estrelas ao redor da lua. E comentávamos como o céu estava límpido.

Estávamos conversando sobre vários assuntos quando, num determinado momentode uma maneira inexplicável, como movidos por alguma força incomum, olhamos, ao mesmo tempo, para o céu e numa mesma direção.  Um  grande objeto transitava no céu, emitindo uma forte luz, muito clara, como se tivesse holofotes por baixo e para as laterais, e com variações de intensidade.

O objeto seguia na direção sudoeste-noroeste, como se estivesse vindo do sentido de Ribeirão Preto e indo na direção da Serra da Canastra, região oeste de Minas Gerais. Sua dimensão, do nosso ponto de observação, seria similar ao tamanho que ficaria um círculo, quando se encostam os dedos polegares e indicadores das mãos. Tinha uma forma um pouco mais alongada porém, pelos feixes de luz branca que emitia, em todas as direções, dava a aparência de um formato circular. (Lamentavelmente estávamos sem um celular que fosse, para fotografar tal objeto). Seu brilho intenso, e com variações de intensidade, chamava a atenção. Sua altitude deveria ser de uns 3 mil metros (a julgar pela altura bem superior em que os jatos trafegam por aqui). Sua velocidade seria similar a de um jato, quando acaba de levantar voo e está transitando sobre uma cidade, mas era firme e constante, em linha reta.
E estava exatamente sobre nós, um pouco a direita, na direção da lua. A lua (que estava acima e a direita do objeto), as estrelas (que estavam mais acima) e os fios dos postes, fixos, nós davam a clara noção do movimento do objeto.
E, nesses 2 minutos, se tanto, em que observamos a sua passagem ainda discutíamos, rapidamente, e descartávamos todas as hipóteses:
Avião…não haviam luzes de sinalização, não existe rota na direção que trafegava e não fazia ruído.
Balão Comum… não pode, está em linha reta e velocidade constante.
Balão Meteorológico…existe variação nos feixes de luzes e na sua intensidade.
Satélite…está muito baixo (uns 3 mil metros de altitude).
Estávamos verdadeiramente fascinados observando aquilo quando, de repente, apagou.
Olhamos, procuramos, em diversas direções e absolutamente nada.  Sumiu misteriosamente no céu da mesma forma como o percebemos no primeiro momento.
Ficamos com uma estranha sensação de que “aquilo” queria ser visto apenas naquele momento.

Enfim, apesar de toda a nossa experiência e vivência, e profundamente impressionados, chegamos à conclusão de que aquilo era, de fato, UM OBJETO VOADOR NÃO IDENTIFICADO, ou melhor, INCLASSIFICÁVEL PARA O NOSSO ENTENDIMENTO.

É o meu relato.
Estou te enviando pois outras pessoas (nessa rota em que o “objeto” trafegava) podem, também, ter avistado e podem corroborar o que vimos.
E tenho lido no seu próprio site, e ouvido relatos, de avistamentos em Ribeirão Preto e no Triângulo Mineiro, que são regiões limítrofes com o nosso Sudoeste Mineiro.
De minha parte vou tentar descobrir se outras pessoas viram algo diferente nos céus, na noite de ontem, e continuarei a observar.
E agora, que fiz o contato visual, tenho absoluta convicção, de que existe algo nos céus. Não posso classificar se terrestre ou extraterrestre. Mas que existe, existe.

E O QUE VIMOS, ONTEM, NÃO ERA NADA QUE PUDESSE SER CLASSIFICADO COMO AERONAVES QUE TRAFEGAM PELOS NOSSOS CÉUS. ABSOLUTAMENTE, NÃO.
Carlos Antonio de Abreu”
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Nossos mais sinceros agradecimentos ao Carlos Antonio de Abreu pelo seu relato em nosso blog.
n3m3

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